16/12/2021
💡 Mudança na configuração das matrizes de energia: O Brasil não está descolado das tendências mundiais e caminha de forma alinhada buscando junto à iniciativa privada responder às metas globais.
Na Conferência do Clima de Paris (COP21), os signatários concordaram em estabelecer um plano de ação global para limitar o aquecimento global abaixo dos 2º C e buscar um limite de 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais. Para isso, os governos dos países signatários apresentaram os planos de desenvolvimento para seus respectivos países, criando leis e fomentando ações junto à iniciativa privada, com a finalidade de atingir os objetivos estipulados.
Algumas dúvidas foram surgindo ao longo do tempo, tais como: qual a tendência para esse momento de transição energética para os próximos anos? Como as empresas de óleo e gás (O&G) estão se preparando para a transição? Quais as alternativas para sanar as demandas cada vez mais crescente por fontes renováveis? Qual a preocupação com o futuro dos setores energéticos?
💡 Crescimento da População Mundial: O aumento da população mundial exige uma drástica mudança na forma de gerir a energia.
Segundo o relatório sobre o Futuro da Energia, da consultoria francesa Capgemini, a população mundial aumentará em 1,7 bilhões até 2040, principalmente em áreas urbanas.
Isso signif**a que a demanda irá aumentar ¼. Caso o mundo não atinja as metas estabelecidas no Acordo de Paris, além das drásticas consequências socioambientais, haverá pouca oferta de energia.
Justamente mirando fortemente nas tendências e no advento de novas tecnologias, bem como em mudanças no comportamento do consumidor e nas práticas econômicas de comercialização que será possível um futuro mais promissor e rentável para todos.
💡 O Brasil até 2025: A tecnologia irá alterar drasticamente nossa relação com as fontes energéticas, proporcionando maior benefício coletivo.
Reposted from .energy.oficial