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Sistema TEMPOCAMPO Sistema TempoCampo é uma ferramenta de apoio na tomada de decisão e redução da incerteza no agro

O SISTEMA TEMPOCAMPO é uma ferramenta de apoio na tomada de decisões no agronegócio.

Setembro chegou trazendo contrastes para o campo. 🌦️🌱Com a intensificação do El Niño, calor, períodos secos e chuvas irr...
21/09/2026

Setembro chegou trazendo contrastes para o campo. 🌦️🌱

Com a intensificação do El Niño, calor, períodos secos e chuvas irregulares passam a exigir ainda mais atenção no canavial.

No Sudeste, as chuvas podem interromper temporariamente a colheita e afetar o ATR, mas também ajudam na reposição da umidade do solo e favorecem a brotação das soqueiras.

Entender como o clima interfere na produção é essencial para antecipar riscos, interpretar o comportamento da safra e apoiar melhores decisões no campo.

TEMPOCAMPO — conectando clima, ciência e agricultura.

Há 10 anos, o TEMPOCAMPO nasceu com o propósito de aproximar a ciência climática da realidade do campo. 🌱🌦️Desde 2016, e...
20/08/2026

Há 10 anos, o TEMPOCAMPO nasceu com o propósito de aproximar a ciência climática da realidade do campo. 🌱🌦️

Desde 2016, essa trajetória vem sendo construída por meio da pesquisa, da modelagem agrícola, da formação de pesquisadores e da extensão, transformando dados e conhecimento científico em informações capazes de contribuir para a compreensão dos impactos do clima sobre a agricultura.

Ao longo dessa década, foram muitos projetos, artigos, dissertações, teses, conteúdos e, principalmente, pessoas que ajudaram a construir essa história.

Celebrar 10 anos é olhar com orgulho para tudo o que já foi feito e, ao mesmo tempo, continuar olhando para frente.

Porque o clima muda, a agricultura evolui e a ciência continua. 💚

TEMPOCAMPO — 10 anos de ciência climática a serviço do campo.

31/07/2026

El Niño 2026/27: o que os dados confirmam e como usar anos análogos para planejar a sua safra

Boletim agrometeorológico de agosto de 2026 do Sistema Tempo Campo — ESALQ/USP.

Neste vídeo:

— Análise da precipitação nos últimos dois meses: interior de São Paulo completa 10 meses consecutivos com chuva acima da média; Centro-Oeste com volumes pequenos; Sul e Norte com umidade excessiva.

— Previsão para o trimestre agosto-outubro: modelos INMET e NOAA/CPC convergem em chuvas acima da média do Sul até parte do Centro-Oeste. Norte começa a apresentar os primeiros sinais de secamento — o El Niño se acoplando à atmosfera.

— Alerta para a cana-de-açúcar: excesso de chuva em São Paulo, sul de Goiás, MS e norte do Paraná deve manter dificuldades de colheita até outubro. Risco de cana bisada para 2027.

— El Niño 26/27 confirmado: já passamos de 1°C acima da média na Zona 3.4 do Pacífico. Probabilidade de evento muito forte (acima de 2°C) no trimestre OND: 80%, segundo o CPC/NOAA. A revista Nature confirmou esta semana que o acoplamento com a atmosfera já está ativo.

— Boas notícias: os modelos revisaram para baixo as projeções de aquecimento em relação ao mês passado. O El Niño será forte, mas menos extremo do que indicavam as projeções anteriores.

— Estudo de caso com anos análogos: como interpretar a previsão climática para a sua fazenda usando dados históricos de El Niño forte. Exemplo real com 40 anos de dados de uma fazenda no Maranhão — método replicável para qualquer região do Brasil.

Sistema Tempo Campo — ESALQ/USP
Análise agrometeorológica mensal para o produtor rural brasileiro.

03/07/2026

El Niño 2026: o que os dados dizem e o que o produtor precisa saber para a safra 26/27

Neste vídeo do Sistema Tempo Campo de julho de 2026, analisamos os mapas de chuva dos últimos dois meses, as previsões para o trimestre julho-setembro e as projeções de El Niño para o final do ano.

Destaques da análise:

Junho de 2026 surpreendeu: São Paulo registrou 111 mm no mês — quase o dobro da média histórica. Mato Grosso teve chuvas na BR-163 acima do esperado para a época. Resultado: umidade do solo melhor do que o previsto em várias regiões.

Primeira quinzena de julho: chuvas reduzidas no Centro-Oeste, Tocantins, Oeste da Bahia e Nordeste interior. Volumes mais expressivos no Sul (divisa PR/SC/RS) e no litoral nordestino.

Agosto e setembro: os modelos brasileiro (INMET) e americano (NOAA/CPC) divergem para o Centro-Oeste, mas concordam no Sul — tendência de chuvas acima da média — e no Norte — primeiro sinal de El Niño acoplado à atmosfera, com redução de chuvas no Pará, Amazonas, Roraima e Amapá.

Temperaturas: pelo menos 1°C acima da média para os três meses, em todo o Brasil.

El Niño 2026:
Probabilidade beirando 100% de ocorrência. Chance de evento forte (acima de 1,5°C na Zona 3.4 do Pacífico) de até 60% no trimestre novembro-dezembro-janeiro, segundo o CPC/NOAA. As projeções indicam déficit de 50 a 60 mm em dezembro e janeiro no norte do Mato Grosso — em meses com média de 300 mm, isso se traduz em risco real de veranicos.

Recomendações técnicas:
— Semear no úmido e priorizar cultivares tolerantes ao estresse hídrico nas regiões Norte, Nordeste e norte do Centro-Oeste
— Maximizar a cobertura com palha: conserva água no norte, reduz erosão no sul
— Atenção ao manejo de doenças fúngicas e drenagem no Sul e Sudeste
— Ajustar o pacote tecnológico para uma safra com risco hídrico diferenciado por região

19/06/2026

JANELA DE SAFRINHA: DINÂMICA CLIMÁTICA E A EXPANSÃO DO SORGO NO MATOPIBA

O avanço do mês de maio consolida a transição para o período seco no MATOPIBA. Com a redução das precipitações indicada pelos boletins do INMET, as lavouras passam a depender do armazenamento de água no solo (%CAD) sob condições de temperaturas elevadas e alta taxa de evapotranspiração, limitando as janelas de plantio para a maioria das culturas de segunda safra.

No vídeo, analisamos o comportamento ecofisiológico do sorgo frente a esse cenário:

Demanda Hídrica: Enquanto cultivos tradicionais demandam volumes maiores, o sorgo atinge a maturação consumindo entre 350 e 500 milímetros de água, apresentando menor exposição ao risco de déficit hídrico terminal.

Sistema Radicular: A cultura desenvolve raízes profundas e agressivas, estruturadas para buscar a umidade residual armazenada nas camadas inferiores do perfil do solo durante os meses de maior pluviosidade.

Mecanismos de Proteção: Diante do estresse térmico ou hídrico, a planta reduz temporariamente o metabolismo para minimizar o abortamento de estruturas reprodutivas. A presença de pruína (camada de cera nas folhas e colmos) atua como barreira reflexiva, otimizando o controle estomático e reduzindo a perda de água por transpiração.

Posicionamento Estratégico
O cultivo do sorgo na safrinha do MATOPIBA funciona como ferramenta de gestão de risco hídrico, além de contribuir para o sistema de plantio direto através da formação de palhada densa e de alta durabilidade, auxiliando na proteção do solo para os ciclos subsequentes.

Na sua propriedade, o sorgo já faz parte do planejamento estratégico para a segunda safra? Compartilhe sua experiência nos comentários e acompanhe as atualizações do TempoCampo.

17/06/2026

MONITORAMENTO DO MILHO SAFRINHA: DINÂMICA HÍDRICA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

O mês de maio apresentou variações significativas na disponibilidade hídrica para o milho segunda safra no Centro do Brasil. De acordo com os boletins da Conab e do INMET, o período foi caracterizado de forma geral pela redução das chuvas e temperaturas acima da média climatológica, exercendo influências distintas sobre as principais regiões produtoras.

No vídeo, detalhamos o panorama das lavouras:

Goiás: A diminuição das precipitações coincidiu com a entrada de grande parte das áreas na fase reprodutiva. O monitoramento por satélite registrou redução no índice de vegetação, indicando oscilações no vigor das plantas, principalmente nas lavouras estabelecidas fora da janela ideal.

Triângulo Mineiro: O regime de chuvas irregulares refletiu no potencial produtivo de lavouras em desenvolvimento vegetativo. Dados espectrais apontam alteração nos índices de vegetação na região e no Alto Paranaíba devido ao período seco.

Norte do Mato Grosso do Sul: O comportamento hídrico mostrou-se mais favorável, com o retorno de precipitações que auxiliaram na manutenção da umidade e na evolução do cereal, conforme corroborado pelos índices de monitoramento via satélite no estado.

Prognóstico e Fases Críticas
As lavouras avançam para as fases de florescimento e enchimento de grãos, períodos com demanda hídrica contínua. As projeções do INMET para os próximos meses indicam a manutenção da tendência de redução gradual da umidade do solo e chuvas abaixo da média na faixa Centro-Oeste e Sudeste.

Ficou com alguma dúvida sobre o comportamento do milho safrinha na sua região? Deixe seu comentário abaixo e acompanhe as atualizações do TempoCampo.

15/06/2026

DIRECIONAMENTO DE SAFRA: ESTIMATIVAS DO IMEA E PANORAMA CLIMÁTICO EM MATO GROSSO

O início de junho consolida o planejamento para a safra 26/27 em Mato Grosso com foco na eficiência técnica e estabilidade produtiva. De acordo com a primeira estimativa do IMEA, a área de soja projeta-se estável em 13,05 milhões de hectares, com expectativa inicial de produtividade ajustada para 62,44 sc/ha e produção estimada em 48,88 milhões de toneladas devido às variáveis climáticas previstas.

No vídeo, apresentamos o panorama atual das culturas e as tendências de curto e médio prazo:

Milho Safrinha: A colheita atinge os primeiros 2% da área total, registrando ritmo superior ao do ciclo anterior. Médias iniciais indicam bom desempenho na região da BR-163, sob monitoramento da produção total do estado, estimada em 52,6 milhões de toneladas.

Curto Prazo: O mês de maio reduziu a reserva hídrica superficial no Centro-Oeste. Para a primeira metade de junho, os modelos meteorológicos indicam a permanência de um padrão seco tradicional, com volumes inferiores a 10 mm no centro-norte e temperaturas de 1°C a 1,5°C acima da média climatológica.

Dinâmica El Niño: Dados da NOAA indicam probabilidade de atuação superior a 90% para o segundo semestre. Contudo, há uma probabilidade de 60% a 70% de que o fenômeno se configure de forma fraca a moderada, enquanto o risco de um evento de forte intensidade situa-se entre 30% e 40%.

Planejamento Estratégico
O histórico do fenômeno na faixa Centro-Norte sugere atenção ao calendário de plantio da soja e à cobertura do solo, visando mitigar os impactos de possíveis veranicos e proteger a janela operacional da segunda safra.

Ficou com alguma dúvida sobre os números do IMEA ou o comportamento do clima? Deixe seu comentário abaixo e acompanhe nossas análises.

12/06/2026

MONITORAMENTO CLIMÁTICO: TRANSIÇÃO PARA O EL NIÑO E IMPACTOS EM SÃO PAULO

O acompanhamento agrometeorológico em São Paulo indica uma redução gradual das precipitações com o avanço do outono, dinâmica típica do período. De acordo com os relatórios do USDA e do Cepea, o setor lida simultaneamente com os reflexos operacionais das chuvas do início do ano e com as novas projeções para os próximos meses.

No vídeo, detalhamos o panorama atual das culturas:

Cafeicultura: As precipitações registradas recentemente influenciaram o ritmo inicial da colheita em algumas regiões produtoras. O atraso nas operações e o monitoramento da qualidade dos grãos devido à queda de frutos são os pontos de atenção atuais do setor.

Citricultura: A diminuição das chuvas desde abril segue o padrão estacional. Contudo, o excesso hídrico verificado entre fevereiro e março resultou em frutos com coloração mais clara na lima ácida tahiti, alterando as características visuais para a comercialização.

Projeções Climáticas: A NOAA elevou para 82% a probabilidade de configuração do fenômeno El Niño a partir de junho. Os modelos indicam tendência de temperaturas acima da média histórica na primavera e no verão, decorrentes do bloqueio de frentes frias na Região Sudeste.

Tendências Regionais
Enquanto o El Niño sinaliza maior variabilidade hídrica em São Paulo, importantes áreas cafeeiras do país — como o centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia — possuem indicativos de elevação térmica e redução nos índices pluviométricos, demandando acompanhamento técnico quanto à evapotranspiração e ao balanço hídrico do solo.

Ficou com alguma dúvida sobre as atualizações climáticas ou o andamento das lavouras? Deixe seu comentário abaixo e confira o nosso boletim mensal.

10/06/2026

ANDAMENTO DE SAFRA: MONITORAMENTO DA REGIÃO SUL (MAIO)

O mês de maio trouxe uma evolução positiva nas condições hídricas da Região Sul, com maior frequência de chuvas e recuperação dos níveis de umidade do solo em grande parte do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por outro lado, a menor incidência de radiação solar, a elevada umidade relativa do ar e o declínio das temperaturas passaram a influenciar o ritmo das operações e o desenvolvimento vegetativo.

No vídeo, detalhamos o panorama por estado:

Mato Grosso do Sul: Conclusão do plantio do milho segunda safra, totalizando cerca de 2,2 milhões de hectares. A colheita da soja atingiu 99,8% da área, e as avaliações de campo consolidaram uma produtividade média estadual de 62 sc/ha, indicando recuperação em relação ao ciclo anterior.

Paraná: O milho segunda safra ocupa aproximadamente 3 milhões de hectares, com 79% das lavouras em boas condições. O excesso de nebulosidade e as temperaturas mais baixas demandam atenção quanto ao potencial produtivo, embora a ausência de geadas traga estabilidade para as áreas em estágios sensíveis.

Santa Catarina: Encerramento da colheita do milho nos mais de 600 em mil hectares cultivados. A regularidade das chuvas em maio favoreceu o balanço hídrico do solo, estabelecendo perspectivas favoráveis para a continuidade do calendário agrícola estadual.

Rio Grande do Sul: A colheita da soja entrou na fase final, concentrada nas áreas tardias, enquanto o milho atingiu 97% da área colhida. As condições de alta umidade do ar e neblina prolongaram o ciclo final das culturas e reduziram o ritmo das máquinas, além de elevar a atenção fitossanitária nas lavouras remanescentes.

A melhoria da reserva hídrica no solo garante sustentação para o milho safrinha e para o início das culturas de inverno, sob monitoramento da dinâmica microclimática regional.

Como o clima tem influenciado o desenvolvimento e o manejo da safra na sua propriedade neste fechamento de maio? Deixe seu relato nos comentários.

🔵O novo Boletim TempoCampo já está no ar! Para mais informações, acesse o link na bio!📊 Confira e acompanhe as principai...
09/06/2026

🔵O novo Boletim TempoCampo já está no ar! Para mais informações, acesse o link na bio!

📊 Confira e acompanhe as principais notícias da safra de soja e como o clima vem afetando ela!

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