14/06/2025
O Brasil é o país que possui uma das maiores gerações de energia limpa do mundo com uma representação de 88% da matriz energética baseada em energia limpa, perdendo apenas para a Noruega que tem incríveis 98,5% de sua matriz nesta condição.
No Brasil temos hidrelétricas, parques eólicos e usinas solares fotovoltaicas conduzindo a nação para uma transição energética positiva, necessária e possível.
É sabido que o desenvolviento do setor energético é preponderante para o crescimento econômico de qualquer nação.
Por que nossas ações estão sempre na contra-mão desse objetivo? Qual o interesse em não desenvolver o Brasil energeticamente? Por que há empecilhos sempre que oportunidades surgem na busca do desenvolvimento sustentável e de crescimento econômico, o que está consolidadamente comprovado com a quantidade de emprego e renda que a setor de energia solar tem trazido para nosso país desde 2012 que chega hoje na casa dos 1.7 milhões de postos de trabalho criados e arrecadação de mais de 80 bilhões em impostos, dados estes da Absolar.
Impostos como o IOF, P*S, COFINS e IPI que são federais, tem participação direta na composição das cotações de produtos associados à energia solar.
Países da União Européia praticamente não possuem impostos na importação de módulos solares de países membros e possuem um imposto de salvaguarda para importação de países com a China, maior produtor mundial de módulos fotovoltaicos.
Este aumento de 9,6% para 25% no imposto de importação desses produtos não é para proteção da industria nacional porque esta não tem capacidade de atender a demanda necessária atual.
Então, o que está acontecendo na real?