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07/09/2020
14/03/2020

Curso Técnico-Comercial, desenvolvendo parcerias e rede de representantes.

Mais um projeto da GDF Solar instalado com Sucesso!!!! Capitólio - MG ☀️☀️☀️
13/03/2020

Mais um projeto da GDF Solar instalado com Sucesso!!!! Capitólio - MG ☀️☀️☀️

GOVERNO FEDERAL E CONGRESSO NACIONAL SE UNEM A FAVOR DO SETOR DE ENERGIA SOLAR E CONTRA A REVISÃO DA PROPOSTA DA ANEEL  ...
10/02/2020

GOVERNO FEDERAL E CONGRESSO NACIONAL SE UNEM A FAVOR DO SETOR DE ENERGIA SOLAR E CONTRA A REVISÃO DA PROPOSTA DA ANEEL 👍🏾👍🏾👍🏾👏🏾👏🏾👏🏾

Em janeiro deste ano, o atual presidente da República, Jair Bolsonaro, com o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado, anunciou um novo Projeto de Lei que visa uma votação a favor da proibição de taxas cobradas em cima da geração de energia solar fotovoltaica no país.

Em 2018 a Agência Nacional de Energia Elétrica, ANEEL, colocou em vigor a revisão da Resolução Normativa 482, na qual é regulamentado que o valor da energia solar gerada pelo consumidor é integralmente compensado pelo valor da tarifa de energia cobrada pela distribuidora. Ou seja, a cada 1kWh gerado no sistema de geração de energia equivale a 1kWh na tarifa de energia. Tal financiamento solar ajudou o consumidor brasileiro a gerar a própria energia a partir do sol, retornar o excedente para a rede tradicional e obter compensação sobre este retorno na conta de luz.

Além disso, permitiu a expansão da energia renovável no Brasil, com crescimento em termos de número de projetos muito superior ao previsto quando a Resolução foi publicada, em 2012. Para se ter uma ideia, em oito anos desde a implantação da norma, o mercado de energia solar do país atingiu a marca histórica de 2,030 gigawatts (GW) de potência instalada por meio de 175 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede e mais de R$ 10 bilhões em investimentos acumulados até o momento.

Entretanto, depois de quase 10 anos de evolução crescente no setor solar brasileiro, a ANEEL decidiu propor limitações aos descontos oferecidos pela RN 482, pois segundo as distribuidoras, esse modelo não representa uma remuneração adequada para a rede de distribuição.

Caso a proposta de revisão da normativa continue ativa e seja aprovada nos modelos apresentados mesmo com o novo Projeto de Lei em vigor, inviabilizaria o investimento em produção de energia solar, já que o retorno para quem investe em equipamentos, por exemplo, demoraria mais tempo que a própria vida útil dos aparelhos. A revisão acabaria representando a taxação do uso do sol e todo o setor de energia solar seria afetado de maneira negativa.

De acordo com Aldo Pereira Teixeira, presidente e fundador da ALDO Solar, uma das principais distribuidoras de equipamentos para geração de energia solar, TI e drones do país, "a união daqueles que enxergam a energia solar como uma luz-guia para quem precisa e deseja sair da escravidão da energia cara distribuída de maneira insatisfatória pelas grandes concessionárias, a população, os empresários do setor solar que investiram em equipamentos e conhecimento e geram hoje 60 mil empregos diretos (representantes, técnicos, instaladores), com o entendimento do Governo Federal e do Congresso Nacional vão dar um 'basta' na festa de lucro proposta pelas grandes distribuidoras, evitando a revisão das regras e devolvendo ao setor a tranquilidade e a força para retomar o desenvolvimento", comenta.

Atualmente a energia solar não é vista apenas como uma forma de fonte energética mais limpa e barata, mas sim como alternativa e recebe, em muitos países, investimentos do próprio governo em favor da evolução do setor.

"Juntos, Governo Federal, Congresso Nacional, empresários do setor solar e a população vão conseguir 'clarear' essa questão, e contra essa união não haverá argumento para impedir que se use livremente um de nosso bem mais valiosos: o sol", finaliza Aldo.

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PRESIDENTE BATEU MARTELO"NO BRASIL NINGUÉM VAI TAXAR O SOL E PRONTO"Depois de criticar a proposta da Aneel (Agência Naci...
06/01/2020

PRESIDENTE BATEU MARTELO
"NO BRASIL NINGUÉM VAI TAXAR O SOL E PRONTO"

Depois de criticar a proposta da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de taxar a energia solar, o presidente Jair Bolsonaro disse que o governo está trabalhando com a agência para estimular a geração desse tipo de energia sem taxar o usuário. O pronunciamento foi feito pelo Twitter.

“O nosso Governo está trabalhando junto a Aneel para atender ao interesse público nessa questão, ou seja, estimular a geração de energia solar (placas fotovoltaicas), sem taxar o usuário”, frisa.

Bolsonaro justifica que a revisão da metodologia da geração solar já estava definida pela Aneel desde 2015 e que as decisões das agências só podem ser questionadas na justiça.

Em outubro, o presidente já havia criticado a proposta da agência e disse que seria como ‘taxar o sol’. “A Aneel estuda a taxação da energia solar. Tem um entendimento que é diferente do meu. Tá certo que eles entendem. Taxar o sol, ô pessoal, já vai para o deboche. Vai haver uma grande reunião do setor com o Bento (Albuquerque, ministro de Minas e Energia) na quinta-feira. Devemos estimular o consumo sem qualquer taxação”, disse.

PIRATUBA VAI RECEBER MAIOR COMPLEXO DE PRODUÇÃO DE ENERGIA FOTOVOLTAICA DO ESTADO CATARINENSEA cidade de Piratuba, em Sa...
08/11/2019

PIRATUBA VAI RECEBER MAIOR COMPLEXO DE PRODUÇÃO DE ENERGIA FOTOVOLTAICA DO ESTADO CATARINENSE

A cidade de Piratuba, em Santa Catarina, vai receber o maior complexo de produção de energia fotovoltaica do Estado, com investimento de R$ 12 milhões do Grupo RIC Santa Catarina. O anúncio foi feito em outubro deste ano, quando o empresário e presidente executivo do Grupo RIC, Marcelo Corrêa Petrelli, esteve na Prefeitura de Piratuba para alinhar com o prefeito Olmir Paulinho Benjamini e demais autoridades locais as estratégias do projeto.

Será a maior usina fotovoltaica de geração distribuída no modelo remoto do estado, com 2,6 megawatts (MW), para suprir o sistema e ser consumida pelas emissoras de televisão do grupo de operações da Rede Independência de Comunicação – (RIC), em múltiplas regiões do estado. A implantação do sistema ocorrerá nos próximos meses, com previsão de início de operações para janeiro de 2020.

Segundo Petrelli, a cidade foi escolhida pela equipe técnica por ser um município com forte incidência solar nos distintos períodos do ano. “Identificamos em Piratuba uma região extremamente saudável, propositiva e tecnicamente viável para que possamos fazer nossos investimentos. Estamos muito satisfeitos com a recepção”, comentou.

A escolha de Piratuba foi uma grande surpresa para a equipe do prefeito Bile. “Vamos apoiar a criação do complexo fotovoltaico no município, mantendo sua tradição em geração de energia limpa e sustentabilidade”, disse o prefeito.

O complexo está previsto para ser instalado em uma área rural, na região do Bairro Verde, composto por painéis solares, compostos por células fotovoltaicas, feitos de materiais semicondutores. A geração de corrente elétrica ocorre quando os fótons (partículas de luz solar) colidem com os átomos do material do painel solar, provocando assim o deslocamento dos elétrons e por consequência a geração de corrente elétrica.

A geração de usinas de energia solar cresceu 86,6% no primeiro semestre de 2019. A produção foi de 485 MW médios em comparação aos 260 MW médios entregues ao Sistema Interligado Nacional – SIN no ano passado neste mesmo período. As informações são dos dados consolidados do boletim InfoMercado Mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE.

Em 2019, a CCEE contabilizou 86 usinas de energia solar fotovoltaica em operação comercial, representando um crescimento de 56,4% ante às 55 usinas existentes no primeiro semestre de 2018.

Apesar de Santa Catarina não figurar entre as regiões do país com maior incidência solar é do Estado a liderança no aproveitamento da energia gerada a partir do sol per capta. Quando considerado o volume de unidades de geração distribuída SC aparece em quarto lugar: aqui estão 2,2 mil das 24,6 mil fontes em todo o País. Esta posição de destaque se deve aos incentivos para a aquisição deste tipo de tecnologia e o desenvolvimento de uma consciência ambiental.

RENOVÁVEIS DEVEM CRESCER DOIS DÍGITOS EM 2019, APONTA AIEAs renováveis devem voltar a crescer a dois dígitos em 2019. A ...
07/10/2019

RENOVÁVEIS DEVEM CRESCER DOIS DÍGITOS EM 2019, APONTA AIE

As renováveis devem voltar a crescer a dois dígitos em 2019. A expectativa é de que o crescimento seja de 12% este ano, o ritmo mais acelerado em termos percentuais desde 2015, segundo a Agência Internacional de Energia – AIE. Essa previsão representaria um aumento em termos nominais de 200 GW, a maior parte por conta da expansão da fonte solar fotovoltaica e eólica. A fonte solar deve apresentar um crescimento de 17%.

Ainda segundo estudo da AIE, o custo da fonte solar caiu mais de 80% desde 2010, atribuindo a esta tecnologia competitividade em diversos países. Com isso, a agência estima que o aumento da capacidade solar em termos mundiais deverá alcançar 115 GW somente este ano, mesmo com o leve declínio na China, o maior mercado mundial.

Caso essa previsão se concretize, esse será o primeiro ano em que a fonte ultrapassará a adição de 100 GW em 12 meses e o terceiro ano sem sequência em que a solar PV responde por mais da metade da nova capacidade de renováveis colocadas em operação no mundo.

O diretor executivo da AIE, Fatih Birol, comemorou os resultados deste ano, depois de 2018 ser classificado como abaixo das expectativas. “Essa expansão ocorre em um momento em que vemos uma retração nos preços da fonte solar fotovoltaica e, ao mesmo tempo, um crescimento robusto na eólica onshore. Quanto à força dos ventos offshore, ele classificou o momento como de sinais encorajadores”, comentou.

O estudo do Cenário de Desenvolvimento Sustentável pela AIE aponta que a capacidade instalada das renováveis precisa aumentar em média em mais de 300 GW cada ano entre 2018 e 2030 para que se possa alcançar as metas do acordo de Paris.

Apesar do crescimento da fonte solar ter sido menor na China, a expansão tem sido compensada pelo incremento na União Europeia, liderada pela Espanha, Vietnam. Além disso, desenvolvedores correm para completar projetos antes de cortes de incentivos, além da Índia e Estados Unidos. Já no Japão, a corrida é para aproveitar os incentivos mais elevados que ainda vigoram por lá.

Segundo a análise da AIE, o desempenho do mercado chinês para a fonte solar ainda é uma grande incerteza. O país passa por uma transição na política de feed-in-tariffs para leilões competitivos, resultando em menor ritmo de lançamentos de projetos no primeiro semestre deste ano. Porém, o segundo semestre, a instalação de novas plantas deverá acelerar com a conclusão das primeiras usinas relacionadas aos leilões de grande escala e o surgimento de projetos que dependem muito menos de incentivos para competir com outras fontes de energia.

A previsão da AIE é um crescimento de 15% na fonte eólica na modalidade onshore, com o incremento de 53 GW em novos parques, sendo o maior volume de expansão verificado desde 2015, ano em que foi registrado recorde para essa forma de geração.

Para os parques eólicos offshore, a previsão é de que o volume some 5 GW em 2019 liderados pela União Europeia e China.

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