03/02/2026
Nos últimos posts, falamos sobre transições para a sustentabilidade. Agora, tornamos isso concreto, começando pelo próprio material e pelas características dos produtos da Oka.
Todo sistema material começa com uma escolha.
O nosso começa com a mandioca.
A mandioca não é apenas um insumo — ela é a nossa base.
Renovável, nativa de regiões tropicais e cultivada em toda a faixa tropical do planeta.
Na Oka, trabalhamos com a mandioca brava, uma variedade não comestível.
A mandioca utiliza relativamente pouca água, adapta-se a diferentes condições e pode contribuir para a restauração do solo quando bem cultivada.
Tradicionalmente, ela é cultivada junto com outras culturas alimentares básicas — fortalecendo sistemas agrícolas diversos, e não monoculturas.
Do ponto de vista sistêmico, essa escolha importa ainda mais.
A cadeia da mandioca gera renda para comunidades rurais e, no uso industrial, a fécula pode aumentar a renda dos agricultores em até 25%, ajudando a fortalecer um setor que vem diminuindo no Brasil nas últimas décadas.
Na Oka, escolher a mandioca é uma decisão material, ecológica, social e econômica. Aqui, a regeneração começa muito antes do chão de fábrica.
Também construímos esse trabalho em diálogo com parceiros como a Câmara Setorial da Mandioca, fortalecendo a colaboração ao longo da cadeia produtiva.