29/02/2016
Para aqueles que costumam acompanhar os fóruns de património e conservação e restauro, saiu este sábado uma notícia sobre uma intervenção levada a cabo pela ARGO, na Igreja da Misericórdia em Cabeção, bastante crítica relativamente ao trabalho ali realizado (que pode ser visto nesta página de facebook e no nosso site). Dez anos de existência e um vasto conjunto de projectos realizados (alguns dos quais premiados) deu-nos a perfeita noção que critica e elogio estarão sempre presentes naquilo que fazemos, e que por isso mesmo temos que estar preparados para ser escrutinados, avaliados, e sujeitos aos juízos de valor de todos aqueles que fazem parte deste nosso universo: clientes, profissionais, colaboradores, tutela, fornecedores, alunos de conservação e restauro…
Cabe-nos acolher a crítica que nos foi feita (ignorando as apreciações de âmbito pessoal), que tem um rosto associado, perceber os fundamentos apresentados no que foi escrito, e responder à mesma, expondo aquele que foi o nosso entendimento metodológico e que sustentou a referida intervenção. É isso que estamos a fazer, e que partilharemos convosco e com o autor das mesmas, logo que concluído. Depois do contraditório, e como sempre aconteceu ao longo destes dez anos na ARGO, respeitaremos o que daí advier, independentemente da sua natureza apreciativa ou depreciativa.
P'la Direcção da Argo