OZ Solar OZ Solar, Energias Renováveis, com projetos customizados para a necessidade de cada cliente.

OZ Solar, empresa de energia solar
Sendo empresa brasileira, que atua na área de soluções inteligentes em energia limpa. Com o objetivo de nos tornar referência em tecnologias inovadoras respeitando o meio ambiente.

27/10/2025
Com drones equipados com câmeras termográf**as, identif**amos falhas invisíveis a olho nu, aumentando a eficiência dos s...
15/08/2025

Com drones equipados com câmeras termográf**as, identif**amos falhas invisíveis a olho nu, aumentando a eficiência dos seus painéis solares e garantindo o máximo retorno do seu investimento.

A Suíça está instalando painéis solares entre os trilhos de trem e essa tecnologia pode fornecer energia para 300 mil re...
13/05/2025

A Suíça está instalando painéis solares entre os trilhos de trem e essa tecnologia pode fornecer energia para 300 mil residências sem atrapalhar a circulação dos trens.

Em um avanço inovador rumo às energias renováveis, a startup suíça Sun-Ways implantou painéis solares entre os trilhos próximos à cidade de Buttes, no oeste da Suíça.

Esse sistema diferenciado — desenvolvido para ser instalado e retirado com rapidez — é o primeiro no mundo a unir geração de energia solar com a infraestrutura ferroviária ativa. Ao contrário de outros projetos que utilizam trilhos, os painéis da Sun-Ways são completamente removíveis, permitindo o funcionamento normal dos trens e a realização de manutenções necessárias. Com o apoio da Agência Suíça de Promoção da Inovação e diversos parceiros, o projeto piloto busca provar que é viável transformar milhares de quilômetros de ferrovias subutilizadas em fontes de energia limpa.

Caso seja adotado em larga escala, a Sun-Ways estima que sua tecnologia poderia gerar até 2% da eletricidade do país, o suficiente para abastecer 300 mil lares. A proposta já chamou atenção internacional, com países como Coreia do Sul e Estados Unidos avaliando parcerias semelhantes. Embora alguns especialistas levantem dúvidas sobre a eficiência dos painéis removíveis a longo prazo, outros acreditam no enorme potencial de reutilizar estruturas existentes ao invés de ocupar áreas naturais. Com metas ambiciosas rumo a um futuro sem emissões, a Suíça vê na solução da Sun-Ways um modelo arrojado e expansível para produção de energia limpa sobre trilhos.

Para calcular a geração de energia das placas solares, é necessário considerar três fatores principais: a irradiância so...
06/05/2025

Para calcular a geração de energia das placas solares, é necessário considerar três fatores principais: a irradiância solar disponível na região, a eficiência dos painéis solares e a área total de instalação.

A fórmula básica para calcular a geração de energia é:
geração de energia (kWh) = irradiância solar (kWh/m²/dia) × eficiência do painel (%) × área do painel (m²) × número de dias.

Entenda a legenda:
inrradiância solar: refere-se à quantidade de energia solar que atinge uma área específ**a durante um determinado período. Esse valor varia conforme a localização geográf**a e as condições climáticas;
eficiência dos painéis solares: é um índice que indica quanto da energia solar captada pelos painéis é convertida em energia elétrica utilizável. Painéis de alta eficiência geram mais energia em menor espaço;
área de instalação: a quantidade de placas solares que você pode instalar está diretamente relacionada ao espaço disponível. Quanto maior a área, mais painéis podem ser instalados, aumentando a geração de energia.
Esse cálculo é fundamental para dimensionar corretamente o sistema fotovoltaico e garantir que ele atenda às necessidades energéticas do projeto.

Como calcular o número de placas solares para um projeto de energia solar?
Calcular o número de placas solares necessárias para um projeto envolve alguns passos essenciais.
1. Defina a região de instalação do sistema
Essa avaliação deve considerar a área disponível e o seu potencial de insolação. Vale destacar que a captação não depende exclusivamente de sol: basta ter iluminação no local onde os painéis estão instalados para ocorrer a geração de energia — ou seja, mesmo em dias nublados e frios, é possível gerar energia.
A instalação dos painéis é geralmente feita nos telhados das edif**ações, e alguns deles são mais privilegiados do que outros na quantidade de luz solar. Em alguns casos, podem existir sombras (de prédios, árvores ou da própria caixa d’água) que comprometem a captação dos raios solares.
Por isso, é importante analisar a quantidade de luz solar incidente (o chamado índice solarimétrico). Esse índice mede o potencial de insolação do lugar, apresentando a quantidade de watts que incide em uma área de 1 m² durante um dia, naquela região onde o projeto será instalado.

Essa verif**ação pode ser feita buscando a latitude e longitude do local, e verif**ando o índice solarimétrico em bancos de dados especializados, como do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Com essa informação em mãos é possível analisar o melhor local para a instalação e também a inclinação dos painéis para receberem mais insolação. No entanto, até mesmo o volume de poluição atmosférica do local onde os painéis estão instalados pode interferir na capacidade de geração fotovoltaica.

2. Escolha dos painéis fotovoltaicos
As placas fotovoltaicas precisam ser bem fixadas em suportes de aço galvanizado ou alumínio, para que não se desprendam dos telhados em caso de chuvas mais fortes ou vento.

Em locais com telhas de barro, são utilizados ganchos na estrutura de madeira, nos quais os painéis são fixados. Quando a cobertura é metálica ou feita com fibrocimento, são utilizados parafusos em sua estrutura. No caso, os furos nas telhas precisam ser vedados com selante, para evitar infiltração.

É recomendado que os módulos tenham uma inclinação mínima de 5 graus para o escoamento de água. A inclinação máxima depende da latitude do local de instalação.

O tipo de painel a ser utilizado dependerá da área ocupada, do tipo de superfície, da durabilidade e da estabilidade desejada. Conhecer esses detalhes técnicos dos equipamentos é uma responsabilidade do prestador de serviços.
A potência de um módulo fotovoltaico é definida em te**es de laboratório em condições favoráveis, e pode não ser a mesma obtida na instalação em campo. Isso é mais um desafio dos projetos, que pode ser minimizado com a análise correta dos dados de consumo do cliente e a definição da melhor área para instalação.
por Redação Aldo Solar Publicado Atualizado em 2 de maio de 2025

O carregador EV inteligente da Growatt pode ser utilizado em vários cenários, incluindo residencial e comercial. Sua cap...
23/04/2025

O carregador EV inteligente da Growatt pode ser utilizado em vários cenários, incluindo residencial e comercial. Sua capacidade de carregamento rápido DC de 40kW trifásico 380V com destaque o modo de carga de ligação fotovoltaica acionado por energia
solar, carregue seu carro com 100% de energia renovável, o EV será carregado dinamicamente pela energia solar, combinando o gerador fotovoltaico para maximizar o autoconsumo solar.

Reduza sua conta de luz e tenha independência energética com a energia solar híbrida.Eficiência energética e redução dos...
08/04/2025

Reduza sua conta de luz e tenha independência energética com a energia solar híbrida.
Eficiência energética e redução dos custos operacionais estão entre os principais benefícios do sistema solar híbrido. Essa solução permite otimizar o consumo elétrico ao integrar fontes renováveis e garantir maior independência energética.
Sustentabilidade e alto consumo de energia para bombas, aeração e outros equipamentos de custo elevado de operação estão alinhados à necessidade de manter os camarões em condições ideais. Os Benefícios incluem soluções que garantam economia de energia, continuidade no fornecimento (sem quedas) e menor impacto ambiental.

Com o Gerador de energia Oz Solar instalado em seu imóvel é possível produzir 100% da energia que se consome. Isso signi...
28/03/2025

Com o Gerador de energia Oz Solar instalado em seu imóvel é possível produzir 100% da energia que se consome. Isso signif**a que a redução no valor da sua conta é de até 98% e imediata. É necessário apenas pagar a taxa obrigatória da concessionária. Os únicos custos que envolvem o sistema de energia fotovoltaica são a limpeza periódica dos painéis. Ou seja: se levarmos em consideração que a fonte operacional da energia solar é gratuita, podemos dizer que o usuário desse tipo de alternativa terá uma economia considerável no seu orçamento.

As diferenças entre GD compartilhada, remota, condominial e junto à carga? Em primeiro lugar, a Geração Distribuída é o ...
05/12/2024

As diferenças entre GD compartilhada, remota, condominial e junto à carga? Em primeiro lugar, a Geração Distribuída é o segmento da fonte solar cuja energia consumida é produzida no próprio local de consumo ou perto dele.
Esse segmento é oposto à Geração Centralizada. Assim, uma das diferenças entre GD e Geração Centralizada é a forma de geração da eletricidade. Essa etapa ocorre nas grandes usinas e depois a energia é distribuída aos consumidores por meio de linhas de transmissão.A Geração Distribuída foi criada em 2012, com a Resolução Normativa 482 pela ANEEL. Esse documento foi responsável pela definição das regras da GD e elaborou o sistema de compensação de energia elétrica.
Nessa modalidade, os adeptos investem no próprio equipamento fotovoltaico, um gerador elétrico, também classif**ado como microgerador. Sua capacidade é de até 75 kW, enquanto o minigerador tem uma capacidade de até 5 MW. Isso, dependendo da fonte renovável escolhida: eólica, solar, hídrica ou biomassa.
Os geradores, então, podem atender o consumo de todo tipo de unidade consumidora, como empresas, residências, indústrias e propriedades rurais. E, quando estão conectados à rede elétrica da distribuidora local, esses sistemas são chamados ON GRID. Caso a energia gerada seja superior ao consumo, em determinado momento, o excedente é injetado na rede para servir, posteriormente, como créditos. Dessa forma, são usados para descontar do que foi consumido da rede. Com isso, os consumidores podem economizar até 95% na conta de luz, f**ar livres dos aumentos das tarifas e das indesejáveis bandeiras tarifárias. A primeira modalidade de GD ainda é a mais usada por consumidores brasileiros que aderiram à Geração Distribuída. Com ela, o adepto pode instalar seu próprio micro ou minigerador no local de consumo.
Esse é o caso típico das instalações de equipamentos fotovoltaicos residenciais, em que os painéis são fixos sobre o telhado. Dessa forma, geram toda a energia necessária para atender o consumo do local. Essa modalidade facilita a união de dois ou mais consumidores que desejam compartilhar a geração de energia por um único sistema. Nesse caso, pessoas físicas ou jurídicas abrem uma cooperativa ou consórcio a fim de investir em um gerador. Esse equipamento, então, produz energia/créditos para abastecer todos os participantes, de acordo com a proporção de cada um, conforme definição contratual.
O sistema, no entanto, recebe apenas uma titularidade, do consórcio ou cooperativa, e deve ser instalado em um lugar diferente das unidades consumidoras participantes. Contudo, todos são obrigados a pertencer à área de permissão ou de concessão da mesma distribuidora.
É uma modalidade muito usada pelas fazendas solares. Nelas, as empresas ou indivíduos compram ou alugam um lote de painéis fotovoltaicos para produzir energia e economizar nas faturas. É importante frisar, no entanto, que, se o sistema ultrapassar 75 MW, o pagamento será realizado por demanda contratada.
Autoconsumo remoto
Autoconsumo remoto é contrário à modalidade junto à carga. Nessa categoria o consumidor está autorizado a instalar seu equipamento fotovoltaico em um ou mais imóveis distintos do que consumirá a energia.
Entretanto, todos os imóveis devem ter a mesma titularidade e localização dentro da área de concessão da mesma distribuidora. Isso signif**a que, tanto o imóvel com a instalação do gerador, quanto os outros que consumirão, devem ter o registro no mesmo nome da pessoa física ou jurídica (com matriz e filiais).
Essa modalidade é a segunda mais usada na GD. Além disso, é uma das três alternativas concebidas pela RN 687 que usam o sistema de créditos de energia como suporte para seu funcionamento.
Condomínios residenciais ou comerciais – empreendimento com múltiplas unidades consumidoras
A última modalidade é a dos empreendimentos com múltiplas unidades consumidoras, na qual ocorre uma reunião de participantes (condôminos) com a finalidade de investir em um sistema central. No entanto, sua instalação é feita em um local comum do empreendimento.
Assim sendo, o sistema pode ser projetado para abastecer áreas de uso comum do condomínio. Pode, ainda, gerar créditos para serem distribuídos aos condôminos conforme sua participação e usados para abatimento do consumo de suas unidades. Trata-se de uma modalidade muito usada em prédios comerciais, condomínios residenciais e shoppings.
Agora você sabe quais são as diferenças entre GD compartilhada, remota, condominial e junto à carga. Por isso, f**a mais fácil pensar no melhor projeto para atender às suas necessidades. Então, que tal aderir a essa fonte limpa e inesgotável?

Endereço

Rua MILTON STUDART
Aquiraz, CE
61700-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5585985526045

Site

http://ozsolar.my.canva.site/fale.conosco

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando OZ Solar posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para OZ Solar:

Compartilhar