01/04/2022
🛸 🕹Os Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) têm se destacado como protagonistas dessa revolução. Também denominados de drones, são controlados remotamente através de ondas de rádio, além de poderem ser equipados com a chamada carga útil: câmeras de alta resolução, GPS, sensores ou até mesmo defensivos agrícolas.
Além da carga útil, podem possuir também algoritmos e softwares complexos de reconhecimento de imagens e padrões.
Naturalmente que a não utilização dessa tecnologia, ou seja: sem a análise de imagens aéreas, a coleta/análise dos dados das culturas é absolutamente limitada e imprecisa, pois se consolida de maneira manual por algum funcionário, que realizará estudos posteriores e/ou a alimentação de planilhas e gráficos de controle e gestão.
A aplicabilidade dos VANTs no âmbito agrícola é vasta, como exemplo, temos:
✅ Sensoriamento remoto (analisando os fenômenos existentes na superfície monitorada);
✅ Monitoramento das contínuo das plantações e culturas (através de imagens aéreas e panorâmicas),
✅ Detecção precisa de secas e pragas, as estimativas de produtividade da safra, o mapeamento agrícola/hídrico,
✅ identificação e contenção de queimadas;
A maioria desses equipamentos são leves e de pequeno porte, mas capazes de realizar voos rasantes e em diferentes velocidades, possibilitando a pulverização de defensivos agrícolas de maneira precisa, melhorando o controle de pragas, e reduzindo expressivamente os gastos com pesticidas.
🎯A utilização de drones além de reduzir o custo operacional, a tecnologia permite a análise dos dados, fornece informações precisas da plantação, garantindo rápidas intervenções, decisões assertivas e mitigando perdas.
💸 O retorno sobre o investimento (direcionado à implementação de drones na agricultura) é rápido, na maioria dos casos, podendo ser obtido em apenas uma colheita!