Sthorm Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Sthorm, Ciência, tecnologia e engenharia, Belém.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especializada em Biologia Vegetal, botânica ...
26/08/2026

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especializada em Biologia Vegetal, botânica e conservação, acaba de reencontrar espécies de plantas que não eram registradas pela ciência há décadas e, em alguns casos, há mais de um século.

A investigação faz parte do Projeto de Conservação de Espécies Raras e Endêmicas do Quadrilátero Ferrífero, desenvolvido dentro da Rede Propagar, que reúne universidades e instituições de pesquisa em parceria com a Vale.

O trabalho levou a equipe ao alto das montanhas do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, onde foram reencontradas espécies consideradas extintas, entre elas Paepalanthus magalhaesii e Coracoralina amoena, conhecidas como sempre-vivas ou “chuveirinhos”.

Endêmicas da região, essas plantas estão adaptadas a condições extremas, como solos muito finos, pouca água e alta exposição ao sol.

Agora, os pesquisadores estão analisando geneticamente as plantas e desenvolvendo técnicas para propagá-las em laboratório. A intenção é produzir mudas e, no futuro, reintroduzir essas espécies em áreas onde desapareceram. Essa recuperação pode ajudar a restaurar o equilíbrio dos ecossistemas e a preservar as relações entre plantas, polinizadores e outros organismos que dependem delas.

Fonte: Agência Brasil

A inteligência artificial tem sido usada para ler e interpretar a biologia: encontrar padrões no DNA, prever proteínas e...
21/08/2026

A inteligência artificial tem sido usada para ler e interpretar a biologia: encontrar padrões no DNA, prever proteínas e identificar possíveis doenças. Agora, pesquisadores deram um passo além: usaram IA para projetar um genoma funcional que não existia na natureza.

O estudo, publicado na Science, utilizou o Evo, um modelo de IA treinado com grandes quantidades de informação genética. Em vez de apenas reconhecer padrões, o sistema conseguiu combiná-los para criar novas sequências de DNA.

O resultado? Entre centenas de sequências produzidas e testadas em laboratório, 16 deram origem a bacteriófagos funcionais: vírus que infectam bactérias, e não células humanas.

E aqui está a parte realmente interessante: alguns desses vírus artificiais conseguiram eliminar bactérias tão bem quanto, ou até melhor que, o vírus natural usado como referência.

A descoberta pode abrir novas possibilidades para a terapia fágica, uma estratégia que utiliza bacteriófagos para combater bactérias, inclusive aquelas que desenvolveram resistência aos antibióticos.

Mas o avanço também levanta uma questão importante: se a IA está aprendendo a escrever sequências biológicas funcionais, até onde essa capacidade pode chegar?

Por enquanto, o experimento foi feito com um vírus simples e que não infecta humanos. Ainda assim, ele marca uma mudança importante na biologia: com a ajuda da IA, pesquisadores não estão apenas entendendo a vida, mas começando a projetá-la.

Fonte: Thenews e Science.org

Durante décadas, uma ideia parecia básica na biologia: para produzir uma nova molécula de DNA, é preciso usar uma molécu...
17/08/2026

Durante décadas, uma ideia parecia básica na biologia: para produzir uma nova molécula de DNA, é preciso usar uma molécula de DNA que já existe como molde. Agora, cientistas descobriram bactérias capazes de fazer isso de uma maneira completamente diferente: usando uma proteína como molde para construir DNA.

O mecanismo foi encontrado em um sistema de defesa bacteriano contra vírus. A proteína orienta a produção de uma sequência de DNA altamente repetitiva, que aparentemente ajuda a célula a reconhecer e combater invasores.

A descoberta surpreendeu os pesquisadores porque revela uma estratégia molecular que não se encaixa no modelo tradicional de como a informação genética é copiada. E mostra que até processos considerados fundamentais para a vida podem ser muito mais diversos do que imaginávamos.

Além de uma nova forma de produzir DNA, o achado levanta uma questão maior: quantas outras maneiras de armazenar, copiar e transmitir informação biológica ainda desconhecemos?

Fonte: Science.org 16/04/2026

E se as políticas ambientais também precisassem cuidar da nossa saúde mental?Um texto publicado hoje na Nature alerta pa...
10/08/2026

E se as políticas ambientais também precisassem cuidar da nossa saúde mental?

Um texto publicado hoje na Nature alerta para uma lacuna importante: tratados e políticas ambientais globais ainda consideram pouco os impactos psicológicos e sociais das mudanças climáticas, da perda de biodiversidade e da poluição.

O artigo reúne evidências de diferentes áreas e países. Um estudo publicado em 2025 analisou as políticas climáticas de 38 países de alto ou muito alto risco e descobriu que apenas 8 mencionavam explicitamente a saúde mental em seus compromissos climáticos.

As evidências também mostram que a relação entre ambiente e saúde pode ser direta. Uma revisão sistemática internacional sobre pesticidas altamente perigosos encontrou redução nas taxas gerais de suicídio após medidas que restringiam seu acesso em 4 dos 5 estudos analisados, com quedas entre 7% e 45%.

Para os autores, desastres climáticos, perda de território e meios de subsistência, poluição e degradação ambiental podem afetar segurança, qualidade de vida e saúde mental, especialmente entre populações mais vulneráveis.

O alerta reforça um princípio essencial da : a saúde humana não existe separada da saúde do planeta. Políticas ambientais precisam considerar não apenas ecossistemas e emissões, mas também as pessoas que vivem dentro deles.

Fonte: Nature, 10 ago. 2026

O Brasil registrou na B3 a primeira operação de crédito usando bovinos tokenizados como garantia. Na prática, cada anima...
29/07/2026

O Brasil registrou na B3 a primeira operação de crédito usando bovinos tokenizados como garantia. Na prática, cada animal recebeu uma identidade digital baseada em dados como localização, saúde e produtividade, monitorados em tempo real. Essas informações foram convertidas em um token, permitindo que o rebanho fosse utilizado como garantia para um empréstimo de R$ 100 mil.

Mas a grande inovação vai muito além da pecuária. A tokenização permite criar uma representação digital segura e rastreável de ativos do mundo real. Com isso, bens físicos podem ser registrados, negociados e utilizados em operações financeiras com mais transparência, menos burocracia e maior eficiência.

Hoje, essa tecnologia foi aplicada a bovinos. Mas, futuramente, ela pode ser aplicada em imóveis, máquinas, obras de arte e áreas de conservação ambiental.

É justamente aí que está seu potencial transformador. Ao tornar esses ativos mais acessíveis ao mercado, a tokenização pode facilitar investimentos, ampliar o acesso a crédito e criar novas formas de financiar projetos de conservação e restauração ambiental, atribuindo valor econômico à proteção da natureza.

No caso de ativos vivos ou naturais, isso significa acompanhar sua origem, localização, condições e evolução de forma transparente e rastreável. Essa capacidade de monitoramento fortalece a confiança nas negociações e abre caminho para que ativos ambientais, como áreas preservadas, projetos de restauração e créditos de biodiversidade, possam ser valorizados e financiados com muito mais segurança.

Fonte: Reportagem CNN Agro “Vacas tokenizadas movimentam R$ 100 mil na primeira operação na B3”

Enquanto discutimos o consumo de água e energia dos data centers, existe outro impacto quase invisível e ainda pouco est...
27/07/2026

Enquanto discutimos o consumo de água e energia dos data centers, existe outro impacto quase invisível e ainda pouco estudado: a poluição sonora. Animais não podem fechar a janela nem colocar protetores auriculares. E, à medida que a infraestrutura da Inteligência Artificial cresce, esse desafio para a biodiversidade também aumenta.

Os sistemas de refrigeração dos grandes data centers funcionam 24 horas por dia, produzindo um zumbido contínuo de baixa frequência. Em algumas áreas internas, o ruído pode chegar a 96 dBA. Para comparação, um trânsito intenso em uma grande cidade costuma atingir cerca de 85 dB.

A maior meta-análise já realizada sobre os efeitos da poluição sonora na fauna, publicada pela Royal Society, reuniu 487 resultados experimentais envolvendo 109 espécies. A conclusão foi contundente: a poluição sonora afeta anfíbios, insetos, aves, peixes, mamíferos, moluscos e répteis. Para os pesquisadores, o ruído deve ser tratado como uma forma séria de poluição ambiental. Muitas espécies dependem do som para encontrar parceiros, localizar alimento, defender território, detectar predadores e se orientar. Quando esses sinais naturais são mascarados por ruídos constantes, funções essenciais para a sobrevivência podem ser comprometidas.

O portal The Animal Reader, ao reunir as evidências científicas mais recentes sobre IA e biodiversidade, destaca que os data centers podem representar um novo fator de pressão para a fauna devido ao ruído emitido. Segundo a reportagem, as espécies noturnas estão entre os grupos potencialmente mais vulneráveis.

À medida que a demanda por Inteligência Artificial acelera a construção de novos data centers em todo o mundo, cresce também a necessidade de compreender seus impactos ambientais para além do consumo de água e energia. O desafio agora é garantir que a infraestrutura da revolução digital avance em equilíbrio com a conservação da biodiversidade.

Fontes: PubMed “The effects of anthropogenic noise on animals: a meta-analysis”, ScienceDirect “Global data center expansion and health: A call for empirical research”
Animal Reader: “How AI data centers are affecting wildlife”

Um estudo inédito da Universidade Federal do Pará revelou que 100% dos girinos analisados na Amazônia continham microplá...
24/07/2026

Um estudo inédito da Universidade Federal do Pará revelou que 100% dos girinos analisados na Amazônia continham microplásticos no organismo. É a primeira vez que essa contaminação é documentada em filhotes de anfíbios na região, mostrando que a poluição plástica atinge a vida selvagem desde os seus estágios mais iniciais.

Os pesquisadores encontraram pequenas fibras e fragmentos de plástico dentro dos animais, que podem afetar seu desenvolvimento, crescimento e sobrevivência. Como sapos, rãs e pererecas são considerados importantes indicadores da saúde dos ecossistemas, esse achado acende um alerta: se esses organismos já estão sendo impactados, todo o ambiente ao seu redor também pode estar.

Os microplásticos já foram encontrados na água, no solo, nos alimentos e até no corpo humano. Agora, a pesquisa reforça que essa poluição alcança também espécies essenciais para o equilíbrio da biodiversidade amazônica.

Entender como esses contaminantes afetam diferentes formas de vida é fundamental para desenvolver estratégias de conservação e reduzir os impactos de um dos maiores desafios ambientais da atualidade.



Fonte: BBC News Brasil

Uma descoberta liderada pelo pesquisador brasileiro José Pedro Friedmann Angeli, da Universidade de Würzburg, na Alemanh...
22/07/2026

Uma descoberta liderada pelo pesquisador brasileiro José Pedro Friedmann Angeli, da Universidade de Würzburg, na Alemanha, acaba de receber um dos mais importantes prêmios científicos do país. O reconhecimento veio pelos avanços no estudo da ferroptose, um mecanismo de morte celular que pode abrir caminho para novas estratégias contra tumores agressivos e resistentes aos tratamentos atuais.

Diferente de outros processos de morte celular, a ferroptose acontece quando a oxidação de lipídios danifica a célula até levá-la à destruição. O grande interesse da ciência é entender como induzir esse processo de forma controlada para eliminar células cancerígenas que conseguem escapar da quimioterapia e de outras terapias.

Embora a pesquisa ainda esteja na fase experimental e não represente um tratamento disponível para pacientes, ela amplia nossa compreensão sobre a biologia do câncer e pode acelerar o desenvolvimento de terapias mais eficazes no futuro.

Cada avanço na ciência básica nos aproxima de uma medicina mais precisa, mostrando que entender os mecanismos da vida é o primeiro passo para transformá-la.

Câncer

Fonte: Reportagem do G1

O combate ao câncer de mama acaba de ganhar mais um importante aliado.A Anvisa aprovou o uso precoce de uma terapia dire...
20/07/2026

O combate ao câncer de mama acaba de ganhar mais um importante aliado.

A Anvisa aprovou o uso precoce de uma terapia direcionada para pacientes com câncer de mama HER2-positivo, um dos subtipos mais agressivos da doença. A nova indicação permite que o tratamento seja utilizado em uma fase mais precoce para pacientes que ainda apresentam sinais da doença após a terapia inicial, ampliando as possibilidades de reduzir o risco de recorrência.

Esse é mais um exemplo de como a medicina de precisão está transformando a oncologia: tratamentos cada vez mais direcionados ao perfil biológico do tumor, oferecendo melhores perspectivas para pacientes e profissionais de saúde.

Cada nova aprovação representa muito mais do que um medicamento. É o resultado de anos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, e um passo importante para tornar o tratamento do câncer cada vez mais eficaz e personalizado.

News

A pequena abelha mandaguari (Scaptotrigona depilis), espécie nativa brasileira e sem ferrão, acaba de mostrar que pode s...
16/07/2026

A pequena abelha mandaguari (Scaptotrigona depilis), espécie nativa brasileira e sem ferrão, acaba de mostrar que pode ser uma grande aliada da cafeicultura. Um estudo conduzido pela Embrapa e instituições parceiras revelou que a presença dessas abelhas durante a florada do café arábica aumentou em até 67% a produção de frutos nos ramos mais próximos às colônias. O resultado foi publicado na revista científica Frontiers in Bee Science.

O dado chama atenção porque o café arábica consegue se autopolinizar. Ainda assim, a visita das abelhas melhora a transferência de pólen entre as flores, tornando a fecundação mais eficiente e aumentando a quantidade de frutos produzidos. Em outras palavras, mesmo uma planta que “não precisa” de polinizadores pode produzir muito mais quando eles estão presentes.

Além do impacto direto na produtividade, a pesquisa reforça a importância da conservação das abelhas nativas, frequentemente menos conhecidas que as abelhas europeias. Os pesquisadores também destacam que o manejo dessas colônias pode se tornar uma estratégia sustentável para elevar a produção sem depender exclusivamente da expansão de áreas cultivadas ou do aumento do uso de insumos agrícolas.

A descoberta é especialmente relevante para o Brasil, um dos maiores produtores e exportadores de café do mundo. Em um cenário de mudanças climáticas e pressão por uma agricultura mais sustentável, proteger polinizadores pode significar não apenas preservar a biodiversidade, mas também garantir a segurança alimentar, aumentar a renda dos produtores e tornar a produção agrícola mais resiliente.

Fonte: Embrapa e CanalRural

Endereço

Belém, PA

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Sthorm posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Sthorm:

Atalhos

Compartilhar