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07/08/2018

A dúvida era: Esses cavalos marinhos nascem com uma cor e procuram um coral de cor similar pra camuflagem ou se adaptam à cor do coral?
Neste video da Deep Look contém a pesquisa que respondeu a pergunta.

((A edição de albuns não permite o expaçamento do texto por isso ta tudo junto. Siga as pontuações))Um festival de grãos...
31/05/2018

((A edição de albuns não permite o expaçamento do texto por isso ta tudo junto. Siga as pontuações))

Um festival de grãos de pólen destacando seus formatos geométricos e designes.

Para os vegetais, imóveis, o s**o é algo que precisa de uma ajudinha pra acontecer. O pólen, que é o equivalente ao espermatozoide nos animais, contém o material genético da parte masculina.

Por o ambiente não ser "molhado como acontece nos animais, quando o próprio gameta masculino se dirige ao feminino, os vegetais contam com essa transferência usando o vento e a ajuda de animais como os insetos.(em exceção as briófitas)

Certas especies de insetos e vegetais são mutuamente dependentes vindo de uma evolução conjunta ao longo de muito tempo.
As táticas desses seres imóveis para conseguir uma fecundação certeira nos faz mais uma vez viajar na "inteligencia" dessa forma de vida uma vez que na escala evolutiva vegetais surgem primeiro.

Se cair em uma parte feminina (estigma) de uma planta de outra especie, o que é comum, o grão permanece inerte.
Esses grãos se abrem apenas na concentração de açúcares e outros indicadores químicos específicos.
São milhões de tentativas para um acerto. Daí a produção em longuíssima escala.

O polen tem uma carga nutritiva elevada e é o subproduto do mel.

Nas ilustrações em anexo, grãos de pólen vistos ao microscópio em duas formas de microscopia . Microscopia de varredura: essa técnicia precisa os mais leves detalhes e suas cores são artificiais para o efeito de destaque; e a microscopia ótica comum.

A ultima foto mostra estratégia que gruda um pacote com milhares de grãos em inseto atraído por néctar. O inseto involuntariamente transfere os grãos para as próximas flores dando sucesso a tática de movimentação e tranferencia. A parte feminina é anatômica e estratégicamente posicionada de modo a ter o contato na altura certa de onde foi colocado esses pacotes pela flor anterior.

Em penultimo: Uma das coisas mais fascinantes de se ver nessa vida: Formação do tubo polínico. Característica que surgiu depois das briófitas( primeiros vegetais terrestres) que permitiu a independência do meio molhado para reprodução.
Da pra se ver a construção e movimentação dos nucleos genéticos até o encontro da outra metade onde surgira a semente.

Fotos> Google

Sustentabilidade e inovação.
22/02/2018

Sustentabilidade e inovação.

A telha solar da Tesla já foi testada, aprovada e agora está sendo comercializada em pequena escala em Fremont, na Califórnia.... Leia mais

21/02/2018

Exemplares do primeiro grupo de animais capazes de se movimentar, os cnidários e sua anatomia e designes artísticos

https://www.youtube.com/watch?v=ALziqtuLxBQ Vídeo explicando o método de decolagem usado pelos Pterossauros, os magnífic...
18/02/2018

https://www.youtube.com/watch?v=ALziqtuLxBQ Vídeo explicando o método de decolagem usado pelos Pterossauros, os magníficos répteis arcossauros voadores da Era Mesozóica.

A 3D animation showing the 3 stages of a Pterosaur Quadrupedal Launch Animation (Stance, Vault, Launch). Direct Dimensions Laser Scanned and Digitally Modele...

https://www.youtube.com/watch?v=NphNApmSZ0U Vídeo mostrando o processo evolutivo de carapaça das tartarugas desde as cos...
18/02/2018

https://www.youtube.com/watch?v=NphNApmSZ0U Vídeo mostrando o processo evolutivo de carapaça das tartarugas desde as costelas até a casca e o plastrão completos.

Evolution of the turtle shell based on developmental and fossil data. This animation is based on the work of Dr. Tyler Lyson, currently at the Smithsonian In...

12/12/2017

Excelente material

repost
03/11/2017

repost

UFMG oferece curso de especialização em fontes alternativas de energia; inscrições abertas a partir do dia 15 de novembro

Os embriões humanos e de outros animais geralmente se parecem em determinados estágios de desenvolvimento porque compart...
27/09/2017

Os embriões humanos e de outros animais geralmente se parecem em determinados estágios de desenvolvimento porque compartilham genes antigos.

No desenvolvimento embrionário, humanos, peixes e outros embriões, por vezes, compartilham características, como caudas e estruturas semelhantes a brânquias.

Os embriões humanos parecem os de muitas outras espécies, porque todos os animais possuem genes muito antigos. Esses genes datam da origem das células, que são expressas durante uma fase intermediária do desenvolvimento embrionário, de acordo com dois documentos separados publicados na Nature desta semana.

Essas descobertas ajudam a explicar por que nossos embriões têm uma cauda quando têm poucas semanas de vida e por que os embriões humanos retém outras características, similares em embriões de peixes.

"Em média, as semelhanças serão ainda mais fortes para espécies mais relacionadas", disse Diethard Tautz ao Discovery News.

"No entanto, é verdade que mesmo o peixe e os embriões humanos passam por uma fase onde são muito comparáveis, enquanto eles são bastante diferentes antes e depois disso", acrescentou Tautz, co-autor de um dos trabalhos e atua como diretor-geral da o Instituto Max Planck de Biologia Evolutiva.

Os embriões humanos em um determinado estágio, portanto, têm uma cauda e estruturas no pescoço, que nos peixes, mais tarde se transformam em brânquias. Nos seres humanos, essas estruturas tornam-se nossas mandíbulas. Bergman disse que os embriões humanos também possuem um nervo laríngeo que viaja do cérebro debaixo da aorta e depois de volta à laringe.

"O caminho desnecessariamente longo desse nervo é compartilhado por todos os vertebrados e só faz sentido ao considerarmos que, a origem dos vertebrados é de um antepassado semelhante a um peixe", disse ele.

"Nós somos apenas peixes altamente evoluídos!" Bergman concluiu.

BY DNEWS FEBRUARY 11, 2013 3:00 AM EST

https://www.seeker.com/embryos-show-all-animals-share-ancient-genes-discovery-news-1766482931.html

As Eras Geológicas representam cada uma das grandes divisões do tempo geológico do planeta.Desde a origem da terra, idad...
03/09/2017

As Eras Geológicas representam cada uma das grandes divisões do tempo geológico do planeta.

Desde a origem da terra, idade estimada em cerca de 4,6 bilhões de anos, a mesma do sistema solar, calculada a partir do estudo de meteoritos, passaram-se quatro Eras. Da mais antiga a mais recente são: Pré-cambriana, Paleozóica, Mesozóica e a Cenozóica.

As eras, por sua vez, podem ser subdivididas em etapas menores denominadas períodos, e esses, em épocas.

Dessa forma, as Eras se subdividem em:

Pré-cambriana → com apenas um período: Pré-cambriano;
Paleozóica → com 6 períodos: Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano;
Mesozóica → com 3 períodos: Triássico, Jurássico e o Cretáceo;
Cenozóica → com 2 períodos: Terciário (épocas – Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno e Plioceno) e Quaternário(época – Pleistoceno e Recente);

Portanto, a história da Terra divide-se em várias etapas, que correspondem às principais fases de seu desenvolvimento. Na passagem da Era Pré-Cambriana para a Paleozóica ocorreu uma súbita expansão e diversificação dos animais.

O marco divisor entre a Paleozóica e a Mesozóica representa a extinção de muitos grupos de animais e vegetais, e a formação do supercontinente Pangéia. E a transição da Mesozóica para a Cenozóica caracteriza-se pelo desaparecimento de grandes répteis e de vários animais marinhos.

Imagem:
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