26/06/2019
Tão requisitado no verão e essencial aos motoristas que só se sentem seguros atualmente com os vidros fechados, o ar-condicionado automotivo funciona à base de gás de refrigeração e merece atenção especial.
Ao contrário do que muitos costumam dizer, o gás não gasta nem envelhece, embora não esteja livre de vazamentos, o defeito mais comum no sistema de refrigeração do veículo.
Conforme os especialistas, a falta de uso do ar-condicionado, sobretudo no período do inverno, que começa oficialmente hoje, é o grande erro cometido pela a maioria dos motoristas.
“Deve-se ter o hábito de ligá-lo pelo menos uma vez por semana por dois ou três minutos”, recomenda Alexandre Estêvão, dono da Teco Sound e acessórios, empresa especializada no assunto em Belo Horizonte.
Segundo Alexandre os vazamentos ocorrem devido a ação corrosiva do gás usado para refrigerar o interior do veículo. “O sistema de ar-condicionado funciona junto com um óleo para inibir essa corrosão. Quando o ar é usado com pouca frequência, esse produto f**a estático e não circula pelos conduítes de refrigeração, que acabam sendo corroídos até estourar, provocando o vazamento do gás”, explicou Alexandre. O reparo de eventuais vazamentos sai, em média, por R$ 400 a R$ 450.
Reclamações a respeito da parte elétrica e carga excessiva de gás durante a manutenção do ar-condicionado, também comuns entre os motoristas, e acontecem por desinformação do proprietário ou serviços não qualif**ados. Por esse motivo, o ideal é que o serviço seja feito em oficinas especializadas.
Evitar o mau cheiro
Quando a umidade do ar varia muito, o ar-condicionado costuma f**ar com um certo mau cheiro ao ser ligado, o chamado efeito “toalha molhada”. Para eliminar esse odor desagradável, Alexandre dá uma dica valiosa, que segundo ele, quase ninguém faz.
“Quando estiver perto de chegar em casa, o motorista deve desativar o ar-condicionado e deixar só na ventilação máxima por pelo menos um minuto. Da próxima vez que ele usar o ar, o fedor vai diminuir gradativamente”, garante.
Para gelar mais rápido
Outros hábitos podem melhorar o funcionamento do ar-condicionado. Depois de deixar o carro estacionado sob o sol forte, nada pior que enfrentar aquele calor dentro do veículo. Porém, por muitas vezes o motorista fecha imediatamente os vidros e liga o ar. Mais um comportamento errado.
O recomendado pelas montadoras, é deixar os vidros abertos por alguns minutos, com o ar-condicionado ligado, e só depois fechá-los. Assim, o ar quente é dissipado, dando lugar ao ar mais frio.
FIQUE POR DENTRO
Igual ao das geladeiras. O gás R134A usado no ar-condicionado automotivo é o mesmo presente nas geladeiras e não ataca a camada de ozônio. Quando usamos o ar-condicionado com a recirculação de ar ligada por longos períodos, o ar f**a viciado dentro do habitáculo. Por isso, é bom abrir as janelas de tempos em tempos. Pessoas com sistema respiratório mais sensível podem passar mal no carro por esse motivo.
Limpeza.
A maioria das montadoras recomenda a manutenção do ar condicionado por quilometragem. A GM, por exemplo, sugere que seja feita uma vez por ano ou a cada 15 mil quilômetros.
Filtro.
O filtro antipólen é o que impede a proliferação de fungos e bactérias no sistema. Ele deve ser substituído a cada 10 mil km. A troca do item sai, em média, por R$ 65.
É verdade. Ar-condicionado ligado “rouba”, em média, de 5 a 7 cv de potência e aumenta o consumo de combustível. Para diminuir esse atrito recomendamos a aplicação de militec no ar condicionado, ele reduz o atrito das peças metálicas aumentando a vida útil do compressor fazendo com que a temperatura ambiente caia até 30%. Mais informações ligue e agende uma visita sem compromisso. 99302-8997