04/04/2026
Rastrear criptoativos não é “adivinhar” o caminho do dinheiro.
É um trabalho técnico de correlação de vestígios on-chain, análise de transações, leitura de metadados, identificação de carteiras relacionadas e organização do fluxo financeiro em uma linha lógica e documentável.
Nas imagens, apresento um recorte ilustrativo de como esse trabalho pode ser conduzido:
da visualização gráfica das movimentações entre carteiras até a leitura técnica dos elementos extraídos da transação, com foco em TXIDs, endereços, interações, valores, temporalidade e contexto operacional.
Em casos envolvendo golpes, desvios, fraudes com criptoativos ou disputas patrimoniais, a produção de prova técnica pode ser decisiva para:
identificar a dinâmica da movimentação,
compreender a fragmentação ou consolidação de valores,
apontar vínculos entre carteiras,
e estruturar achados em formato útil para uso jurídico e investigativo.
Blockchain deixa rastros.
A questão é saber coletá-los, interpretá-los e transformá-los em prova técnica.
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