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A Nasa tem dezenas de missões ativas em um determinado momento: uma nave espacial robótica irradiando imagens de alta re...
08/08/2026

A Nasa tem dezenas de missões ativas em um determinado momento: uma nave espacial robótica irradiando imagens de alta resolução e outros dados a grandes distâncias; projetos na Terra de levantamento de gelo polar ou análise de mudanças climática global. Como você pode imaginar, o volume de dados gerados por esses múltiplos esforços é impressionante.

Para Chris Mattmann, principal investigador de projetos de big data do Jet Propulsion Laboratory (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia (EUA), o termo “terabytes de dados” é quase assustador.

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“A Nasa, provavelmente, realiza a gestão de centenas de petabytes, aproximando-se de um exabyte, especialmente se você olhar através do domínio de todas as ciências e disciplinas e das ciências planetária e espacial”, Mattmann disse à InformationWeek EUA em entrevista por telefone. ?É comum hoje em dia em missões e projetos individuais recolher centenas de terabytes de informação.”

Não surpreendentemente, volumes massivos de big data trazem enormes desafios, incluindo a questão persistente sobre big data: o que devemos guardar?

Nem todos os bits precisam ser preservados por toda a eternidade, é claro, e o truque é determinar quais arquivos armazenar, e quais devem ser tratados através de insights ou descartados.

Na Nasa, o objetivo de alguns grandes projetos de dados é arquivar informação, o que significa “manter os bits em volta e fazer a administração de dados”, comenta Mattmann .

Os dados de satélites e programas de medição de campo do Sistema de Observação da Terra da Nasa(EOS, em inglês), por exemplo, são armazenados no Distributed Active Archive Center (DAAC) da agência, responsável pelo processamento, arquivamento e distribuição de informações.

“A responsabilidade deles é preservar a informação. É um projeto bastante grande, e seu trabalho é para garantir que os bits são preservados e que irão pendurar.”

Alguns projetos de big data, no entanto, dependem mais de análise do que de preservação. Um exemplo de radioastronomia é o Square Kilometre Array (SKA), o maior telescópio do mundo que inclui milhares de telescópios na Austrália e na África do Sul para explorar a pré-formação de galáxias, origens do universo e outros mistérios cósmicos.

“Nesse caso particular, há uma série de análises ativas e problemas de análise em que [os pesquisadores] estão mais interessados ??do que, necessariamente, manter os dados.

Outro exemplo é o projeto de pesquisa de mudanças climáticas federal US National Climate Assessment, do qual Mattmann participa, cuja função é “produzir as melhores medições de áreas cobertas de neve e as medições de neve em áreas onde poeira, carbono preto e outros poluentes tipicamente impactam na maneira que os satélites veem a neve”, esclarece Mattmann.

“Esse é um exemplo, do lado da Terra, que se trata mais de um problema de análise de big data do que um problema de preservação de dados?.

Assoreamento rios agua parada galerias pluviais e muito sol ambiente perfeito proliferação mosquito           Essa combi...
02/08/2026

Assoreamento rios agua parada galerias pluviais e muito sol ambiente perfeito proliferação mosquito Essa combinação é uma receita crítica para a proliferação de mosquitos como o Aedes aegypti.

O assoreamento e o lixo nos rios formam poças e represamentos de água, enquanto as galerias pluviais retêm umidade e calor. Esse ambiente escuro, abafado e com água acumulada torna-se um criadouro perfeito.Para combater esse cenário, é necessária uma abordagem conjunta que envolva a comunidade e o poder público.Ações para o seu município (São José dos Campos/SP)Limpeza e Manutenção Urbana: É fundamental acionar a prefeitura para o desassoreamento de rios urbanos e a limpeza periódica das galerias pluviais, evitando o acúmulo de sedimentos e lixo que barram a água.Controle de Vetores: As equipes de zoonoses locais podem aplicar larvicidas em áreas de água parada e galerias que não podem ser drenadas imediatamente.

O Projeto De Olho nos Rios começou a instalação de cerca de 70 bacias de captação da água de chuva no Morro do Pico, em ...
02/08/2026

O Projeto De Olho nos Rios começou a instalação de cerca de 70 bacias de captação da água de chuva no Morro do Pico, em Vargem, interior de São Paulo. O trabalho realizado em quatro propriedades rurais da região vai contribuir para evitar a erosão, principalmente em área de pastagem. Com terreno íngreme e pouca cobertura vegetal nativa, a água da chuva arrasta para o Ribeirão do Pico grande quantidade de sedimentos, empobrecendo o solo e assoreando o leito do rio.

As bacias de captação de água absorvem boa parte do volume de chuva, permitem a infiltração lenta no solo, favorecem o abastecimento do lençol freático e evitam a erosão e o assoreamento dos cursos d'água. Também reduzem os efeitos da seca no período de estiagem. Além disso, as bacias podem formar ilhas de biodiversidade, produzindo flores para polinizadores, insumos orgânicos e alimentos para pessoas e animais.

Vargem faz parte das cidades onde atua o Projeto De Olho nos Rios, uma parceria da Associação Mata Ciliar com a Petrobras. O objetivo é mobilizar as comunidades na gestão comunitária dos recursos hídricos e na preservação da flora nativa e fauna silvestre. As ações com produtores rurais, com o apoio da Casa de Agricultura e da Secretaria de Agricultura da cidade, visam a melhoria das condições ambientais das propriedades, promovendo também mais qualidade de vida e possibilidades de incremento no orçamento doméstico. Dos quatro sítios desta fase, dois já trabalham com o De Olho nos Rios em outra frente do projeto – saneamento rural.

O é uma iniciativa da Associação Mata Ciliar em parceria com a , através do programa Petrobras Socioambiental, que visa a participação comunitária na gestão dos recursos hídricos, fauna e flora em 17 municípios do Circuito das Águas, Sistema Cantareira, Região Bragantina e de Campinas.

A obra “RUA – Resiliência urbana em ação: Estratégias para o gerenciamento de riscos associados a eventos climáticos ext...
01/08/2026

A obra “RUA – Resiliência urbana em ação: Estratégias para o gerenciamento de riscos associados a eventos climáticos extremos” apresenta os resultados do projeto homônimo, voltado ao fortalecimento da resiliência urbana frente aos eventos climáticos extremos, por meio da integração entre governança colaborativa, ciência aplicada e participação social.

Organizada a partir das cinco fases do Marco de Sendai – resposta, recuperação, reabilitação, reconstrução e prevenção –, a publicação sistematiza conhecimentos produzidos em encontros técnicos interinstitucionais, fundamentados em metodologias participativas e análise de dados.

A obra identifica fragilidades, boas práticas e oportunidades de aprimoramento dos fluxos de atuação, destacando a importância da articulação entre poder público, academia, setor privado e sociedade civil na gestão integrada do risco de desastres.

Ao consolidar evidências, desafios e recomendações, a publicação contribui para o desenvolvimento de estratégias voltadas à construção de cidades mais resilientes, preparadas e sustentáveis.

Disponível gratuitamente no Portal de Livros Abertos da USP.

Saiba mais em: iea.usp.br/publicacoes/ebooks/rua-resiliencia-urbana-em-acao

A Prefeitura de São José dos Campos segue com um cronograma contínuo de investimentos voltados para a requalificação e a...
01/08/2026

A Prefeitura de São José dos Campos segue com um cronograma contínuo de investimentos voltados para a requalificação e a valorização dos espaços públicos por meio de obras de revitalização, novas pinturas e serviços gerais de manutenção. O objetivo central do programa é consolidar ambientes urbanos mais organizados, acolhedores e devidamente estruturados para o uso coletivo da população, atuando como um vetor de investimento direto na qualidade de vida dos moradores.

O trabalho das equipes de zeladoria concentra-se na reforma e na modernização de estruturas de praças, áreas destinadas ao lazer e equipamentos esportivos comunitários. A prefeitura ressalta que praças e áreas de convivência bem conservadas funcionam como um estímulo para a ocupação positiva do espaço público, fortalecendo o sentimento de pertencimento comunitário e gerando bairros mais seguros e convidativos para crianças, jovens, adultos e idosos.

Um dos pontos que recebeu o pacote de intervenções recentemente foi a Praça 14 Bis, situada na Rua Avião Bandeirante, no bairro Jardim Souto. A renovação completa do local recebeu aval positivo de quem frequenta a região. “O local realça com as pinturas, adorei o playground”, elogiou a vendedora Juliana Ferreira, moradora que destacou a mudança na atmosfera do espaço coletivo.

As melhorias urbanísticas buscam resguardar o patrimônio público, além de colaborar para a construção de uma cidade esteticamente mais harmônica, humana e sustentável, criando vínculos mais estreitos entre os cidadãos e seus respectivos bairros.

As frentes de trabalho fazem parte das ações permanentes de zeladoria urbana desenvolvidas pela administração municipal, com cobertura em todas as regiões do município. As intervenções estão alinhadas com as diretrizes do Plano de Gestão 2025–2028, documento que estabelece como prioridade o reordenamento, a recuperação técnica e a valorização estética das áreas urbanas de São José dos Campos.

DESAFIOS E TENDENCIASO cenário brasileiro nos mostrou um avanço nas pesquisas relacionadas aos contaminantes emergentes ...
27/07/2026

DESAFIOS E TENDENCIAS
O cenário brasileiro nos mostrou um avanço nas pesquisas relacionadas aos contaminantes emergentes nos últimos anos, porém ainda é importante destacar que, apesar de poucos trabalhos descritos na literatura, considerando a grandeza territorial e as diferenças socioeconômicas do país, foi possível quantificar contaminantes de preocupaçao emergente em todas as matrizes aquáticas, inclusive na água tratada, o que nos remete a fragilidade do saneamento básico e aos elevados índices de consumo do país. O desafio da ciência neste cenário se antecede aos processos regulatórios, de forma a investir na garantia da qualidade dos corpos d'água e entender os riscos associados aos padroes de vida modernos e as consequências deste, para a saúde do ambiente que nos cerca.

A busca por ferramentas analíticas cada vez mais sensíveis para se determinar compostos conhecidos em níveis menores que nanograma por litro, ou ainda compostos que ainda nao sao conhecidos (do inglês, non-target compounds), como sao os casos dos inúmeros produtos de degradaçao e metabólitos, impulsionam as pesquisas no mundo todo. Por outro lado, os estudos ecotoxicológicos buscam respostas para os efeitos observados, de forma a entender os mecanismos de açao e propor valores que asseguram a qualidade de vida dos organismos. Os avanços no entendimento das questoes relacionadas a tantos "novos" contaminantes se deu justamente pela interaçao entre diferentes áreas das ciências, como a química e a biologia de tal forma a compreender os números (ou concentraçoes mensuradas) e os efeitos observados, possibilitando propor contaminantes prioritários do ponto de vista ambiental e de saúde pública, subsidiando assim, futuras tomadas de decisoes envolvendo os processos regulatórios em vários países, os quais poderao servir de exemplo para o Brasil. Além disso, os estudos envolvendo as tecnologias de tratamentos complementares aos convencionais, empregando novos materiais e sistemas sequenciais, buscam oferecer o que há de mais eficiente na remoçao dos contaminantes orgânicos e a minimizaçao da formaçao dos produtos de transformaçao, originados após os tratamentos, especialmente a cloraçao, empregada em praticamente todos os tratamentos como uma etapa final de desinfecçao.

O futuro do urbanismo aponta para uma integração cada vez maior entre tecnologia, sustentabilidade e qualidade de vida. ...
27/07/2026

O futuro do urbanismo aponta para uma integração cada vez maior entre tecnologia, sustentabilidade e qualidade de vida. Conceitos como biofilia (incorporação de elementos naturais ao design urbano), cidades resilientes (capazes de resistir a desastres climáticos) e economia circular (redução do desperdício) têm ganhado força. O urbanismo do futuro priorizará a saúde e o bem-estar, assegurando que as cidades sejam mais do que lugares de trabalho – serão locais de convivência, cultura e conexão com a natureza.

O urbanismo humanizado coloca as pessoas no centro do planejamento urbano. Inspirado por especialistas como Jan Gehl, o conceito propõe que as cidades sejam projetadas para melhorar a experiência humana, promovendo a convivência social e a acessibilidade. Espaços públicos, calçadas amplas e áreas de lazer são alguns dos elementos fundamentais. Essa visão vai além do aspecto estético, ao considerar também a saúde mental dos cidadãos e o fortalecimento das conexões entre eles.

A Conexão entre Urbanismo e Vida Comunitária
Praças e Áreas Públicas: Locais que incentivam a convivência social e a realização de eventos culturais.
Transporte Público Acessível: Facilitando a mobilidade de todos os cidadãos, inclusive os mais vulneráveis.
Arquitetura Inclusiva: Design que considera as necessidades de idosos, crianças e pessoas com deficiência.

São Bernardo ampliou o público alvo para a vacina Pneumocócica 23, que protege contra 23 sorotipos do pneumococo, bactér...
27/07/2026

São Bernardo ampliou o público alvo para a vacina Pneumocócica 23, que protege contra 23 sorotipos do pneumococo, bactéria responsável por diversas infecções que podem variar de leves a graves. A vacina ajuda idosos e pessoas com condições de saúde que aumentam o risco de complicações. Todas as pessoas a partir dos 58 anos devem se imunizar.

A medida foi determinada pelo Ministério da Saúde e será por tempo limitado. Fora dessa campanha especial que está em vigor, a vacina é destinada para pessoas com comorbidades e/ou doenças graves do coração, pulmão, rim ou fígado, entre outras, também a partir dos 58 anos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a principal causa de mortalidade infantil por doença prevenível. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil óbitos, com taxa de letalidade superior a 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo período.

A diretora de Imunização da Vigilância Epidemiológica de São Bernardo, Jéssica de Cássia Santos Soares, explica que a ampliação da oferta busca aumentar a cobertura vacinal, além de contribuir para a prevenção de hospitalizações, redução da mortalidade e diminuição do impacto das doenças respiratórias causadas pelo Streptococcus pneumoniae (pneumococo).

Inicialmente foram inspecionados 02 trechos do gasoduto, em regiões mais sensíveis. A utilização de Inteligência Artific...
12/07/2026

Inicialmente foram inspecionados 02 trechos do gasoduto, em regiões mais sensíveis. A utilização de Inteligência Artificial na inspeção é mais uma iniciativa de inovação, transformação digital e otimização da gestão da integridade de ativos do duto da GOM.

A tecnologia aplicada com inteligência artificial irá trazer uma aceleração para a tomada de decisões baseadas em captura de imagens de alta definição, ortofotos e análises dedicadas, que além da segurança e registro de histórico, irá gerar redução de custos para a transportadora.

As imagens são analisadas por algoritmos de inteligência artificial, resultando em identificação rápida e precisa que apoiarão na indicação de pontos de interesses e feições, previamente estabelecidos pela GOM, seja na contagem destes e/ou na detecção de mudanças, itens como queimadas, construções ao longo da faixa, princípios de erosões, sinalização da faixa de servidão, pontos de te**es elétricos (PTE’s), etc. Além deste, eventuais danos em estruturas em instalações de superfície, como Estações de Válvula e Pontos de Entrega de Gás Natural.

El Niño aumenta preocupação com a dengueFenômeno climático poderá alcançar fim do ano, época de fortes chuvas, intensifi...
27/06/2026

El Niño aumenta preocupação com a dengue
Fenômeno climático poderá alcançar fim do ano, época de fortes chuvas, intensificando a proliferação do mosquito Aedes aegypti

Brasil enfrentou pior epidemia de dengue em 2024 e chegou a registrar mais de quatro milhões de casos 🛰️

Um boletim do NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, em tradução livre) projeta o início do fenômeno do El Niño, com uma segunda temporada para o final de 2026.

Cenário reforça preocupação com possibilidades do Aedes aegypti, mosquito que provoca dengue, se proliferar durante temporadas de fortes chuvas.

A preocupação se dá diante do aumento das temperaturas e temporais que contribuem para a proliferação do mosquito, responsável não apenas pela dengue, mas também doenças como zika e chikungunya.

A médica infectologista e Diretora da CCI (Controle de Infecções) do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, Dra. Rosana Richtmann, aponta que a atenção precisa ser contínua na população.

“Essa mudança nas condições climáticas acelera o ciclo de vida do mosquito, enquanto as mudanças no regime de chuvas favorecem o surgimento de criadouros. Por isso, a prevenção precisa ser constante, especialmente dentro de casa, onde ocorre a maior parte das transmissões”, explica a doutora.

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