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Vem aí o XII Encontro Nacional de Engenheiros de Minas com o tema: Mineração - Aspectos Legais, Técnicos e Econômicos.E ...
09/11/2016

Vem aí o XII Encontro Nacional de Engenheiros de Minas com o tema: Mineração - Aspectos Legais, Técnicos e Econômicos.

E desta vez o evento será sediado em Catalão-GO nos dias 24 e 25 de novembro de 2016.

O evento possui uma programação com temas atuais e recorrentes no mercado, além de contar com um corpo de palestrantes com ampla experiência teórica e prática em mineração.

Para realizar sua inscrição visite o nosso site e confira os procedimentos: http://caeminufg.wixsite.com/xiiengminas/copia-inscricao

As taxas de inscrição:
*Para estudantes (Graduação, pós graduação ou técnico): R$30
**Para profissionais de qualquer área: R$50

Um pouco da aviação do garimpo brasileiro na década de 80!https://www.youtube.com/watch?v=oV9-SEAO02Q
25/07/2016

Um pouco da aviação do garimpo brasileiro na década de 80!
https://www.youtube.com/watch?v=oV9-SEAO02Q

Interessante reportagem do globo reporter sobre a lendária aviação de garimpo na Amazônia durante a década de 80. Imperdivel!!

MINERAÇÃO SALVA PIB AUSTRALIANO EM 2015O mundo não está em crise. Entre os quarenta e dois países que já divulgaram o PI...
10/12/2015

MINERAÇÃO SALVA PIB AUSTRALIANO EM 2015

O mundo não está em crise.

Entre os quarenta e dois países que já divulgaram o PIB , do terceiro trimestre, o Brasil teve o segundo pior desempenho. Ficamos atrás, apenas da Ucrânia, um país em guerra.

É um desempenho indigno de um país com o potencial do Brasil. Trata-se do resultado da corrupção endêmica e do desgoverno que transformaram um gigante como o Brasil em um anão econômico.

O atraso que experimentamos, felizmente não afeta os demais países do mundo, onde todas as previsões apontam para PIBs positivos em 2015 e 2016.

Este crescimento mundial pode implicar, no médio prazo, na retomada da pesquisa mineral e da mineração brasileira: se o governo permitir.

Por mais que seja combatida a mineração moderna, aliada à pesquisa mineral, são dois fatores que podem acelerar economias e neutralizar crises.

É o caso da Austrália, um país desenvolvido, com a melhor qualidade de vida do planeta e com um PIB de um trilhão de dólares onde a mineração tem importância fundamental na economia e na geração de empregos.

É graças à mineração eficiente que a Austrália pode celebrar um excelente ano de 2015.

O PIB australiano deverá crescer em torno de 3% em 2015, uma decorrência, principalmente, da sua desenvolvida produção mineral.

Somente neste último trimestre a mineração acelerou o PIB 0,9% a mais do que no trimestre anterior.

As exportações de minério de ferro, gás natural e outros bens minerais cresceram 5,2% no trimestre. Este aumento de produção contribui, segundo o Australian Bureau of Statistics, com incríveis 1,5% para o PIB australiano.
Fonte:http://www.geologo.com.br/MAINLINK.ASP?VAIPARA=Minera%C3%A7%C3%A3o%20salva%20PIB%20Australiano%20em%202015

O PORTAL DO GEÓLOGO- Brasília, Brasil- Notícias de qualidade para Geólogos, Mineradores e demais profissionais das Ciências da Terra

Lavra Subterrânea através do método de Corte e Enchimento(Cut and Fill Mining). Utilizado quando rochas encaixantes são ...
10/12/2015

Lavra Subterrânea através do método de Corte e Enchimento(Cut and Fill Mining). Utilizado quando rochas encaixantes são incompetentes, o minério é de alto valor e entre outras características.
https://www.youtube.com/watch?v=XhI0IPZmniY

Uma companhia da Virgínia, EUA, anunciou na terça-feira que planeja minerar asteroides próximos da Terra em busca de met...
11/10/2014

Uma companhia da Virgínia, EUA, anunciou na terça-feira que planeja minerar asteroides próximos da Terra em busca de metais preciosos, água e outros materiais, tornando-a a segunda empresa a fazer tal anúncio nos últimos meses.

A empresa Deep Space Industries (DSI) afirmou que lançará sua frota de naves espaciais Firefly em 2015 para avaliar asteroides nas proximidades. A empresa começará a mineração de asteroides antes de 2025, segundo seu comunicado de imprensa.

“Esta é a primeira campanha comercial para explorar pequenos asteroides que passam perto da Terra”, disse Rick Tumlinson, o presidente da DSI, no comunicado. “Usando tecnologias de baixo custo, combinadas com o legado de nosso programa espacial e a inovação de jovens gênios da alta tecnologia na atualidade, faremos coisas que seriam impossíveis alguns anos atrás.”

Em abril passado, outra empresa de mineração de asteroides, a Planetary Resources, revelou que, de modo semelhante, prospectaria e mais tarde mineraria asteroides próximos da Terra. A Planetary Resources visa explorar as reservas minerais de platina dos asteroides.

As naves Fireflies pesam cerca de 25 kg cada e passarão de dois a seis meses no espaço, segundo a DSI. Em 2016, a empresa enviará uma nave maior de 70 kg, a Dragonfly, para trazer amostras de asteroides, retornando com 27 a 68 kg de materiais.

“Meu smartphone tem mais poder de computação do que eles tinham nas missões lunares Apollo”, disse Tumlinson. “Podemos fazer máquinas incríveis, menores, mais baratas e mais rápidas do que nunca. Imagine uma linha de produção de Fireflies, engatilhada e pronta para voar e examinar qualquer objeto que se aproxime da Terra.”

Potencialmente, asteroides têm recursos extremamente valiosos, incluindo platina, silicone, níquel e água que podem ser fracionados em hidrogênio e oxigênio para produzir combustível de foguetes, ou seja, os asteroides poderiam ser usados como áreas de reabastecimento.

“Mais de 900 novos asteroides que passam perto da Terra são descobertos a cada ano”, disse David Gump, o CEO da DSI, no comunicado. “Eles podem ser o que a Faixa de Ferro de Minnesota foi para a indústria automobilística de Detroit no século passado – um recurso fundamental localizado perto de onde era necessário. Neste caso, metais e combustíveis de asteroides podem expandir as indústrias espaciais deste século. Essa é nossa estratégia.”

Quando a Planetary Resources anunciou que minaria asteroides, ela afirmou que um asteroide de 500 metros rico em platina poderia conter mais desse elemento do que toda a platina extraída na história humana.

Em seu comunicado de imprensa, a DSI afirmou que os oficiais da NASA foram informados de seus planos, acrescentando que as expedições tripuladas a Marte poderiam ser menos caras e mais eficientes se usassem “propulsores derivados de asteroide”.

“As missões exigiriam menos lançamentos se o combustível para atingir Marte fosse adicionado no espaço a partir de produtos voláteis de asteroides”, afirmou o comunicado.

FONTE: http://www.epochtimes.com.br/nova-companhia-de-mineracao-de-asteroide-planeja-lancar-nave-espacial-ate-2015/ #.VDjarPldWuI

Uma companhia da Virgínia, EUA, anunciou na terça-feira que planeja minerar asteroides próximos da Terra em busca de metais preciosos, água e outros materiais, tornando-a a segunda empresa a fazer tal anúncio nos últimos meses.

YUTU DESVENDA SEGREDOS LUNARES O veículo lunar Yutu é o primeiro a chegar ao solo da Lua após a sonda soviética Luna 24 ...
21/06/2014

YUTU DESVENDA SEGREDOS LUNARES


O veículo lunar Yutu é o primeiro a chegar ao solo da Lua após a sonda soviética Luna 24 em 1976.

Yutu (foto) é o veículo que a sonda chinesa Chang e-3 transportou à Lua cujo objetivo é o de desvendar os seus segredos geológicos. Ele está equipado com câmera infravermelha, raio-X, espectrômetros para análise de rochas, solos e minerais. Além disso, o Yutu conta com um radar de penetração para estudar as camadas do solo. Quando a sonda chegou na Lua e aterrissou na borda da Mare Imbrium, uma região totalmente inexplorada, os cientistas chineses se encheram de esperanças. Eles esperavam que o Yutu fizesse uma jornada de 10.000 metros coletando inúmeras informações sobre a geologia lunar.

Foi uma decepção: o veículo parou subitamente após 100 metros e continua, até hoje, imóvel.

Apesar de perder a mobilidade Yutu manteve várias funções. Hoje, sabe-se, que a região onde ele está é composta por camadas de regolito lunar intercaladas em lavas basálticas ricas em titânio, desconhecidas dos exploradores americanos. São várias idades de rochas que compõem um quebra-cabeças que os geólogos chineses mal começam a desvendar. O radar de penetração do Yutu se mostrou uma excelente ferramenta de mapeamento dessas camadas e, com certeza, será utilizado nas expedições futuras Chang’e-4 e Chang’e-5.

Os dados e conclusões iniciais estarão sendo publicados, somente agora, em uma edição especial da Research in Astronomy and Astrophysics.

Os cientistas do mundo aguardam, ansiosos, por mais informações inéditas do satélite.

FONTE: WWW.GEOLOGO.COM.BR
AUTOR: PEDRO JACOBI

21/06/2014

NIPPON STEEL AVALIA CONTRATO PARA TRANSPORTAR FERRO EM NAVIOS VALEMAX

KASHIMA Japão (Reuters) - A Nippon Steel, maior siderúrgica do Japão, pode começar negociações para firmar contrato para transportar minério de ferro da mineradora brasileira Vale nos navios gigantes Valemax, os maiores navios de granéis do mundo, em busca de reduzir custos, disse um alto executivo.
Tal tipo de contrato seria positivo para a Vale, que está tentando aumentar o uso dos navios depois que a China proibiu, em 2012, as embarcações de atracarem em seus portos para proteger armadores locais.
Ao usar os navios, que carregam 400 mil toneladas de minério, a Nippon Steel poderia economizar 400 mil dólares em frete em cada carregamento.
Um Valemax entrou no porto siderúrgico da Nippon Steel em Kashima pela primeira vez esta semana, em caráter de teste. Foi a terceira unidade da empresa no Japão a receber as embarcações gigantes, depois de Oita, no sul do Japão, e Kimitsu, perto de Tóquio.
"Não tivemos nenhum problema técnico para receber o Valemax em Kashima", disse nesta sexta-feira Koichiro Harada, diretor geral de transporte de matérias-primas da Nippon Steel.
"Nenhuma decisão está tomada sobre um contrato formal. Nós podemos entrar em negociações formais para um contrato de frete com Valemaxes assim que Kashima receba permissão das autoridades e nós confirmemos que nossas usinas estão prontas para receber os navios", disse Toshiharu Sakae, vice-presidente administrativo da Nippon Steel.
A Nippon Steel compra cerca de 70 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, com 80 por cento do volume sendo fornecidos pelas gigantes do setor Vale, Rio Tinto e BHP Billiton.

FONTE: BR.FINANCAS.YAHOO.COM
POR YUKA OBAYASHI

DIAMANTE ARTIFICIAL É A PEDRA MAIS RESISTENTE DO MUNDONão é segredo para ninguém que os diamantes são umas das pedras ma...
21/06/2014

DIAMANTE ARTIFICIAL É A PEDRA MAIS RESISTENTE DO MUNDO

Não é segredo para ninguém que os diamantes são umas das pedras mais resistentes do planeta tanto que são utilizados para desgastar outros materiais, como vidro e até mesmo o metal. A novidade sobre esse assunto é que, com uma ajudinha humana, o diamante ultrapassou algumas das barreiras que eram impostas pela natureza.

Os cientistas Yongjun Tian e Quan Huang, ambos da Universidade de Yanchan (China), conseguiram produzir um diamante artificial que é simplesmente a pedra mais resistente de todo o mundo. Essa novidade é capaz de agüentar uma pressão que equivale a 1,9 milhão de atmosferas terrestres (200 Gigapascals) antes de estilhaçar.

Além disso, esse material sintético também pode ser aquecido a uma temperatura espantosa: até 1,056 graus Celsius, só oxidando depois de essa marca ser ultrapassada. Os diamantes naturais estilhaçam com metade da pressão suportada pela novidade, assim como oxidam com uma temperatura que é 300 graus menor.

Dando a base para o futuro...

Para que tudo isso fosse possível, os cientistas começaram a trabalhar com folhas de carbono que foram expostas a altas pressões e temperaturas. Depois disso, o material se transformou no que é chamado de diamante policristalino, algo que conta com vários fragmentos de uma matriz de átomos em sua composição, chamados de “domínios” e que fortalecem toda a estrutura de modo proporcional a sua quantidade.

Agora, os responsáveis por toda essa pesquisa (que foi publicada na última edição do jornal “Nature”) esperam que o diamante artificial super resistente seja a base para que materiais
extremamente resistentes sejam criados. No campo da tecnologia, isso pode criar processadores cada vez mais rápidos, por exemplo.

FONTE: WWW.TECMUNDO.COM.BR
Por Rafael Gazzarrini

20/06/2014

RUBIS (DA MORTE) RENDEM MAIS DE 33 MILHÕES DE DÓLARES NA ÁSIA

A Montepuez Ruby Mining, empresa que resulta da fusão da britânica Gemfields e da moçambicana Mwirit e explora pedras preciosas em Namanhumbir, distrito de Montepuez, em Cabo Delgado, leiloou, pela primeira vez, menos de metade dos seus sete milhões de quilates de rubis, em Singapura, na Ásia, tendo ganho 33,5 milhões de dólares, valor que voltará para Moçambique por intermédio da sua empresa, a Montepuez Ruby Mining, garantiu recentemente Ian Harebottle, director-executivo da Gemfields.

A venda aconteceu na Ásia pelo fato de aquele mercado ser frequentado por homens de negócios de todo o mundo. Refira-se que, todas as semanas, três garimpeiros são mortos naquelas minas pela segurança privada da firma. As minas de Namanhumbir, no distrito de Montepuez säo das zonas mais apetecíveis para os jovens de Cabo Delgado e não só.

Movidos pela ideia de uma vida faustosa, quase todos os dias, dezenas de indivíduos enfrentam a força de segurança privada da Montepuez Ruby Mining, empresa que explora rubis naquela região do país. Além do soterramento, os jovens que se dedicam ao garimpo ilegal têm de sobreviver às balas naquele local que se transformou num campo de morte.

Quase todos os dias, além do desabamento de terras, há relatos de garimpeiros mortos pela força de segurança privada da empresa que explora rubis naquela região e por um contingente policial instalado pelas autoridades governamentais para proteger a área mineira que foi concessionada àquela companhia. Em Março, apurou que o número de vítimas tem vindo a aumentar a cada dia, pois muitos garimpeiros têm estado a desaparecer.

Existem, segundo os “caçadores” de rubis, pelo menos quatro forças a protegerem as minas, mas os ‘nacatanas’ são os mais perigosos. Trata-se de um grupo de indivíduos formados pela empresa que está a vedar o terreno e, quando eles encontram um garimpeiro, partem os seus pés, os braços e depois matam-os. “Nacatanas”, como é conhecida a segurança privada da empresa Montepuez Ruby Mining, significa literalmente “os homens de catana”.

O grupo, considerado mortífero pelos garimpeiros, foi criado para impedir a atividade ilegal na área onde a empresa desenvolve as suas atividades. O quadro sênior da Gemfields, a maior empresa de pedras preciosas coloridas do mundo e que detêm 75% do capital da Montepuez Ruby Mining, não avançou valores nem estimativas das receitas do leilão, prometendo apresentar os resultados após a venda.

A companhia já investiu até ao momento 30 milhões de dólares norte-americanos, emprega 600 funcionários, dos quais 98 porcento são moçambicanos, e, nos trabalhos exploratórios, removeu 1.6 milhão de toneladas de terra. Importa referir que, no dia 24 de Fevereiro, os comerciantes da localidade de Nanhupo, em Namanhumbir, foram surpreendidos por forças policiais por volta das 15h00. A Polícia tinha ordens para impedir o desenvolvimento do comércio naquele povoado, onde grande parte dos garimpeiros procura refúgio.

O mercado surgiu com a intensificação da exploração mineira naquela região. Para dispersar a população, a Polícia disparou gás lacrimogéneo e agrediu dezenas de vendedores. A ação encabeçada pelos seguranças da Guarda-Fronteira que fazem o papel da força antimotim naquela parcela do país, obrigou os comerciantes a fecharem os seus estabelecimentos comerciais.

Os minérios de Mavuco, Maraca e Nathove nas localidades de Mavuco, Maraca e Nathove, nos distritos de Moma e Mogovolas, na província de Nampula, há uma disputa titânica pelos recursos minerais tais como turmalinas de diferentes espécies e águas-marinhas por parte das companhias que operam na zona, nomeadamente a LST Mining, a Future Mining, a Maraca e a Paraíba Moçambique. Esta última, após ver reduzida a sua área de exploração, de quatro mil hectares para cerca de 200 hectares, tendo o remanescente sido atribuído a empresas concorrentes, encerrou a mina e remeteu uma queixa ao tribunal contra ao governo local.

A empresa ganhou a causa mas o executivo de Nampula não quer devolver as parcelas de terra atribuídas a terceiros, o que levanta a suspeita de que certos funcionários do Estado estejam a defender a LST Mining, a Future Mining e a Maraca com vista a tirar dividendos. Em Mavuco, que se localiza no posto administrativo de Chalaua, a descoberta de minérios está a gerar uma ganância desmedida: os trabalhadores das próprias companhias envolvem-se no garimpo e desafiam os seguranças e os fiscais.

A mineração furtiva, para além de ser uma atividade perigosa é pesada, o que faz com que os praticantes consumam bebidas alcoólicas e outras dr**as com vista a ganhar coragem para entrar na mina. Encontrar um minério é obra do acaso; por isso, é preciso escavar a terra até uma certa profundidade correndo-se o risco de ser soterrado. Esta tarefa parece ser incontornável para muitos jovens como Faustino Augusto, de 26 anos de idade. Este narrou que todos os dias sai de casa entre as 15h:00 e as 16h:00, na companhia de amigos, e só regressa de madrugada.

Apesar dos constantes desabamentos de terra, da presença de fiscais e de seguranças dos proprietários das áreas de exploração, a ganância pelo dinheiro não inibe os homens que, por vezes, por um golpe de sorte, conseguem levar para casa uma turmalina ou água-marinha. A rotina deste jovem e de tantos outros é a mesma todos os dias e através deste trabalho várias famílias são sustentadas.

TEXTO LEVEMENTE ADAPTADO PARA SER POSTADO.
FONTE: WWW.VERDADE.CO.MZ
ESCRITO POR REDAÇÃO.

PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO VOLTA A SUBIR ENQUANTO A PRODUÇÃO CHINESA BATE RECORDES. O preço do minério de ferro subiu e u...
20/06/2014

PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO VOLTA A SUBIR ENQUANTO A PRODUÇÃO CHINESA BATE RECORDES.

O preço do minério de ferro subiu e ultrapassou, novamente, a barreira psicológica dos US$90/t depois de uma queda de 34% somente em 2014, quando atingiu o mínimo de US$89,30/t.

A queda afetou a estratégia de mineradoras que produzem minérios de baixo teor.

A Rio Tinto já está dando desconto entre 6 a 13% no seu minério de baixo teor (57% Fe) para entrega em julho. Este minério, o Robe River Fines está sendo negociado a US$73/t. Outra mineradora de grande porte a Fortescue estará seguindo a estratégia da Rio e dará um desconto de 14% a partir de julho

Com esses descontos as mineradoras não irão gastar os seus produtos de alta qualidade enquanto “desovam” o minério de baixa qualidade cujo processo custa mais e polui mais.

Este não é um problema que a Vale deve enfrentar, já que o seu minério tipo Carajás é de altíssima qualidade.

Enquanto isso os chineses estão tendo uma produção de minério de ferro recorde em 2014. Eles esperam um crescimento da produção interna de seu minério de baixo teor, de 5,6% que totalizará 1,52 bilhões de toneladas em 2014. Esse minério de baixo teor não consegue competir com minérios de alta qualidade como os da Vale, acima de 64% de ferro, e só serão viabilizados se misturados aos minérios de alto teor.

A blendagem atual permite que 1 tonelada de minério importado viabilize quase quatro toneladas de minério ruim de baixo teor. É graças a esse artifício que os minérios ruins conseguem sobreviver.

Mesmo assim a maioria dos minérios chineses estão sendo produzidos com prejuízos, pois os custos operacionais superam os US$100/t.

As grandes minas chinesas, que são controladas pelas siderúrgicas, estão sendo forçadas a produzir para justificar os imensos CAPEX investidos nos últimos anos. Se os preços não voltarem a subir as minas chinesas começarão a ser fechadas.

FONTE: WWW.GEOLOGO.COM.BR
AUTOR: PEDRO JACOBI

19/06/2014

Em breve, a maior fanpage de todos os tempos sobre Mineração e Geologia. Aguardem!

Endereço

Campina Grande, PB

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