A Petruz Fruity é especialista no beneficiamento de alta qualidade de polpas de frutas, em especial do açaí, ramo no qual possui mais de 25 anos de experiência. RAÍZES DE NOSSA HISTÓRIA
Tudo começou em 1982 quando a família Silva Santos, imigrantes da Paraíba, mudou-se para o Pará, em busca de novas oportunidades e de uma vida digna por meio do comércio do fruto do açaizeiro. Naquela época a famí
lia passou a comprar o fruto do estado do Maranhão, e vendê-lo no mercado do Ver-o-Peso em Belém. Gradualmente com o passar do tempo os Silva Santos foram expandindo cada vez mais o comércio em outras regiões próximas ao Pará, além disso foram adquirindo cada vez mais conhecimento em relação a qualidade e a logística de fornecimento do AÇAÍ. Posteriormente, a família passou a atuar em pequenas processadoras de polpa de açaí, até a instalação do primeiro parque industrial. Toda esta experiência tem sido passada de geração em geração, o que faz com que a forma de se processar da Petruz seja algo diferente e único associado a uma incomparável relação qualidade-preço. Atualmente a empresa é gerenciada pela segunda e terceira gerações da família e já soma mais de 30 anos de conhecimento deste maravilhoso fruto amazônico. Nos idos de 1968, no estado da Paraíba, nasceu, dentre os mais de oito filhos, um dos membros da família Silva Santos. Pedro era o nome sugerido para criança, por crença religiosa, em homenagem a um dos doze apóstolos de Jesus: São Pedro, porém, por influência familiar, registraram o menino com outro nome. Aproximadamente dezoito meses depois do nascimento da criança durante uma festa junina o menino caiu na fogueira de São Pedro, seus pais entenderam que seria uma resposta divina do santo à desobediência da família. Ao longo dos anos várias coincidências aconteceram e continuaram a acontecer, fazendo todos perceberem que existia uma forte ligação entre a família e São Pedro. Foi então que 35 anos depois a família teve a oportunidade de dar o nome de SÃO PEDRO a tão sonhada Industria de processamento de polpas da família, e a atender a orientação divina com São Pedro. Após a relação histórica da família com São Pedro, homenageou-se o ramo empresarial em que a família atuava com a bela história da índia Iaçá que por meio de sua morte trouxe a descoberta de uma nova fonte de alimento e de um dos maiores tesouros da Amazônia, o Açaí. Com essa nova homenagem São Pedro passou a ser uma linha de produtos processada pela Bela Iaçá. A Lenda da palmeira que chora
Havia uma tribo amazônica que devido à escassez de alimentos, vivia sempre em grandes dificuldades. E como a tribo aumentava dia-a-dia, o cacique Itaki resolveu sacrificar todas as crianças que nascessem a partir daquele dia. A medida surtiu efeito: passaram-se muitas luas sem nenhuma nativa conceber. Porém um dia, Iaçá, a filha do próprio cacique Itaki, deu a luz a uma linda criança. Mas não demorou muito para o Conselho Tribal se reunir e pedir o sacrifício da filha de Iaçá. Seu pai, guerreiro de palavra, não hesitou em dar o cumprimento à ordem. Ao saber da sorte de seu rebento, Iaçá implorou ao pai que poupasse a vida da filha. O cacique Itaki manteve a sua palavra e a criança foi sacrificada. Iaçá enclausurou-se em sua tenda, ficando por ali por quase dois dias de joelhos, rogando a Tupã que mostrasse a seu pai uma maneira pela qual não fosse preciso repetir o sacrifício de inocentes. Alta hora da noite, porém, ouviu Iaçá um choro de criança. Aproximou-se da porta da tenda e, então, viu sua filha sorridente ao pé de uma esbelta palmeira. Passado o impacto, ela lançou-se em direção a filha, abraçando-se a ela, mas deparou-se com a palmeira, pois, misteriosamente, a criança desaparecera. Iaçá, inconsolável, chorou até desfalecer. No dia seguinte, seu corpo foi encontrado ainda abraçado à palmeira. Estava morta, mas seu semblante risonho irradiava satisfação; ao mesmo tempo, seus grandes olhos negros, inertes, fitavam o alto da palmeira. O chefe Itaki notou que a palmeira, outrora inexistente e à época passou a existir em abundância na floresta, tinha um cacho de frutinhas pretas. Ordenou que fosse apanhado e amassado em um grande alguidar de madeira, obtendo, assim, um vinho avermelhado. Agradeceu a Tupã e, invertendo o nome de sua filha Iaçá, batizou o estranho vinho de Açaí (que quer dizer palmeira que chora), suspendendo em seguida a limitação de seu povo.