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Siclope by Erplan Somos uma empresa de tecnologia e gestão focada nas áreas de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Qualidade. Conheça o SICLOPE: www.siclope.tech

O SICLOPE – Sistema Integrado de Controle de Operações – é uma plataforma digital desenvolvida dentro do modelo de SGI (Sistema de Gestão Integrada) para gerir especificamente processos das áreas de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Qualidade. A solução é formada por um conjunto de aplicações que vão desde software até aplicativos com objetivos específicos voltados às áreas de QSMA. Diferentemente da maioria das soluções encontradas no mercado – que foram adaptadas de outros setores, o SICLOPE foi pensado e criado do zero por profissionais que viveram os desafios das áreas de SSMAQ por décadas. Instalado de forma modular, o SICLOPE atende as necessidades dos nossos clientes da forma mais otimizada possível. A solução garante informação disponível, conhecimento do problema, velocidade e assertividade para as tomadas de decisões e gestão dos riscos do negócio, com foco no fortalecimento da cultura preventiva e atendimento legal. O resultado é o aumento da qualidade da gestão do tempo, com a consequente melhoria da tomada de decisão.

Ele recebeu uma correção e sorriu.Para quem está fazendo uma abordagem de segurança, a reação pode parecer deboche, falt...
24/09/2026

Ele recebeu uma correção e sorriu.

Para quem está fazendo uma abordagem de segurança, a reação pode parecer deboche, falta de interesse ou até resistência à orientação.

Só que um sorriso nem sempre significa que alguém achou graça.

Em situações de desconforto, constrangimento ou tensão, sorrir também pode surgir como uma resposta automática. Um estudo publicado no Journal of Nonverbal Behavior analisou sorrisos espontâneos associados à diversão, ao constrangimento e à dor e encontrou diferenças importantes na dinâmica dessas expressões. Por isso, interpretar uma expressão isolada pode nos levar a atribuir uma intenção que talvez nem exista.

No ambiente de trabalho, isso importa.

Durante uma abordagem, o comportamento visível é apenas uma parte da situação.

O que aconteceu antes?
Como a orientação foi feita?
O trabalhador compreendeu o que estava sendo apontado?
Ele teve espaço para explicar sua percepção sobre aquela atividade?
O que aconteceu depois da conversa?

Uma boa abordagem comportamental precisa de observação, diálogo e contexto.

Em vez de concluir imediatamente “ele não levou a sério”, vale voltar para aquilo que pode ser observado e compreendido: a situação, o comportamento, as condições da atividade e a resposta à orientação.

Porque uma reação pode durar alguns segundos.

A interpretação que fazemos dela pode influenciar toda a conversa que vem depois.

Na próxima abordagem, antes de interpretar uma reação, procure entender o contexto.

Fonte: Journal of Nonverbal Behavior, 2022.

Quando você pensa em ergonomia, qual é a primeira imagem que vem à cabeça?Uma cadeira adequada?A posição da coluna?A alt...
23/09/2026

Quando você pensa em ergonomia, qual é a primeira imagem que vem à cabeça?

Uma cadeira adequada?
A posição da coluna?
A altura da tela?

Tudo isso pode fazer parte da ergonomia. Só que existe uma palavra importante na própria NR-17 que amplia bastante essa conversa: psicofisiológicas.

A norma estabelece que as condições de trabalho devem ser adaptadas às características psicofisiológicas dos trabalhadores, buscando conforto, segurança, saúde e desempenho eficiente.

Isso significa olhar para o corpo, mas também para a forma como o ser humano percebe, pensa e responde às exigências do trabalho.

Ritmo de trabalho, exigência de tempo, conteúdo das tarefas, sobrecarga física e mental, autonomia, equipamentos, mobiliário e condições do ambiente fazem parte dessa análise.

Por isso, uma análise ergonômica pode revelar questões que dificilmente apareceriam apenas observando se alguém está sentado na posição correta.

Como o trabalho está organizado?

Que exigências físicas e cognitivas essa atividade impõe?

As condições oferecidas são compatíveis com as características de quem realiza aquela tarefa?

Ergonomia começa quando olhamos para o trabalho a partir de quem realmente o executa.

Fonte: GOV.BR - Nova NR-17, 2022.

“Sempre fizemos assim.”Às vezes, essa frase carrega anos de experiência, processos testados e conhecimento acumulado.Só ...
22/09/2026

“Sempre fizemos assim.”

Às vezes, essa frase carrega anos de experiência, processos testados e conhecimento acumulado.

Só que o mundo ao redor continua mudando.

Novas tecnologias surgem, as operações ganham complexidade, os riscos se transformam, as pessoas encontram outras formas de executar uma tarefa, resolver um problema ou organizar um processo.

Por isso, evoluir também exige disposição para olhar novamente para aquilo que já conhecemos.

Existe uma frase atribuída ao escritor Neale Donald Walsch que diz:

“A vida começa no final da sua zona de conforto.”

No ambiente das organizações, essa ideia também provoca uma reflexão sobre inovação.

Quantas melhorias começam quando alguém pergunta:

“Existe uma forma melhor de fazer isso?”

Inovar pode estar em uma nova tecnologia, em um processo redesenhado ou em uma solução simples percebida por quem vive a operação todos os dias.

Na SST, esse movimento ganha ainda mais importância porque novas soluções precisam caminhar junto com análise, planejamento e gestão dos riscos.

A experiência mostra o que já aprendemos.

A inovação nos mantém atentos ao que ainda podemos melhorar.

Há quanto tempo a sua empresa não olha para um processo conhecido como se estivesse vendo-o pela primeira vez?

Fonte: site www.diariodolitoral.com.br

Parques solares e eólicos estão se multiplicando pelo Brasil.Em 2025, as fontes renováveis chegaram a quase 87% da matri...
21/09/2026

Parques solares e eólicos estão se multiplicando pelo Brasil.

Em 2025, as fontes renováveis chegaram a quase 87% da matriz energética brasileira. No mesmo período, a geração solar cresceu 24,7% e a eólica, 8,2%.

Esse crescimento também traz um desafio para a Segurança e Saúde no Trabalho.

Em seminário promovido pela Fundacentro, especialistas chamaram atenção para a complexidade desses empreendimentos e para a ausência de uma regulamentação de SST específica para o setor.

Os requisitos aplicáveis estão distribuídos por diversas normas. Na prática, são empreendimentos que podem reunir milhares de trabalhadores, grandes extensões territoriais e atividades envolvendo trabalho em altura, eletricidade, máquinas e veículos, movimentação de cargas, espaços confinados, poeiras, fatores climáticos e outros riscos.

A Fundacentro identificou ainda pouca produção técnica aplicada à SST em energias renováveis. Em levantamento realizado em 19 países, quase 70% dos materiais encontrados eram artigos científicos, com carência de conteúdo voltado à aplicação prática.

Por isso, a instituição desenvolve projetos para aproximar os requisitos existentes da realidade dos parques solares e eólicos, com produção de materiais técnicos e possibilidade futura de uma recomendação técnica ou norma específica.

Quando uma operação evolui, a gestão dos riscos também precisa evoluir com ela.

A SST começa no planejamento e acompanha engenharia, mobilização, obras civis, logística, montagem, comissionamento e operação.

Quanto mais complexa a atividade, maior a necessidade de integrar informações, responsabilidades, equipes e decisões ao longo desse processo.

A transição energética já está acontecendo.

Como a sua empresa está preparando a gestão de SST para as operações que estão surgindo com ela?

Confira a publicação da Fundacentro sobre o seminário.

“É só um minutinho.”A frase parece inofensiva.Pode aparecer antes de subir rapidamente para alcançar alguma coisa, retir...
18/09/2026

“É só um minutinho.”

A frase parece inofensiva.

Pode aparecer antes de subir rapidamente para alcançar alguma coisa, retirar uma proteção para fazer um ajuste, acessar uma área sem cumprir todas as etapas previstas ou intervir em um equipamento porque “vai ser rápido”.

O problema começa quando o tempo necessário para executar a tarefa interfere na percepção do risco.

Uma atividade curta continua acontecendo sob determinadas condições: pode haver altura, energia perigosa, partes móveis, eletricidade, produtos químicos ou outras fontes de risco.

Um minuto pode ser suficiente para que uma exposição aconteça.

Por isso, antes de uma intervenção rápida, a pergunta continua sendo a mesma: quais são os riscos dessa atividade e quais medidas precisam estar presentes para executá-la com segurança?

A duração da tarefa entra no planejamento.

O risco precisa ser avaliado pelas condições em que ela será realizada.

Quantos “é só um minutinho” fazem parte da rotina da sua operação?

Você que atua com gestão de riscos em SST provavelmente está se preparando cada vez mais para gerenciar os fatores de ri...
17/09/2026

Você que atua com gestão de riscos em SST provavelmente está se preparando cada vez mais para gerenciar os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho na sua empresa.

Os desafios são muitos.

Como lidar com tantas referências dispersas sobre um tema tão abrangente?

Qual metodologia utilizar?

Quais critérios considerar na avaliação?

Como definir prioridades e medidas de prevenção?

Quais indicadores acompanhar?

Como demonstrar a fundamentação técnica das decisões tomadas ao longo desse processo?

Esse é um ponto levantado pela auditora-fiscal do Trabalho Ana Luiza Horcades: embora os conhecimentos relacionados ao gerenciamento dos fatores de risco psicossociais já estejam bastante consolidados na literatura, ainda existe dificuldade em reunir e organizar esses conceitos de forma prática.

Segundo ela, é comum encontrar profissionais executando ações sem conhecer suficientemente a fundamentação que sustenta determinada tomada de decisão.

Essa reflexão chega em um momento especialmente importante para a SST.

Gerenciar riscos psicossociais envolve uma sequência de escolhas: identificar perigos, avaliar riscos, estabelecer critérios, definir ações, acompanhar indicadores e verificar resultados.

Cada escolha precisa ter uma razão técnica que possa ser compreendida e demonstrada.

Foi justamente para ajudar a organizar esse conhecimento que Horcades reuniu especialistas no segundo volume do livro NR-01 – Da conformidade à sustentabilidade humana nas organizações.

A obra aborda identificação de perigos, avaliação de riscos, indicadores, melhoria de desempenho, planos de ação, robustez técnica da documentação e outros temas relacionados ao gerenciamento dos fatores de risco psicossociais.

Ter acesso à informação é importante. Saber transformá-la em decisões tecnicamente fundamentadas é parte essencial da gestão.

Fonte: Revista Proteção.

Um agente físico, químico ou biológico pode fazer parte do ambiente de trabalho.Para a gestão, é preciso entender como e...
16/09/2026

Um agente físico, químico ou biológico pode fazer parte do ambiente de trabalho.

Para a gestão, é preciso entender como e em que condições o trabalhador está exposto a ele.

É esse um dos pontos centrais da NR-9, que estabelece requisitos para a avaliação e o controle das exposições ocupacionais a agentes físicos, químicos e biológicos.

Essa avaliação considera aspectos como as atividades realizadas, os agentes presentes, as formas de exposição, os possíveis agravos à saúde, os fatores que determinam essa exposição, as medidas de prevenção existentes e os grupos de trabalhadores expostos.

Quando necessária, a avaliação quantitativa ajuda a dimensionar a exposição e fornece informações para definir e aprimorar medidas de prevenção.

Os resultados das avaliações das exposições ocupacionais também devem ser incorporados ao inventário de riscos do PGR.

Porque reconhecer que um agente está presente é o começo.

Entender a exposição é o que permite decidir como controlá-la.

Na sua empresa, as exposições ocupacionais estão sendo avaliadas de forma a apoiar as decisões de prevenção?

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego — NR-9, Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos, versão vigente em 2026.

15 de setembro | Dia do ClienteToda tecnologia começa com uma necessidade real.Por isso, cada empresa que escolhe a Erpl...
15/09/2026

15 de setembro | Dia do Cliente

Toda tecnologia começa com uma necessidade real.

Por isso, cada empresa que escolhe a Erplan também participa da nossa evolução.

São desafios, processos, experiências e diferentes realidades operacionais que nos ajudam a entender onde a gestão pode ser mais simples, integrada e eficiente.

Ao longo dessa trajetória, construímos relações que vão além da entrega de uma solução. Acompanhamos empresas, profissionais e equipes que confiam no nosso trabalho para apoiar uma parte importante da sua rotina de gestão.

Hoje, nosso agradecimento é para quem caminha conosco, compartilha desafios, traz novas perspectivas e nos impulsiona a continuar evoluindo.

A todos os nossos clientes, nossa gratidão pela confiança e pela parceria.

Feliz Dia do Cliente!


Uma garrafa PET pode ser lixo ou pode ser o começo de uma boa ideia. Inovação também pode nascer de quem conhece o probl...
15/09/2026

Uma garrafa PET pode ser lixo ou pode ser o começo de uma boa ideia.
Inovação também pode nascer de quem conhece o problema de perto.

Garrafas PET, embalagens longa vida e tubos de PVC.

Foi com materiais simples como esses que uma ideia transformou energia solar em água quente, sem depender de resistência elétrica.

O projeto criado por José Alcino Alano mostra algo interessante sobre inovação: muitas vezes, ela começa com alguém olhando para um problema conhecido e imaginando outra forma de resolvê-lo.

Dentro das empresas, a SST também convive diariamente com pessoas que conhecem os processos de perto.

Quem executa uma atividade percebe dificuldades.

Quem acompanha uma inspeção identifica oportunidades.

Quem investiga uma ocorrência encontra aprendizados.

Quem implementa um plano de ação descobre soluções que podem funcionar também em outras áreas.

Quantas boas ideias de prevenção surgem assim e ficam restritas ao lugar onde nasceram?

Inovar também exige criar caminhos para que uma solução seja registrada, avaliada, compartilhada e incorporada ao aprendizado da organização.

É justamente essa lógica que existe no módulo Melhores Práticas do SICLOPE.

Uma ação que apresentou bons resultados pode ter seu aprendizado publicado e compartilhado com toda a organização. O SICLOPE permite capturar e registrar boas ideias, técnicas e experiências para que o conhecimento adquirido em uma área possa circular.

Uma solução simples pode melhorar uma atividade.

Quando esse aprendizado circula, pode melhorar muitas outras.

Uma empresa inovadora também precisa saber reconhecer, registrar e multiplicar as boas ideias que já existem dentro dela.

Fonte — Olhar Digital, 2026.
Conheça o módulo Melhores Práticas do SICLOPE no nosso site pelo link (https://www.erplan.com.br/siclope/melhores-praticas/)

Prevenção como política permanente.Melhoria contínua das condições de trabalho.Participação de trabalhadores e empregado...
14/09/2026

Prevenção como política permanente.

Melhoria contínua das condições de trabalho.

Participação de trabalhadores e empregadores.

Objetivos, metas, acompanhamento e revisão das ações.

Esses são alguns dos princípios que ganham força com a aprovação, pelo Congresso Nacional, da Convenção nº 187 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre o Marco Promocional para a Segurança e a Saúde no Trabalho.

O texto foi aprovado pelo Senado em 3 de setembro e formalizado pelo Decreto Legislativo nº 390/2026, publicado no Diário Oficial da União em 8 de setembro.

A Convenção propõe que os países desenvolvam e aprimorem continuamente três grandes instrumentos: uma política nacional, um sistema nacional e um programa nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. Também prevê participação de organizações de trabalhadores e empregadores e revisão periódica das políticas e programas.

Para o Brasil, a aprovação reforça uma direção importante: a prevenção precisa fazer parte de uma estrutura permanente de gestão.

Isso aproxima a discussão de algo que acontece todos os dias dentro das organizações.

Identificar riscos.
Definir responsabilidades.
Acompanhar ações.
Avaliar resultados.
Aprender com o que aconteceu.
Melhorar continuamente.

É assim que uma cultura preventiva ganha forma na prática.

Cultura de prevenção se constrói nas decisões que uma organização repete todos os dias.

Para as empresas, a aprovação ainda não representa uma nova obrigação regulatória ou fiscalizatória imediata. O movimento, porém, sinaliza uma direção importante para a política brasileira de SST e merece ser acompanhado.

Fonte: Congresso Nacional — Decreto Legislativo nº 390/2026; Agência Senado; Portal Contábeis.

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