Karin Brenner Fotografia

Karin Brenner Fotografia www.karinbrenner.com.br

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Uma gallery wall permite que a fotografia entre na casa como coleção, memória e composição visual.Neste exemplo, diferen...
15/05/2026

Uma gallery wall permite que a fotografia entre na casa como coleção, memória e composição visual.

Neste exemplo, diferentes linguagens convivem na mesma parede: a fotografia do cotidiano, com janelas, roupas no varal e cores solares; a arquitetura urbana de Roma, com suas ruas estreitas e camadas históricas; a paisagem do Rio de Janeiro, em preto e branco, quase suspensa pela névoa; e uma imagem abstrata, construída pelo movimento, pela cor e pela percepção.

A força dessa composição está justamente no encontro entre estilos. As fotografias não precisam pertencer ao mesmo lugar, à mesma paleta ou ao mesmo tema para conversarem entre si. Elas podem criar ritmo, contraste e profundidade quando são pensadas em conjunto, com variações de tamanho, moldura, proporção e respiro.

Com as minhas fotografias, essa possibilidade ganha ainda mais potência. Suas fotografias transitam por paisagens, cidades, fragmentos arquitetônicos, cenas cotidianas e imagens mais abstratas, permitindo criar paredes que contam histórias sem depender de uma única narrativa.

A gallery wall transforma a parede em um espaço vivo de curadoria. Em vez de escolher uma única obra, é possível construir uma composição afetiva, estética e autoral, reunindo diferentes olhares da artista em um mesmo ambiente.

Fotografia da minha série “Horizontes: ode ao natural” em belíssimo projeto de hall de entrada assinado pelo escritório ...
14/05/2026

Fotografia da minha série “Horizontes: ode ao natural” em belíssimo projeto de hall de entrada assinado pelo escritório . ❤️

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Explorando os encantos históricos e as paisagens deslumbrantes de Zadar, na Croácia. ❤️Cada rua conta uma história e cad...
13/05/2026

Explorando os encantos históricos e as paisagens deslumbrantes de Zadar, na Croácia. ❤️

Cada rua conta uma história e cada vista é um convite à contemplação.

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12/05/2026

Abri minha casa para receber a , do programa , da , em uma conversa leve sobre fotografia, arte e os caminhos que me aproximam da imagem.

Falamos sobre algumas obras que habitam comigo, sobre o meu olhar como fotógrafa e também sobre a abertura da minha casa-ateliê como um espaço de encontros, conversas e debates em torno da arte, da cultura e da fotografia.

Foi uma alegria compartilhar um pouco desse universo tão íntimo e tão vivo.

Em breve, no ar pela Rede Massa.

Dia das mães e a emoção de pensar nessa força natural e única que é a maternidade. Lindo demais passar pela vida e poder...
10/05/2026

Dia das mães e a emoção de pensar nessa força natural e única que é a maternidade. Lindo demais passar pela vida e poder viver e sentir essa forma de amar única e incondicional. ❤️

Na foto, um registro da Igreja da Grande Mãe de Deus, é uma das igrejas mais emblemáticas de Turim, na Itália. Construída no século XVIII, sua arquitetura neoclássica imponente e sua localização estratégica às margens do rio Pó a tornam um marco icônico na cidade.

Projetada pelo arquiteto Filippo Juvarra, a igreja é conhecida por sua fachada impressionante, com colunas coríntias majestosas e uma escadaria monumental que leva à entrada principal. Seu interior também é notável, com uma atmosfera grandiosa e uma decoração luxuosa, incluindo afrescos e obras de arte sacra.

Além de sua importância religiosa, a Igreja também tem um significado cultural significativo para os habitantes de Turim, sendo frequentemente associada a eventos históricos e festivais da cidade. Sua presença majestosa e sua beleza arquitetônica fazem dela um destino imperdível para os visitantes que exploram Turim.

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Em Dolceacqua, na Ligúria, fotografei uma Itália íntima, feita de janelas abertas, roupas ao sol, venezianas verdes e fl...
08/05/2026

Em Dolceacqua, na Ligúria, fotografei uma Itália íntima, feita de janelas abertas, roupas ao sol, venezianas verdes e flores que atravessam a fachada.

A cena me interessa pela delicadeza do cotidiano. Nada ali parece posado. A luz chega com calma, toca as paredes, desenha sombras, revela cores que pertencem à vida comum: o verde das janelas, o rosa antigo da fachada, o amarelo do tecido, o tempo suspenso entre uma casa e outra.

Gosto de fotografar lugares assim porque eles guardam uma beleza discreta. Uma beleza que não se impõe, mas permanece.

Em um ambiente, essa imagem pode trazer justamente essa sensação: cor, silêncio, memória e uma certa doçura mediterrânea. Uma janela para outro ritmo, onde a casa também aprende a respirar mais devagar

O Duomo de Milão é uma das grandes sínteses da arquitetura gótica europeia. Uma construção monumental, iniciada em 1386,...
06/05/2026

O Duomo de Milão é uma das grandes sínteses da arquitetura gótica europeia. Uma construção monumental, iniciada em 1386, que atravessou séculos até se tornar um dos principais símbolos da cidade.

Diante da catedral, o olhar encontra primeiro a escala. Depois, os detalhes começam a aparecer: pináculos, esculturas, arcos ogivais, rendas de mármore e uma fachada que transforma pedra em narrativa.

Mais de três mil esculturas compõem o edifício, entre santos, figuras bíblicas, animais, personagens históricos e ornamentos. Cada elemento revela a força de uma época em que arquitetura, fé, poder político e trabalho artesanal caminhavam juntos.

Fotografar o Duomo é observar como uma cidade constrói sua própria memória. A catedral ocupa o centro de Milão, mas também concentra parte da história cultural, religiosa e urbana da Itália.

O que me interessa nesse tipo de imagem é justamente isso: quando a arquitetura deixa de ser apenas cenário e passa a registrar, em silêncio, a permanência do tempo.

O que me move na fotografia é essa possibilidade de encontrar narrativas onde muitos veem apenas passagem.Nas viagens, c...
05/05/2026

O que me move na fotografia é essa possibilidade de encontrar narrativas onde muitos veem apenas passagem.

Nas viagens, caminho com atenção ao que se revela aos poucos: uma paisagem em silêncio, uma arquitetura marcada pelo tempo, um rosto que carrega memória, uma cultura que aparece nos detalhes mais discretos do cotidiano.

Cada imagem nasce desse encontro entre o mundo e a minha própria escuta. Não fotografo apenas o que está diante de mim. Procuro perceber o que permanece, o que atravessa, o que transforma um lugar em experiência.

Para mim, fotografar é criar pontes sensíveis entre territórios, pessoas e tempos. É olhar para o mundo com demora e devolver, em imagem, aquilo que ele sussurra.

Foto: Anderson Angélico

Detalhe de hall de entrada com minhas fotografias outonais. Projeto assinado por . ❤️- -
04/05/2026

Detalhe de hall de entrada com minhas fotografias outonais. Projeto assinado por . ❤️

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Com uma extensa visão e seu viés de anos atuando com engenharia civil, Karin Brenner, entre suas andanças, registra vári...
02/05/2026

Com uma extensa visão e seu viés de anos atuando com engenharia civil, Karin Brenner, entre suas andanças, registra vários ícones da arquitetura contemporânea, revela sua exuberância e propõe um olhar sobre desafios construtivos e do uso de espaços urbanos para abrigar as mais variadas edificações e seus diferentes sensos de estética.

O que é bonito quando falamos de arquitetura? Como regiões históricas abrigam obras contemporâneas e que contrastam com o entorno, de que maneira a engenharia evoluiu junto com as sociedades e incorporou novos materiais e tecnologias e como a arquitetura reflete a história de sociedades e os contextos globais?

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Essa fotografia parece falar sobre permanência.A árvore cresce sobre a ruína como quem não pede licença ao tempo. Suas r...
30/04/2026

Essa fotografia parece falar sobre permanência.

A árvore cresce sobre a ruína como quem não pede licença ao tempo. Suas raízes atravessam a pedra, contornam a arquitetura, ocupam as frestas e transformam o que um dia foi construção humana em parte de uma paisagem viva.

Mas a imagem não romantiza essa relação. Ela mostra uma disputa antiga entre permanência e desaparecimento. A pedra, feita para durar, cede. A raiz, aparentemente frágil no início, reorganiza o espaço com uma precisão que nenhum projeto conseguiria prever.

O que interessa aqui é esse deslocamento de poder: a arquitetura deixa de ser centro e passa a ser suporte. O monumento continua ali, mas já não controla a narrativa. Quem conduz o olhar é a árvore, com seu corpo expandido, quase escultórico, tomando a construção como território.

Há beleza, mas também há tensão.

A fotografia registra um tempo que não cabe na urgência humana. Um tempo vegetal, insistente, que não destrói de uma vez, mas incorpora, modifica e devolve ao mundo aquilo que parecia definitivo.

Endereço

2443 Rua Padre Anchieta
Curitiba, PR
80730-000

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