06/10/2025
Você já ouviu falar no etanol de milho e trigo?
Pois é — ele está chegando com força em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e promete mudar o jogo para produtores e cooperativas.
Mas o que isso significa?
Diferente do tradicional (feito da cana-de-açúcar), o etanol de milho e trigo é produzido a partir dos grãos.
Ele vem ganhando espaço no Brasil por unir energia renovável, tecnologia e renda para o campo.
Por que ele é uma revolução?
Mais valor para o produtor: além do combustível, as usinas geram o DDG, um subproduto rico em proteína usado na ração animal — ou seja, o milho vira energia e alimento para o gado.
Gera emprego e investimento local: só a Coopercampos, em Campos Novos (SC), vai produzir mais de 35 milhões de litros de etanol por ano, movimentando toda a economia da região.
Sustentabilidade real: menos emissões de carbono e mais aproveitamento dos grãos — energia limpa que nasce do agro!
Indústria fortalecida: o Sul está virando polo de biocombustíveis, com usinas modernas como BSBIOS, 3tentos e Be8 no RS.
O que vem pela frente?
Com o apoio da nova Lei do Combustível do Futuro, o Brasil deve ampliar o uso de etanol e biodiesel nos próximos anos.
Isso significa mais demanda por milho e soja, mais investimentos no campo e um mercado promissor para quem produz.
Em resumo:
O etanol não é só combustível — é inovação, renda, sustentabilidade e futuro.
E o Brasil está muito bem posicionado nesse novo mapa energético que está redesenhando o agro.