Banco de Células do Rio de Janeiro

Banco de Células do Rio de Janeiro O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) é um centro de referência e excelência em cultura de

O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) é um centro de referência e excelência em cultura de células humanas e animais e é o representante da Rede Brasileira de Centros de Recursos Biológicos para a avaliação da conformidade neste domínio. Com 33 anos de experiência é o único banco de células no Brasil e o maior da América do Sul, com cerca de 400 tipos celulares, que são utilizados como matér

ia prima em diversos segmentos da biologia, da biomedicina e é também um método alternativo à utilização de animais na pesquisa, diagnóstico e desenvolvimento, seguindo uma tendência metodológica mundial. A coleção está totalmente informatizada e atende aos manuais de Boas Práticas em Cultura de Células da Organização Mundial de Coleções de Cultura (WFCC) e da Rede dos Centros de Recursos Biológicos internacionais. Programas

O BCRJ está inserido no Programa Avançado de Biologia Celular Aplicada à Medicina da UFRJ e no Programa de Bioengenharia do INMETRO, que visa o desenvolvimento de projetos voltados para o fornecimento de linhagens celulares com controle da qualidade que atenda a demanda nacional em áreas estratégicas da Biotecnologia envolvendo também a terapia celular e produção de culturas de células como material de referência certificado (MRC). Sistema de Gestão

O BCRJ atua como um Centro de Recursos Biológicos e está em processo final de implementação do sistema de gestão da qualidade com vista ao reconhecimento formal de sua competência através da acreditação na Norma ABNT ISO IEC 17.025:2005, no ISO GUIA 34 e nos Guidelines de Boas Práticas da OCDE como um CRB. Acervo

É composto por cerca de 400 tipos celulares de humanos, animais e de insetos totalmente informatizado com um software que utiliza código de barras.

🔬 Sua célula ainda é a mesma célula que você acha que está estudando?Talvez, ao ler essa pergunta, você tenha pensado em...
07/05/2026

🔬 Sua célula ainda é a mesma célula que você acha que está estudando?
Talvez, ao ler essa pergunta, você tenha pensado em contaminação cruzada.

Mas hoje o foco é outro:
👉 deriva celular associada ao número de passagens

Mesmo com morfologia preservada e ausência de contaminação aparente, o simples ato de subcultivar repetidamente (tripsinização) já é suficiente para alterar o comportamento celular ao longo do tempo.

O que acontece biologicamente?

1️⃣ Acúmulo de alterações genéticas
Cada ciclo de divisão aumenta a probabilidade de mutações e rearranjos, modificando vias celulares importantes.
2️⃣ Seleção de subpopulações
O ambiente in vitro favorece células mais adaptadas ao cultivo. Com o tempo, essas subpopulações predominam, alterando o perfil original da cultura.
3️⃣ Alterações metabólicas
Mudanças no consumo de glicose, glutamina e na atividade mitocondrial impactam diretamente a produção de ATP e o balanço redox.
4️⃣ Modulação da expressão gênica
A repetição de passagens influencia a ativação e repressão de genes ligados à proliferação, diferenciação e resposta a estímulos.

⚠️ Impacto direto:
• variação entre experimentos
• alteração na resposta a fármacos
• perda de reprodutibilidade

Um ponto crítico muitas vezes negligenciado:
Diversos guias de boas práticas recomendam estabelecer um limite máximo de passagens a partir de cada descongelamento.
Isso porque, a cada ciclo de tripsinização e expansão, a cultura se distancia progressivamente do estado original.

✅ Boas práticas:
✔ Definir e registrar o número de passagens
✔ Trabalhar com estoques organizados (MCB/WCB)
✔ Reiniciar culturas a partir de criopreservação sempre que necessário
✔ Monitorar identidade e qualidade celular

🎓 Em cultura celular, manter a viabilidade não é suficiente, é preciso manter a consistência biológica do modelo.

Quer aprofundar esse tipo de controle que impacta diretamente seus resultados?

Participe do curso de Boas Práticas em Cultura de Células do BCRJ ou In company.

📩 Informações: [email protected]

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📢 Com grande entusiasmo, anunciamos a 109ª turma do Curso de Boas Práticas em Cultura de Células, realizada no formato i...
04/05/2026

📢 Com grande entusiasmo, anunciamos a 109ª turma do Curso de Boas Práticas em Cultura de Células, realizada no formato in company na R-Crio!

O curso teve início hoje, dia 04 de maio de 2026, levando a expertise do Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) diretamente para o ambiente institucional, promovendo uma imersão prática e alinhada às rotinas reais de laboratório.

Se você também tem interesse em capacitar sua equipe ou aprimorar seus conhecimentos em Cultura de Células, entre em contato conosco para conhecer nossos cursos in company e o calendário de cursos no BCRJ..

Para mais informações, envie um e-mail para [email protected]

Parceiros: e

28 anos de trajetória no BCRJEm maio, celebramos os 28 anos de atuação de Antonio Martins Monteiro, atual presidente do ...
01/05/2026

28 anos de trajetória no BCRJ

Em maio, celebramos os 28 anos de atuação de Antonio Martins Monteiro, atual presidente do Banco de Células do Rio de Janeiro.

Ao longo dessa jornada, sua contribuição tem sido marcada por consistência, responsabilidade e compromisso com a qualidade, pilares essenciais para a construção de um ambiente científico sólido e confiável.

Sua trajetória, que hoje se consolida na posição de liderança institucional, reflete não apenas experiência acumulada, mas também visão estratégica e dedicação ao desenvolvimento contínuo da ciência e da cultura celular no Brasil.

Em instituições voltadas à ciência, o tempo de dedicação representa evolução, construção e impacto real nas práticas laboratoriais.

Reconhecer trajetórias como essa é valorizar aquilo que sustenta a excelência no dia a dia.

Antonio Martins Monteiro, agradecemos por fazer parte, e por liderar, essa história.

🔬 O soro fetal bovino (SFB) não é apenas um suplemento, ele funciona como um sistema bioquímico ativo dentro da cultura ...
01/05/2026

🔬 O soro fetal bovino (SFB) não é apenas um suplemento, ele funciona como um sistema bioquímico ativo dentro da cultura celular.

No BCRJ, utilizamos o soro fetal bovino da Bionutrientes Brasil em nossas rotinas de cultura celular, reforçando a importância da qualidade, rastreabilidade e manejo adequado desse insumo.

Ele contém proteínas transportadoras, como albumina e transferrina, fatores de crescimento, hormônios, lipídios e micronutrientes que regulam processos como proliferação, adesão, metabolismo e expressão gênica.

Quando o soro passa por ciclos repetidos de congelamento e descongelamento, podem ocorrer alterações bioquímicas importantes:

• desnaturação de proteínas

• formação de microagregados

• perda de atividade de fatores bioativos

• alteração da fração livre de moléculas ligadas à albumina

👉 Por isso, a aliquotagem não é apenas organização: é controle experimental.

O volume das alíquotas deve ser definido de acordo com a rotina do laboratório: frequência de uso, volume de meio preparado e tipo de experimento.

✅ Regra técnica: uma alíquota deve corresponder a um único ciclo de uso, evitando recongelamento.

Em cultura celular, pequenas variações na composição do meio podem alterar o comportamento celular, e o soro é uma das principais fontes dessa variabilidade.

🎓 Quer aprender a controlar essas variáveis na prática?

Participe do curso de Boas Práticas em Cultura de Células do BCRJ.

🤝 Parceiro: Bio Nutrientes do Brasil

💬 Como você organiza o uso do soro no seu laboratório?

O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) convida você para o cursoMétodos Alternativos ao Uso de Animais em Toxicolog...
29/04/2026

O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) convida você para o curso
Métodos Alternativos ao Uso de Animais em Toxicologia In Vitro, uma imersão teórico-prática voltada à aplicação real, à validação científica e às exigências regulatórias atuais.

📅 18 a 22 de maio
📍 Laboratório do Banco de Células do Rio de Janeiro – BCRJ

✨ Por que este curso é diferente?
Porque conecta ciência aplicada, indústria e regulação, oferecendo uma formação sólida para quem deseja atuar com métodos alternativos de forma ética, tecnicamente consistente e alinhada ao mercado.

Especialistas confirmados

🔹 Grupo Boticário — toxicologia in silico aplicada à avaliação de segurança
🔹 L’Oréal — execução prática do ensaio de irritação ocular em córnea reconstituída, conforme métodos alternativos validados
🔹 3DBS — bioimpressão de pele in vitro para ensaios de irritação dérmica

Além de docentes do BCRJ, especialistas em te**es toxicológicos in vitro, incluindo ensaios de citotoxicidade, mutagenicidade, entre outros ensaios aplicados à avaliação de segurança.

👩‍🔬👨‍🔬 Mais do que conteúdo teórico, este curso oferece vivência prática, troca de experiências e visão crítica, preparando o participante para interpretar, aplicar e defender métodos alternativos em contextos científicos e regulatórios.

📲 Inscreva-se pelo QR Code na imagem
⚠️ Vagas limitadas

🤝 Parceiros: |

👉 Uma oportunidade estratégica para quem atua ou deseja atuar na fronteira da toxicologia in vitro.

🔬 Suas células podem estar viáveis, mas com o comportamento celular alterado.E, muitas vezes, isso não está relacionado ...
13/04/2026

🔬 Suas células podem estar viáveis, mas com o comportamento celular alterado.

E, muitas vezes, isso não está relacionado ao tratamento experimental…
mas ao acúmulo de espécies reativas de oxigênio (ROS).

O que são ROS?

São moléculas altamente reativas formadas principalmente na mitocôndria durante a cadeia respiratória, como superóxido (O₂⁻), peróxido de hidrogênio (H₂O₂) e radical hidroxila (OH•).

Em níveis controlados, participam da sinalização celular.
Mas, quando há acúmulo, passam a interferir diretamente na função celular.

Por que a cultura celular favorece ROS?

O ambiente in vitro apresenta condições que favorecem o desequilíbrio redox:

• Alta concentração de oxigênio (~21%)
• Exposição à luz
• Presença de metais como ferro
• Componentes instáveis no meio de cultura

Além disso, fatores como antibióticos, DMSO pós-descongelamento e degradação de nutrientes também contribuem para o aumento de ROS.

🧬 Impactos no nível celular

O excesso de ROS pode levar a:

• Danos ao DNA
• Oxidação de proteínas
• Peroxidação de lipídios
• Disfunção mitocondrial

E, principalmente:

ativação de vias como p53, NF-κB e MAPK, alterando o comportamento celular

O ponto mais crítico na prática

A célula pode permanecer viável…
mas apresentar:

• Alterações metabólicas
• Mudanças na expressão gênica
• Respostas alteradas a estímulos

Isso impacta diretamente a interpretação dos ensaios

Protocolos laboratoriais reforçam a importância de monitorar não apenas a viabilidade, mas também o comportamento celular para garantir consistência experimental

💬 Agora queremos saber:
Você já considerou o impacto do estresse oxidativo nos seus experimentos?

👇 Compartilhe sua experiência!

🎓 Se você quer aprender a controlar variáveis críticas como metabolismo celular, ROS e cultura 3D…

Participe do Curso de Cultura de Células 3D do BCRJ e desenvolva um olhar técnico que vai além da execução de protocolos.

📩 [email protected]

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No laboratório e no mundo, saúde é algo que se cultiva.Cada célula que preservamos, cada material biológico que qualific...
07/04/2026

No laboratório e no mundo, saúde é algo que se cultiva.
Cada célula que preservamos, cada material biológico que qualificamos e cada pesquisa que apoiamos reforça nosso propósito: contribuir para avanços que gerem mais prevenção, mais tratamento e mais vida.
No Dia Mundial da Saúde, o BCRJ celebra a ciência que transforma e a importância de cuidar do que sustenta todas as formas de vida. 🌍🔬

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🔬 Devemos sempre retirar o DMSO imediatamente após o descongelamento de células?A resposta mais comum seria: “sim, imedi...
06/04/2026

🔬 Devemos sempre retirar o DMSO imediatamente após o descongelamento de células?

A resposta mais comum seria: “sim, imediatamente”.

Mas, na prática, essa decisão envolve um equilíbrio delicado entre toxicidade química e estresse celular induzido pelo manejo.

Por que o DMSO é utilizado?

O dimetilsulfóxido (DMSO) é um crioprotetor essencial porque:

• Reduz a formação de cristais de gelo
• Preserva a integridade das membranas celulares
• Minimiza danos osmóticos durante o congelamento

Sem ele, a viabilidade celular após o descongelamento é drasticamente reduzida

⚠️ O problema começa após o descongelamento

Em temperatura fisiológica (37°C), o DMSO passa a exercer efeitos indesejáveis:

• Citotoxicidade dependente do tempo de exposição
• Aumento da produção de espécies reativas de oxigênio (ROS)
• Alteração da fluidez da membrana plasmática
• Interferência em vias de sinalização celular

Ou seja, manter o DMSO por longos períodos não é uma opção segura.

🧬 O dilema técnico

A remoção imediata do DMSO normalmente envolve centrifugação, e é justamente aqui que surge um ponto crítico:

• Estresse mecânico
• Alterações osmóticas bruscas
• Perda significativa de células

Especialmente em células mais sensíveis

⚠️ Atenção para um cenário comum na prática

Algumas células primárias e linhagens específicas apresentam maior sensibilidade ao estresse físico.

CONTINUAÇÃO NA LEGENDA ...

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🎓 Se você quer dominar etapas críticas como descongelamento, cultivo e manipulação celular com mais segurança e consistência…

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Por que células senescentes ficam maiores e perdem a delimitação do citoplasma?O que você observa no microscópio não é a...
03/04/2026

Por que células senescentes ficam maiores e perdem a delimitação do citoplasma?

O que você observa no microscópio não é apenas uma alteração estética, é o reflexo de um profundo reprogramamento bioquímico.

A senescência celular é caracterizada por uma parada irreversível do ciclo celular, mediada por vias como p53/p21 e p16/Rb. No entanto, essas células permanecem metabolicamente ativas, e esse é o ponto crítico.

O que acontece dentro da célula?

1️⃣ Crescimento sem divisão
A célula continua sintetizando proteínas, lipídios e organelas, mas não se divide.
➡️ Resultado: acúmulo de massa citoplasmática e aumento do tamanho celular.

2️⃣ Disfunção mitocondrial e aumento de ROS
Mitocôndrias tornam-se menos eficientes, elevando a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS).
➡️ Isso promove dano oxidativo em lipídios de membrana, proteínas estruturais e DNA.


3️⃣ Desorganização do citoesqueleto
Alterações em actina e microtúbulos comprometem a tensão mecânica e a arquitetura celular.
➡️ A célula perde sua forma original e se torna mais achatada e irregular.

4️⃣ Alteração da membrana plasmática
A peroxidação lipídica reduz a fluidez e a estabilidade da membrana.

➡️ O citoplasma passa a apresentar limites menos definidos ao microscópio.

5️⃣ SASP (fenótipo secretor associado à senescência)
Células senescentes liberam citocinas, proteases e fatores inflamatórios.
➡️ Isso remodela a matriz extracelular e altera o microambiente celular.

CONTINUA NA LEGENDA …

🎓 Quer aprofundar sua capacidade de interpretar o comportamento celular na prática?

O Curso de Boas Práticas em Cultura de Células do BCRJ foi desenvolvido para formar profissionais capazes de identificar alterações críticas, controlar variáveis e garantir confiabilidade experimental.

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Toxicologiainvitro

💙 Dia Mundial da Conscientização do AutismoO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento...
02/04/2026

💙 Dia Mundial da Conscientização do Autismo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por diferenças na comunicação social, nos padrões de comportamento e no processamento sensorial. Estudos científicos apontam que o TEA resulta de uma complexa interação entre fatores genéticos e ambientais, que influenciam a organização e a conectividade cerebral durante o desenvolvimento.

Pessoas no espectro apresentam formas únicas de perceber, interagir e compreender o mundo. A ciência reforça que não se trata de uma doença, mas de uma variação natural da neurodiversidade humana.

Promover inclusão, acesso à informação, diagnóstico precoce e suporte adequado é fundamental para garantir qualidade de vida e plena participação social.

💙 Conscientizar é abrir espaço para respeito, acolhimento e ciência a serviço da inclusão.

Parabenizamos Paola Cappelletti pelos 4 anos de dedicação e contribuição ao BCRJ. Sua atuação em toxicologia in vitro, a...
02/04/2026

Parabenizamos Paola Cappelletti pelos 4 anos de dedicação e contribuição ao BCRJ. Sua atuação em toxicologia in vitro, aliada ao compromisso com práticas cruelty free e cultura de células, foi fundamental para o nosso desenvolvimento ao longo desse período.

Endereço

Rua Nossa Senhora Das Graças, 50, Predio 32/PTX/INMETRO
Duque De Caxias, RJ
25250-020

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 16:30
Terça-feira 08:00 - 16:30
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