11/11/2020
Os sistemas solares flutuantes operam assim como os sistemas em terra, porém instalados sobre a superfície da água.
Para isso, é necessário a utilização de flutuadores, que são as estruturas que suportam os módulos solares sobre a água. Usinas solares flutuantes são utilizadas somente em projetos de geração centralizada, ou seja, para a produção de grandes cargas de energia.
Com enorme potencial de aplicação e diversas vantagens técnicas, as instalações de usinas flutuantes cresceram nos últimos anos e devem continuar ganhando espaço.
Em 2018, os projetos ao redor do mundo somavam apenas 1,1 GW, de acordo com o estudo do Banco Mundial. Para 2030, a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA, na sigla em inglês) estima um total de 400 GW em capacidade mundial instalada de solar flutuante.
A primeira usina solar flutuante no Brasil foi instalada em 2014 no reservatório da usina hidrelétrica de Porto Primavera, na cidade de Rosana (SP), que conta com dois arranjos fotovoltaicos flutuantes de 25 kW cada.
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