Geometrisa - Segurança de Barragens

Geometrisa - Segurança de Barragens Engenharia especializada em segurança de barragens. +30 anos de experiência com gestão de riscos, monitoramento e conformidade regulatória.

Soluções integradas com tecnologia própria para decisões seguras e confiáveis.

Ao final de cada mês, a segurança de uma barragem é resultado de observações, registros, análises e decisões técnicas. C...
12/06/2026

Ao final de cada mês, a segurança de uma barragem é resultado de observações, registros, análises e decisões técnicas.

Cada inspeção realizada, instrumento monitorado, documento atualizado e informação analisada contribuem para a compreensão do comportamento da estrutura ao longo do tempo.

Nesse contexto, a Gestão Mensal da Segurança de Barragens consolida esse trabalho em uma visão técnica integrada, apoiando:

- O monitoramento contínuo da estrutura
- A atualização de dados e documentos técnicos
- A conformidade com as exigências regulatórias
- A gestão de riscos operacionais
- O planejamento de ações preventivas

A segurança de barragens é construída diariamente e tem a gestão mensal como grande aliada, pois integra as informações disponíveis e as traduz em conhecimento técnico, permitindo a devida execução e, também, o refinamento dos Planos de Monitoramento e Manutenção, de forma a apoiar decisões mais seguras, com maior previsibilidade operacional e melhor gestão dos recursos do empreendimento.

A segurança de uma barragem está diretamente relacionada à capacidade de compreender seu comportamento ao longo do tempo...
03/06/2026

A segurança de uma barragem está diretamente relacionada à capacidade de compreender seu comportamento ao longo do tempo. Nesse contexto, o monitoramento fornece informações essenciais para o acompanhamento do desempenho da estrutura, a identificação de tendências e a avaliação contínua de suas condições de segurança.

A análise consistente desses dados gera conhecimento técnico que apoia a tomada de decisão, contribui para o planejamento de ações e fortalece a gestão da segurança. Além dos registros históricos, as informações obtidas permitem compreender o comportamento da estrutura e sua evolução ao longo dos anos, fornecendo suporte técnico para decisões cada vez mais fundamentadas.

Em um cenário onde a confiabilidade das informações é indispensável, transformar dados em conhecimento é um passo essencial para uma gestão segura e eficiente.

A segurança de uma barragem vai muito além da estrutura. Por trás de cada análise, inspeção e tomada de decisão, existe ...
28/05/2026

A segurança de uma barragem vai muito além da estrutura.

Por trás de cada análise, inspeção e tomada de decisão, existe um trabalho técnico contínuo que envolve campo, avaliação de dados e acompanhamento permanente das condições da estrutura.

É a integração entre experiência, monitoramento e engenharia que permite identificar cenários, antecipar necessidades e apoiar decisões mais seguras.

Na Geometrisa, acreditamos que segurança se constrói todos os dias — com rigor técnico, responsabilidade e atuação multidisciplinar.

Segurança de barragens exige monitoramento contínuo. O acompanhamento frequente em campo, a coleta de dados e o suporte ...
21/05/2026

Segurança de barragens exige monitoramento contínuo.

O acompanhamento frequente em campo, a coleta de dados e o suporte à gestão são etapas essenciais para uma operação mais segura e uma tomada de decisão mais assertiva.

Na Geometrisa, tecnologia e atuação técnica caminham juntas para transformar dados em apoio estratégico à gestão e ao monitoramento de estruturas.

O monitoramento por meio dos instrumentos de auscultação faz parte da Manutenção Preditiva Objetiva, pois possui como fe...
15/05/2026

O monitoramento por meio dos instrumentos de auscultação faz parte da Manutenção Preditiva Objetiva, pois possui como ferramentas de diagnóstico metodologias que permitem a quantificação de determinados parâmetros do comportamento da estrutura, como deslocamentos, vazões e tensões. Desta forma, permite-se uma avaliação interna e criteriosa da barragem durante todas as suas fases, desde o planejamento e projeto até sua desativação ou preparação para usos futuros, bem como minimiza-se o risco de acidentes.

Todo instrumento em um empreendimento deve ser selecionado e instalado para responder questões específicas, ou seja, antes de determinar os métodos de medição, deve ser feita uma lista das questões geotécnicas que provavelmente surgirão durantes as fases de projeto, construção, enchimento e operação. Sendo assim, o planejamento do Monitoramento Geotécnico é fundamental para a rotina de Segurança de Barragens, apoiando nas atividades de diagnóstico, monitoramento e manutenção.

Ainda, os dados da instrumentação, junto aos resultados das inspeções de segurança, se conectam de forma direta ao sistema de monitoramento e controle de estabilidade da barragem integrado aos procedimentos estabelecidos nos Planos de Ação de Emergência – PAE.

Os dados obtidos dos instrumentos de auscultação devem ser sistematicamente coletados, verificados, processados e avaliados em relação aos parâmetros de segurança da barragem, conforme estabelecido no Plano de Monitoramento, para que permita a identificação e correção de falhas. Nesse contexto, uma análise bem conduzida organiza a informação e apoia decisões sobre monitoramento, inspeções, manutenção e estudos complementares.

A instrumentação de auscultação é uma ferramenta valiosa quando aliada a um programa sistemático de inspeções, observações, análises e interpretações conduzidas por engenheiros qualificados e familiarizados com os aspectos críticos do empreendimento, assegurando o controle eficaz das condições de segurança da barragem.










O papel da classificação na gestão do risco de barragens A Classificação de Barragens pautada na Categoria de Risco (CRI...
08/05/2026

O papel da classificação na gestão do risco de barragens

A Classificação de Barragens pautada na Categoria de Risco (CRI) e Dano Potencial Associado (DPA) funciona como eixo central de organização do trabalho técnico e da destinação de recursos.

Alterações em CRI e DPA impactam diretamente a forma como a gestão enxerga risco e distribui recursos entre as barragens, ajustando foco entre intervenções estruturais, fortalecimento do PAE e ações de monitoramento. Em geral, quanto mais elevadas as combinações de CRI e DPA, maior a tendência de concentração de atenção técnica, revisões de segurança e orçamento nessas estruturas, enquanto barragens em categorias mais baixas permanecem em rotinas de manutenção e acompanhamento preventivo.

Na relação com fiscalizadores, a barragem em CRI alto passa a ter maior visibilidade, principalmente quando a alteração do Nível de Segurança (NSB) ou do Nível de Perigo Global da Barragem (NPGB) exigem protocolos junto aos órgãos ou a realização de Inspeções de Segurança Especiais. Em alguns contextos, a defesa civil também passa a acompanhar de forma mais próxima a evolução das condições da estrutura, para que possa, se necessário, deixar os recursos previstos no Plano de Contingência Municipal de prontidão.

Nesse cenário, a integração de CRI, DPA, NSB e NPGB na gestão otimiza a alocação de orçamento e confere coerência às decisões do empreendedor, conectando indicadores técnicos à linguagem de risco e de negócio.

Na Geometrisa, atuamos na camada técnica da segurança de barragens, com foco em monitoramento e diagnósticos que subsidiam a priorização de ações e investimentos com base em critérios objetivos e bem documentados.













A realidade de muitas empresas do setor industrial envolve a gestão de diversas pequenas barragens, frequentemente const...
30/04/2026

A realidade de muitas empresas do setor industrial envolve a gestão de diversas pequenas barragens, frequentemente construídas há décadas e, em muitos casos, sem dados técnicos consolidados, o que gera incertezas sobre sua segurança, classificação (CRI e DPA) e enquadramento na PNSB, especialmente no caso de barragens de menor porte, tipicamente com altura inferior a 15 m e volume inferior a 3 milhões de m³.

Diante dessa lacuna de informações, a realização de Estudos de Diagnóstico, que têm como objetivo principal levantar, organizar e consolidar dados técnicos que permitam compreender o comportamento e a condição atual da barragem, se configura como uma ferramenta estratégica para a gestão da segurança.
Ademais, subsidiam a elaboração de investigações complementares e são essenciais para o desenvolvimento do Plano de Segurança da Barragem (PSB) e, quando aplicável, do Plano de Ação de Emergência (PAE).

O diagnóstico geralmente se inicia com atividades de campo e levantamento de informações, incluindo:
- Inspeção de campo;
- Levantamento topográfico (planialtimétrico cadastral);
- Verificação das condições e ocupações a jusante.

Com base nessas etapas iniciais, são desenvolvidos estudos e produtos técnicos fundamentais, tais como:
- Relatório de Inspeção de Segurança, com foco na avaliação das condições atuais da estrutura;
- Desenhos técnicos, destinados ao levantamento de dimensões e caracterização geométrica;
- Estudo de estabilidade, para verificação das condições de estabilidade dos taludes;
- Estudo hidrológico, visando à determinação das vazões de projeto e à avaliação do sistema extravasor;
- Estudo de rompimento, com o objetivo de simular cenários de falha e delimitar as áreas potencialmente impactadas a jusante.

A partir desse conjunto de informações, torna-se possível preencher as matrizes de CRI e DPA, classificar a barragem e verificar seu enquadramento na PNSB de forma consistente e tecnicamente embasada. Ao reduzir incertezas e estruturar dados confiáveis, o diagnóstico permite definir prioridades, avaliar riscos e orientar ações de monitoramento, manutenção e adequação.

A descaracterização de barragens de acumulação de água vem ganhando espaço como parte importante na gestão moderna de se...
23/04/2026

A descaracterização de barragens de acumulação de água vem ganhando espaço como parte importante na gestão moderna de segurança de estruturas de contenção no Brasil, em diferentes contextos operacionais, ocupando um lugar estratégico na redução de riscos e na proteção ao meio ambiente.

Em determinadas situações, como em casos em que a estrutura deixa de atender ao seu propósito original, quando os custos de manutenção e adequação passam a exigir investimentos desproporcionais ou quando a redução de riscos se torna um direcionador claro, a descaracterização entra como alternativa viável e, muitas vezes, mais eficiente no longo prazo.

Esse processo, no entanto, exige critério.

Cada barragem possui suas particularidades. Por isso, um bom Plano de Descaracterização demanda análise técnica consistente, avaliação de cenários e soluções compatíveis com a realidade da estrutura.

Quando bem conduzido, o processo reduz passivos, melhora a gestão do ativo e aumenta a segurança de forma objetiva.
Por isso, apesar de cada vez mais presente, o tema ainda exige abordagem técnica qualificada para evitar soluções inadequadas e garantir ganhos reais.

É com esse foco que elaboramos Planos de Descaracterização alinhados à Política Nacional de Segurança de Barragens, priorizando soluções aplicáveis, conformidade e geração de valor socioambiental.

Se esse tema está na sua pauta, vamos conversar e entender como podemos apoiar sua empresa nesse processo?

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