NC Energia Solar Engenharia

NC Energia Solar Engenharia Projeto e Instalação de Energia Solar Fotovoltaica para Residência, Comércio e Indústria

Brasil avança na geração solar distribuída, mas ainda está distante de muitos países:O Brasil atingiu a marca de 200 mil...
18/03/2020

Brasil avança na geração solar distribuída, mas ainda está distante de muitos países:

O Brasil atingiu a marca de 200 mil sistemas de geração solar fotovoltaica distribuída instalados, mas ainda está distante de países com mercados mais maduros. Para o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia, ainda são necessárias definições normativas. “O próximo passo é construir um marco legal transparente, estável, previsível e justo, que desfaça a insegurança jurídica que paira sobre o mercado.”

Embora o Brasil tenha avançado nos últimos anos e chame a atenção o forte crescimento no último mês de fevereiro, quando foram instalados cerca de 25 mil sistemas, o mercado ainda é pequeno na comparação com os demais países, como Austrália, China, Estados Unidos e Japão, que já ultrapassaram a marca de dois milhões de sistemas, e também Alemanha, Índia e Reino Unido, que já ultrapassam um milhão de conexões.

Atualmente estão em debate dois textos que visam a regulamentação do mercado de geração solar distribuída: a revisão da Resolução 484 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e um Projeto de Lei (PL) do deputado federal Lafayette de Andrade. (Republicanos-MG). As definições regulatórias são consideradas fundamentais para dar segurança jurídica e estimular investimentos. Sauaia acredita que novas regras serão aprovadas até o final do ano, mas só entrarão em vigor entre 2021 e 2022.

O presidente da GDSolar Holding, Ricardo Costa, que tem prestado consultoria a equipe do deputado Lafayette de Andrade, declarou durante evento em São Paulo que o projeto irá estimular a geração local, especialmente entre consumidores de menor poder aquisitivo. “O objetivo do PL é estimular o mercado e remunerar as distribuidoras locais. A geração local terá uma diluição do custo do fio por dez anos O consumidor de baixa renda não tem recursos para investir em uma instalação local. A geração compartilhada permite o acesso a energia sem esse aporte. Isso também será estimulado. Criamos a figura do condomínio voluntário, para facilitar a entrada e saída desse consumidor.”

A ABSOLAR prevê que em 2020 sejam investidos R$ 16,2 bilhões no setor, contabilizando a marca de 5,7 gigawatts instalados de geração distribuída. Atualmente, o total é de 2,3 GW. A energia solar fotovoltaica representa 99,8% de todos as conexões distribuídas, com mais de R$ 11,9 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais.

Entidades avaliam positivamente PL para regulamentar setor de geração solar distribuída:Entidades representantes dos set...
12/03/2020

Entidades avaliam positivamente PL para regulamentar setor de geração solar distribuída:

Entidades representantes dos setores de energia solar e geração distribuída avaliam positivamente o Projeto de Lei (PL) para regulamentar o mercado. A proposta do deputado Lafayette de Andrade (Republicanos-MG) é vista como contraponto a revisão da Resolução 484 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Para o CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia, o PL é benéfico para o desenvolvimento da fonte renovável no Brasil. “Trata-se de iniciativa suprapartidária em prol do desenvolvimento econômico e sustentável do País, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados, redução de custos para famílias, empresas e produtores rurais, com mais liberdade de escolha para os consumidores.”

“O texto proposto pela Aneel era ruim para o mercado e pegou de supressa fabricantes e investidores, só agradava as distribuidoras. A mobilização foi positiva, o deputado ouviu todos os setores e chegou-se a um termo mais próximo de um consenso”, aponta o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Carlos Evangelista.

Originalmente, a Aneel propunha reduzir gradualmente subsídios da geração distribuída para remunerar o custo da rede. O debate gerou polêmica, pelo entendimento que a taxação poderia inviabilizar novos projetos e trazer insegurança jurídica. “Passou-se a ideia de que quatro ou cinco pessoas podiam mudar todo o setor em uma canetada”, conta Evangelista.

A repercussão gerou manifestações do presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, contra a taxação do setor. A articulação resultou no PL, que estabelece que projetos de GD que protocolarem solicitação de acesso até 31 de dezembro de 2020, ficam nas regras atuais até 2045. Já as novas instalações ficam com os incentivos atuais, sem nenhuma mudança, até o fim de 2021. A partir de janeiro de 2022, a geração distribuída entra em um processo de aumento gradual na tarifa. O texto ainda não foi apresentado para votação. “Ainda não temos a minuta, só os principais pontos. Mas é um projeto muito interessante, esperamos que seja rapidamente aprovado”, diz Evangelista.

Para o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, promover a energia solar fotovoltaica é medida alinhada com as melhores práticas internacionais. “No Brasil, a fonte é cada vez mais acessível à população, de todas as faixas de renda, além de ser uma locomotiva de crescimento econômico. O mercado poderá gerar cerca 672 mil novos empregos aos brasileiros na microgeração e minigeração distribuída até 2035, com a manutenção das regras atuais.”

Energia solar deve quadruplicar no Brasil até 2029 matriz energética brasileira já mostra sinais de transformação e, até...
27/02/2020

Energia solar deve quadruplicar no Brasil até 2029

matriz energética brasileira já mostra sinais de transformação e, até 2029, a geração hidráulica reduzirá significativamente,
correspondendo por 42% do total produzido, abrindo espaço para forte participação das fontes solar e eólica. As estimativas constam do Plano Decenal de Expansão de Energia 2019-2029, divulgado no dia 11 de fevereiro pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que ainda prevê um investimento de R$ 2,34 trilhões até 2029 no setor para acompanhar o crescimento da demanda no país.

Apesar da fonte solar ter participação quatro vezes maior e a fonte eólica, praticamente dobrar, a parcela das fontes limpas, incluindo as hídricas, deve cair dos atuais 83% para 80% em dez anos. Isso porque as usinas térmicas a gás natural vão saltar de 7% para 14% no período.

Thiago Barral, presidente da EPE – Empresa de Pesquisa Energética, afirmou na imprensa que não é possível colocar a culpa no aumento de participação do gás natural. “Na verdade, é uma combinação de fatores, há aumento expressivo de solar e eólica. E teremos térmicas a óleo saindo do sistema, substituídas por gás”, justificou.

O mercado consumidor de gás natural, segundo o PDE, tem expectativa de crescimento médio anual de 1,4% ao ano para a demanda não termelétrica e de 6,5% para geração de eletricidade, entre 2019 e 2029.

Segundo o PDE, do total de R$ 2,34 trilhões, R$ 1,9 trilhão deve ser aportado nos segmentos de petróleo, gás natural e biocombustíveis, e R$ 456 bilhões em geração centralizada ou distribuída de energia elétrica e em linhas de transmissão. Desse total, R$ 303 bilhões focado em geração centralizada, R$ 50 bilhões em geração distribuída e R$ 104 bilhões em transmissão.

Assim, o levantamento prevê que, até 2029, será acrescido mais 75GW de capacidade instalada no país, dos 176 (GW) registrados atualmente. A geração distribuída deve saltar do atual 1,3 GW para 11,4 GW, expansão de 43%. Em transmissão, as redes passarão de 154,4 mil quilômetros (km) para 203,4 mil km, expansão de 32%.

Saiba mais: Usina solar

Apesar das estimativas, o planejamento se torna desafiador por conta de algumas variáveis, como a chegada de veículos elétricos, forma de armazenamento e crescimento de geração distribuída.

As projeções do PDE partem de avaliações socioeconômicas e de demanda por energia. Conforme o secretário, os critérios consideram que a população do país vai crescer a uma taxa média de 0,6% ao ano, chegando a 224,3 milhões de habitantes em 2029. Na pesquisa, o cenário baseia-se num crescimento médio do PIB – Produto Interno Bruto de 2,9% por ano e expansão de 2,2% do PIB per capita ao ano até 2029.

O plano, segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, é referência por “proporcionar a segurança energética que o País precisa para o desenvolvimento econômico, reforçando que o mundo passa por uma transição energética, por isso temos que ter cuidado no planejamento”.

Empresa de Pesquisa Energética observa queda drástica no preço da energia solarA redução vertiginosa do preço da energia...
07/02/2020

Empresa de Pesquisa Energética observa queda drástica no preço da energia solar

A redução vertiginosa do preço da energia solar, verificada nos últimos leilões de energia, deve-se a maior competitividade do setor, que já possui oferta maior que a demanda de projetos. A informação é de Thiago Barral, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Em declarações à imprensa, Barral afirmou ainda que há uma gama de empresas e empreendedores interessados em investir nessa fonte.

O maior atrativo para os investidores, segundo declarações de Barral, é o baixo risco de desenvolvimento desses projetos, políticas corporativas e a capacidade de atrair capital para financiar empreendimentos. Conforme já foi apontado no Plano Decenal de Energia da EPE, colocado em consulta pública no ano passado, a previsão é que a energia solar se consolide como uma das fontes mais competitivas para expansão da matriz energética nacional.

“Vale ressaltar que apenas uma fonte não é uma solução adequada para a segurança eficiente e para o menor custo do sistema. O ideal é a combinação de várias fontes. A energia solar, sozinha, não vai dar conta de atender às necessidades energéticas do país nos próximos anos, mas se apresenta como uma das fontes que têm papel relevante nesse cenário”, disse.

As fontes solar e eólica, por exemplo, têm apresentado resultados surpreendentes nos últimos leilões, tornando-se cada vez mais competitivas. “Isso deve-se ao bom desempenho do setor, aliado a inovação e a estratégias das indústrias”, complementou.

As hidrelétricas ainda respondem por mais de 70% da matriz energética nacional, mas esse porcentual vai diminuir ao longo dos anos, com a diversificação das fontes de energia. Esse cenário já pode ser observado nos últimos leilões que, segundo Barral, no curto prazo, não houve grandes projetos de hidrelétrica no Brasil.

“Com exceções da Usina de Castanheiras, em Mato Grosso, que a própria EPE vem estudando, com potência instalada de 140 megawatts (MW) de energia, que se encontra em etapa de licenciamento; a Usina de Tabajaras, em Rondônia, em estágio mais avançado de desenvolvimento, com capacidade de 400 MW; e a Usina de Bem Querer, em Roraima, com 650 MW, em fase de estudos de impacto ambiental na região e de componente indígena”, disse.

Esses projetos fazem parte do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) pela condição de licenciamento ser um aspecto fundamental para o avanço desses empreendimentos, mas Barral lembra que nenhum deles passou por audiência pública.
Fonte: P Solar

Ajude a proteger o Planeta você também, instale um Sistema Solar Fotovoltaico! Orçamentos sem compromisso!
20/01/2020

Ajude a proteger o Planeta você também, instale um Sistema Solar Fotovoltaico! Orçamentos sem compromisso!

O ano mal começou e os fantasmas das bandeiras amarela e vermelha já rondam a conta de luz...Os consumidores vêm pagando...
20/01/2020

O ano mal começou e os fantasmas das bandeiras amarela e vermelha já rondam a conta de luz...

Os consumidores vêm pagando a bandeira amarela desde meados do ano passado! Isso acontece porque os reservatórios das hidrelétricas estão com pouca água, abaixo dos níveis habituais para esta época do ano, segundo os dados da Agência Nacional de Águas (ANA). Resultado: para não faltar energia elétrica, o Brasil acionou mais termelétricas que, além de poluidoras, são mais caras e pesam no bolso dos consumidores.

Já a Energia Solar FV alivia a operação do sistema elétrico, ajudando a reduzir o uso de água das hidrelétricas e afastando as bandeiras amarela e vermelha da sua conta de luz.

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BRASIL, DEIXE A ENERGIA SOLAR CRESCER

Autoprodução de energia elétrica é tendência no País:O número de empresas adeptas à autoprodução de energia elétrica no ...
10/01/2020

Autoprodução de energia elétrica é tendência no País:

O número de empresas adeptas à autoprodução de energia elétrica no Brasil é cada vez maior. Os principais motivos que impulsionam essa iniciativa é o menor custo oferecido por fontes renováveis, como solar e eólica, e a preocupação com a sustentabilidade. Nos últimos anos, o custo da energia elétrica no mercado regulado no Brasil teve grandes aumentos devido a uma série de fatores, dentre eles, a forte dependência da matriz energética nacional pela fonte hídrica, que não consegue suprir toda a demanda de energia do país.

Por esse motivo, além da restrição para a construção de novos projetos hidrelétricos, a chegada do mercado livre de energia há 15 anos reduziu o fôlego das empresas pela autoprodução de energia. O Mercado Livre, que traz a possibilidade de negociação direta com os geradores ou comercializadores, foi uma alternativa para a compra mais barata da energia.

Hoje, as novas tecnologias têm atraído a autoprodução de energia. Segundo o Balanço Energético Nacional (BEN), há 249 agentes autoprodutores de energia, que juntos produziram 101,2 TWh em 2019. A Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia (Abiape) reúne 8 GW de capacidade instalada, considerando apenas os seus associados. No entanto, recentemente o setor elétrico tem vivido uma nova onda de investimentos em autoprodução em grande e pequena escalas.

Na autoprodução, um consumidor investe na construção de uma usina, assumindo todos os riscos que envolvem projetos desse porte. A principal vantagem em realizar esse tipo de investimento é deixar de pagar encargos setoriais que oneram a tarifa de energia e fogem da gestão das empresas. Outra vantagem é que a energia não consumida pode ser vendida no mercado, gerando uma receita adicional fora do core business das empresas. Esse tipo de investimento foi muito comum no passado, mas em hidrelétricas.

Agora, com as renováveis, os geradores têm buscado vender cotas de usinas para os consumidores finais. A vantagem desse arranjo é que o gerador garante uma receita que justifica o investimento na construção de uma nova usina. Já o consumidor não arca mais com o risco e com o trabalho de administrar uma usina.

A energia solar, por exemplo, que é inesgotável, limpa e renovável, tem atraído grandes e pequenas empresas. Essa é uma das apostas da Ambev que tem como meta até 2025 consumir 100% da sua energia elétrica de fontes renováveis e reduzir em 25% as emissões de carbono em toda a sua cadeia de valor.

A energia solar e outros projetos eólicos vão suprir 65% da meta. Para o restante, a companhia firmou parceria com o fundo de investimento Casaforte para a construção de uma usina eólica de 80 MW na Bahia. O contrato de R$ 600 milhões vai permitir a compra de energia por 15 anos atendendo 100% das fábricas da Budweiser e 100% das unidades fabris do Nordeste.

A Ambev também anunciou a construção de 31 usinas solares de geração distribuída para abastecer cerca de 100 centros de distribuição pelo país. O contrato da cervejeira com quatro empresas será de 10 anos no valor de R$ 140 milhões. Cada uma investirá R$ 51 milhões nas 31 plantas.

A Brasken também avalia investimentos em fontes renováveis e já firmou um contrato de 20 anos com a francesa EDP no valor de R$ 400 milhões para a construção de uma usina eólica de 33 MW no Complexo Folha Larga, na Bahia.

Segundo o diretor de Energia da Brasken, a autoprodução torna a empresa mais competitiva, mas também há um maior risco já que a companhia assume a gestão do ativo.
Fonte: P Solar

Bolsonaro reforça posição contrária à taxação da energia solar: Presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo direcionado ...
08/01/2020

Bolsonaro reforça posição contrária à taxação da energia solar:

Presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo direcionado a todos os brasileiros na noite do dia 5 de janeiro, sobre sua posição contrária à taxação da energia solar. Segundo ele, “no que depender da Presidência da República não haverá taxação da energia solar e ponto final”.

“Ninguém fala no governo a não ser eu sobre essa questão. Não me interessa parecer de secretário, seja quem for. A intenção do governo é não taxar. Agora que fique bem claro que quem decide essa questão é a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. É uma agência autônoma e não tenho qualquer ingerência sobre ela. A decisão é deles, mas que fique claro que nós do governo não discutiremos mais esse assunto.”

E reforça: “A taxação da energia solar do que depender do Presidente Jair Bolsonaro e de seus ministros é não!”

O presidente ainda publicou, em sua conta no Facebook, que conversou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para garantir a tramitação de um projeto de lei em regime de urgência nas duas Casas proibindo a taxação da energia solar fotovoltaica no país.

A Aneel recebeu centenas de contribuições em sua consulta pública, iniciada em outubro de 2019 e finalizada no dia 30 de dezembro, sobre a revisão da Resolução Normativa 482, visando mudanças nas regras de geração distribuída, que inclui a taxação pelo uso do fio.

A proposta da Aneel é a taxação de cerca de 60% para o setor de energia solar na geração distribuída no Brasil. Até agora, as entidades da área apresentaram sugestões e contribuições em um documento com cerca de 160 páginas, além da intensa mobilização e discussões na sociedade e no Congresso.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), no Brasil, a geração distribuída solar fotovoltaica ainda está em fase de desenvolvimento inicial. Atualmente, dos mais de 84,4 milhões de consumidores cativos brasileiros atendidos pelas distribuidoras de energia elétrica, apenas de 170 mil (menos de 0,2%) possuem a tecnologia.

A entidade acredita que, se mantidas as regras atuais, os consumidores serão beneficiados com uma economia de mais de R$ 13,3 bilhões em benefícios ao setor elétrico, como postergação de investimentos em novas usinas de geração, linhas de transmissão e infraestrutura de distribuição, redução de perdas, alívio na operação do sistema, diminuição do acionamento de termelétricas mais caras e poluentes, entre outros.

GOVERNO FEDERAL ADMITINDO A IMPORTÂNCIA DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICAMEC libera R$ 125 milhões para energia solar em uni...
11/12/2019

GOVERNO FEDERAL ADMITINDO A IMPORTÂNCIA DA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

MEC libera R$ 125 milhões para energia solar em universidades:

O Ministério da Educação (MEC) anunciou recentemente a liberação de R$ 125 milhões em recursos extras para as 63 universidades federais brasileiras investirem em energia solar fotovoltaica e obras para garantir a eficiência do ensino na pesquisa e na extensão dos campi.

A implementação de painéis solares deve gerar uma economia nas contas de energia elétrica de até R$ 25,5 milhões ao ano para as universidades. A medida beneficiará mais de 2 milhões de estudantes do ensino superior público no Brasil, uma vez que o valor economizado será utilizado para mais incentivos aos estudos dos acadêmicos.

Segundo o MEC, a iniciativa visa ao aumento da autonomia financeira das instituições de ensino superior por meio do fomento à captação de recursos próprios e do empreendedorismo.

O valor de 65% (R$ 81,3 milhões) da verba poderá ser aplicado para aquisição de placas fotovoltaicas e 35% (R$ 43,7 milhões) para conclusão de obras que estão paradas ou em andamento.

Os critérios da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC para transferir o orçamento às instituições serão definidos de acordo com as universidades que estiverem melhor classificação em qualidade e desempenho e que sejam mais eficientes, ou seja, que tenham um menor custo por aluno.

O anúncio foi realizado em coletiva de imprensa na sede do MEC, em Brasília, no dia 29 de novembro, com a presença do ministro da Educação, Abraham Weintraub, o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima, e o reitor da Universidade Federal Rural do Amazonas (UFRA), Marcel Botelho.

O MEC já havia anunciado, uma semana antes, a liberação de R$ 60 milhões para compra e instalação de usinas fotovoltaicas em 38 institutos federais, dois centros de educação tecnológica e no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Com o sistema, a previsão é que sejam poupados R$ 17,7 milhões por ano em energia elétrica, por no mínimo 25 anos, tempo médio de vida útil da placa solar.

Ao todo serão 852 placas fotovoltaicas, que usam a radiação gerada pelo sol para produzir energia. Segundo o MEC, a geração de energia solar pela placa será em torno de 30,3 MWh ao ano, o equivalente a uma redução de R$ 20,8 mil nas contas de luz de cada instituição.

O MEC afirmou em nota que a quantia economizada será revertida para ensino, pesquisa e extensão dos campi. “Em 2018, essas instituições gastaram R$ 168 milhões com energia elétrica”, afirmou a nota. A conta de energia é um valor considerável nas universidades, mas com uma média economizada de R$ 17,7 milhões servirá para investimentos em outras áreas.

Com as novas usinas, a estimativa é que mais de 5 mil toneladas do gás poluente dióxido de carbono deixem de ser emitidas para a atmosfera. O MEC também reforça que as instituições da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica são responsáveis pela ampliação, interiorização e diversificação da educação profissional e tecnológica no país. Hoje, 11.766 cursos são ofertados em diferentes áreas, desde o nível básico até a pós-graduação, para quase um milhão de alunos.
Fonte: P Solar

Fontes renováveis podem reduzir poluição em até 80%, diz estudo:Um novo estudo publicado no periódico científico Nature ...
03/12/2019

Fontes renováveis podem reduzir poluição em até 80%, diz estudo:

Um novo estudo publicado no periódico científico Nature Communications sugere que a adoção de fontes renováveis de geração de energia podem reduzir em até 80% as emissões de carbono em 2050. Para essa conclusão, o estudo analisou os benefícios da descarbonização do setor de energia, um dos setores que mais emitem poluentes na atmosfera atualmente.

“Ao mudarmos para fontes renováveis de produção de eletricidade, poderemos eliminar os efeitos negativos para a saúde humana em até 80%”, a saúde humana sai ganhando com a redução de emissão de poluentes”, afirmou em nota, Gunnar Luderer, autor do estudo do Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático.

“Com as renováveis, ocorre a redução de poluição do ar com queima de combustíveis. Além disso, as cadeias de fornecimento para energias solares e eólicas são muito mais limpas do que a extração de combustíveis fósseis ou do que a produção de bioenergia”, escreveu Luderer.

O estudo ainda indica que ainda há muitos desafios para o desenvolvimento das renováveis pelo mundo. A produção de energia limpa precisaria de mais terrenos do que o exigido por combustíveis fósseis atualmente – e esse espaço é limitado e se torna cada vez mais escasso. Além disso, toda essa energia gerada de forma mais limpa precisa, também, ser bem armazenada em superbaterias, algo que o empresário Elon Musk tenta fazer na Austrália.

Fora isso, além de metais comuns, seriam necessários alguns específicos, como o neodímio e o telúrio, usados, respectivamente, em turbinas eólicas e em células de energia solar. O estudo também aponta que as renováveis podem desestimular guerras pelo petróleo no mundo.

Até 2050, as fontes de energias renováveis como a solar, a eólica, a geotérmica e a marítima poderão abastecer em 80% a demanda mundial, segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU). O setor de energia limpa tem alto potencial de expansão com a gradual substituição dos mecanismos de emissão de energias poluentes, como carvão, petróleo e gás.

O Brasil, com alto potencial para o desenvolvimento dessas fontes renováveis, já está no caminho da transição. Nos últimos três anos, os sistemas de geração de energia solar se multiplicaram de 8,7 mil para 111 mil, impulsionados pelas facilidades na aquisição de painéis solares, em 2012, por consumidores que tiveram mais liberdade para alterar sua fonte de eletricidade. Além disso, nesse mesmo período, o valor dos painéis solares caiu aproximadamente 40%, ao mesmo tempo em que as tarifas de eletricidade não renovável aumentaram em cerca de 90%.

Relatório recente da agência de risco Moody’s Investors Service aponta que, na América Latina, o Brasil apresenta as condições mais favoráveis em termos de presença de fontes de energia limpa na matriz. A produção de energia renovável no país alcança uma fatia de 82% do total, contra 60% no Peru, 17% no México, 15% no Chile e apenas 2% na Argentina. Inclusive, o país já chegou a 86% da meta de energia limpa, contra 60% da meta cumprida por parte do Peru e 35% pelo México. Chile e Argentina possuem apenas 20% das suas respectivas metas de inserção de energias limpas nas matrizes alcançadas, diz o relatório.
Fonte: P Solar

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