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A geração de energia solar deve dobrar até o fim do ano no país. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar ...
01/08/2022

A geração de energia solar deve dobrar até o fim do ano no país. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar e Fotovoltaica (Absolar), a capacidade instalada deve chegar a quase 25 gigawatts médios.

Esse volume representa quase duas usinas de Itaipu. No entanto, mais do que a busca por uma energia limpa e sustentável, a maior procura é pela economia. Isso porque, em janeiro, foi publicada uma lei que prevê isenção de encargos setoriais até o fim de 2045 para quem instalar um sistema de geração própria solar até 7 de janeiro de 2023.

Na prática, se o consumidor gerar mais energia do que consome, ele pode jogar na rede elétrica o excedente e ganhar de volta a mesma quantidade em créditos.

Fonte: cbngoiania












O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) registrou no último fim de semana, dias 23 e 24 de julho, seis novos recor...
01/08/2022

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) registrou no último fim de semana, dias 23 e 24 de julho, seis novos recordes da geração de energia solar e eólica no Brasil.

Entre os resultados está a geração de energia solar no subsistema da região Nordeste, que, no sábado (23), atingiu a marca de 1.118 MW em geração média.

Trata-se de um volume que representa cerca de 10,3% da demanda regional. O recorde anterior era de 1.086 MW, no dia 20 de julho.

Em geração instantânea, o marco do subsistema foi de 3.107 MW, às 10h33 do último sábado, contra 2.985 MW no dia 20. Essa geração representa 31% da demanda regional.

Além do subsistema nordestino, outros recordes de energia solar foram contabilizados no SIN (Sistema Interligado Nacional), que apresentou um pico de geração instantânea de 4.194 MW, às 11h56 do último sábado de julho.

Esse registro representou 6,9% da demanda de todo o SIN. O recorde anterior registrado no último dia 20 deste mês, foi de 4.046.

Em geração média, o SIN ultrapassou os 1.451MW de 20 de julho, chegando a 1.484 MW, o que representou 2,3% da demanda de energia solar do sistema. ​

Energia eólica
No domingo (24), o ONS registrou o primeiro recorde do ano de geração média de energia eólica no subsistema do Nordeste, onde foram computados 12.494 MW, contra 11.907 MW do último recorde, em 6 de agosto de 2021.

“Os registros de geração eólica ao longo do fim de semana representam mais de 120% da demanda do Nordeste. Em geração de energia instantânea, houve no domingo, o pico de 14.473 MW, às 22h12. O recorde anterior era de 14.167 MW, no dia 8 de julho deste ano”, destaca o ONS.

Fonte: agenciabrasil.ebc












Na corrida pelo sol estão grandes distribuidoras de energia, empresas de comercialização no mercado livre e grandes cons...
01/08/2022

Na corrida pelo sol estão grandes distribuidoras de energia, empresas de comercialização no mercado livre e grandes consumidores, além de novos negócios, em busca de assegurar presença no mercado de geração solar fotovoltaica distribuída (usinas de até 5 MW), cuja capacidade instalada cresceu 70% em 12 meses e atingiu a marca histórica de 11,31 gigawatts (GW). Nas residências e pequenas empresas, a perspectiva de encarecimento da tarifa de energia elétrica e a inflação motivam a expansão de painéis instalados nos telhados.

Do mercado livre para a 'distribuída'
A corrida para garantir usinas de geração distribuída sem encargos adicionais a partir de 2023, atraiu também comercializadoras de energia no mercado livre, que já responde por uma parcela de 30% de toda a energia vendida a grandes consumidores. A Esfera Energia e a Trinity Energias Renováveis são duas das companhias com atuação no mercado livre que chegam agora ao mercado de geração distribuída fotovoltaica. Com a compra da mineira Norten Energia, em agosto de 2021, a Esfera deu o primeiro passo para entrar no mercado de energia solar com a prestação de serviços. Com investimentos de R$ 25 milhões incentivados pela Esfera fazendas solares são adicionadas à carteira da empresa que lançou este ano um plano de assinatura de energia solar com desconto de 16% em relação à conta de luz.

Fonte: canalsolar












💨☀️O Nordeste é o maior responsável pela produção de energia limpa do país. E neste mês de julho, o conjunto de parques ...
19/07/2022

💨☀️O Nordeste é o maior responsável pela produção de energia limpa do país. E neste mês de julho, o conjunto de parques eólicos instalados nos Estados da região voltaram a bater recorde na geração de energia. Os dados são do Operador Nacional do Sistema Elétrico, ONS.

Segundo o órgão, no último dia 8 de julho, as turbinas eólicas produziram 14.167 megawatts de energia, que equivalem a mais de 123% da demanda de todo o Nordeste. Esse montante é suficiente para suprir o consumo de energia dos 9 estados da região por minuto, sobrando ainda 23,2% para exportar para o restante do país.

O Nordeste também atingiu o primeiro recorde de geração instantânea de energia solar em 2022. No dia 12 de julho, foi registrada a geração instantânea de 2.963MW, montante equivalente a 27,5% da demanda de todo o subsistema Nordeste daquele minuto.

O mês de julho no Nordeste é conhecido como safra dos ventos, com rajadas mais fortes no litoral da região, impulsionando, assim, a produção de energia eólica. Por isso, o ONS não descarta a possibilidade de que outros recordes sejam alcançados já nas próximas semanas.

A versão mais recente do Boletim Mensal do Ministério de Minas e Energia aponta que a participação da energia eólica na matriz energética brasileira deverá aumentar de 10,6% em 2021 para 11,9% este ano, sendo a maior fonte de energia depois da hidráulica.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica, são 805 parques instalados no Brasil, sendo 708 deles no Nordeste, com mais de 8.200 torres instaladas na região.

Fonte: agenciabrasil.ebc












☀É o que apontou a Greener,☀ empresa de pesquisa e consultoria especializada no mercado fotovoltaico. Ao todo, tal volum...
19/07/2022

☀É o que apontou a Greener,☀ empresa de pesquisa e consultoria especializada no mercado fotovoltaico. Ao todo, tal volume corresponde a um investimento superior a R$ 43 bilhões.

Desse montante, 5,7 GWp já estão em andamento e/ou operação. A cadeia de fornecimento também apresentou avanço, fechando 4,3 GWp de contratos de módulos em 12 meses.

Os dados foram apresentados durante o Greener Business Summit 2022, que reuniu, de 5 a 7 de julho em São Paulo, mais de 250 players, entre os quais alguns dos principais estruturadores e investidores do setor, além de entidades do Sistema Elétrico Brasileiro, como ONS, CCEE e EPE.

Os mesmos marcaram presença na Amcham do Brasil para ouvir especialistas e gestores para debater o atual cenário e as projeções para o mercado nos próximos anos.

Mais dados
De acordo com o estudo da Greener, mineração, química e serviços, siderurgia e metalurgia são os segmentos que mais têm demandado contratos de energia solar.

Fonte: canalsolar.com.br












Os líderes do G-7 reunidos nesta última segunda-feira, 27 de junho de 2022, na cidade de Elmau, na Alemanha, concordaram...
06/07/2022

Os líderes do G-7 reunidos nesta última segunda-feira, 27 de junho de 2022, na cidade de Elmau, na Alemanha, concordaram em trabalhar juntos para acelerar uma transição “limpa e justa” no setor de energia, almejando a neutralidade no clima, mas também garantindo a segurança dele.

Em comunicado, o G-7 diz que as autoridades reconheceram as “imensas oportunidades” para desenvolvimento social e econômico nessa transição, além de reafirmar o compromisso com o Acordo de Paris e o Pacto Climático de Glasgow, para limitar a alta na temperatura global abaixo de 2º Celsius e inclusive almejando que essa alta seja limitada a 1,5º Celsius acima dos níveis pré-industriais.

Os líderes se comprometeram a trabalhar para acelerar a descarbonização das economias, tendo como alvo emissões líquidas zero, além de garantir acesso a benefícios e oportunidades de desenvolvimento com custo razoável e sustentáveis no setor de energia e para garantir benefícios socioeconômicos e oportunidades de desenvolvimento, em linha com a Agenda 2030.

Fonte: https://esbrasil.com.br/













As novas adições (5,5 GW) foram puxadas principalmente pela geração distribuída (4GW) 🌞🌤☀️ quando os painéis fotovoltaic...
06/07/2022

As novas adições (5,5 GW) foram puxadas principalmente pela geração distribuída (4GW) 🌞🌤☀️ quando os painéis fotovoltaicos são instalados no local em que a energia será consumida. O setor residencial foi responsável pela maior parte das contratações (77,4%).

De acordo com o relatório, a energia solar distribuída cresceu no Brasil impulsionada por um aumento geral dos preços da eletricidade em decorrência da crise hídrica que impactou a capacidade hidrelétrica do país.

O relatório também mostrou que a captação de energia solar fotovoltaica continuou a crescer em toda a América Latina, apesar da lenta recuperação dos impactos da pandemia nos países dessa região. Os quatro países com melhor desempenho em capacidade recém-instalada foram Brasil (5,5 GW), México (1,8 GW), Chile (1,3 GW) e Argentina (0,2 GW).

No setor eólico, o Brasil está atrás apenas de China e Estados Unidos, um segmento que deve sua expansão em 2021 principalmente ao destravamento de investimentos offshore (em alto mar) em quase todas as geografias, inclusive aqui no Brasil.

Segundo o relatório, 2021 foi especial para as energias renováveis em seu conjunto, quando elas responderam por 84% das novas adições de energia na rede global, o maior percentual desde 2011, quando a medição começou a ser feita. Foram 315 GW de energia renovável nova no mundo, o suficiente para abastecer todos os consumidores domésticos do Brasil.
Fonte: segs.com.br













As novas adições (5,5 GW) foram puxadas principalmente pela geração distribuída (4GW), ☀️quando os painéis fotovoltaicos...
06/07/2022

As novas adições (5,5 GW) foram puxadas principalmente pela geração distribuída (4GW), ☀️quando os painéis fotovoltaicos são instalados no local em que a energia será consumida. O setor residencial foi responsável pela maior parte das contratações (77,4%).

De acordo com o relatório, a energia solar distribuída cresceu no Brasil impulsionada por um aumento geral dos preços da eletricidade em decorrência da crise hídrica que impactou a capacidade hidrelétrica do país.

O relatório também mostrou que a captação de energia solar fotovoltaica continuou a crescer em toda a América Latina, apesar da lenta recuperação dos impactos da pandemia nos países dessa região. Os quatro países com melhor desempenho em capacidade recém-instalada foram Brasil (5,5 GW), México (1,8 GW), Chile (1,3 GW) e Argentina (0,2 GW).

No setor eólico, o Brasil está atrás apenas de China e Estados Unidos, um segmento que deve sua expansão em 2021 principalmente ao destravamento de investimentos offshore (em alto mar) em quase todas as geografias, inclusive aqui no Brasil.

Segundo o relatório, 2021 foi especial para as energias renováveis em seu conjunto, quando elas responderam por 84% das novas adições de energia na rede global, o maior percentual desde 2011, quando a medição começou a ser feita. Foram 315 GW de energia renovável nova no mundo, o suficiente para abastecer todos os consumidores domésticos do Brasil.
Fonte: segs.com.br













O investimento global em energia deve aumentar 8% em 2022 ☀️☀️☀️e ultrapassar a marca de US$ 2,4 trilhões (mais de R$ 12...
06/07/2022

O investimento global em energia deve aumentar 8% em 2022 ☀️☀️☀️e ultrapassar a marca de US$ 2,4 trilhões (mais de R$ 12,5 trilhões) em razão de aportes em fontes renováveis, como solar e eólica, aponta um novo relatório da IEA (Agência Internacional de Energia, na tradução para o português).

O levantamento conclui, contudo, que os investimentos em energias renováveis ainda estão longe de serem suficientes para enfrentar as múltiplas dimensões da crise energética atual e abrir caminho para um futuro mais limpo e seguro.

De acordo com a Agência Internacional, o investimento em energia limpa cresceu apenas 2% ao ano nos cinco anos após a assinatura do Acordo de Paris, em 2015. Mas, a partir de 2020, o ritmo de crescimento acelerou significativamente para 12%.

“O aumento maciço no investimento para acelerar as transições de energia limpa é a única solução duradoura, mas precisamos de um aumento muito mais rápido para aliviar a pressão sobre os consumidores e colocar o mundo no caminho certo para alcançar metas climáticas”, avalia o estudo.
Fonte: canalsolar













Em 2021, o Brasil tornou-se o quinto maior produtor de energia solar, saltando da 9ª posição que ocupou em 2020. O país ...
29/06/2022

Em 2021, o Brasil tornou-se o quinto maior produtor de energia solar, saltando da 9ª posição que ocupou em 2020. O país terminou o ano com cerca de 13 GW: as novas adições (5,5 GW) foram puxadas principalmente pela geração distribuída (4GW), quando os painéis fotovoltaicos são instalados no local em que a energia será consumida. O setor residencial foi responsável pela maior parte das contratações (77,4%).

Os dados são do relatório REN21, lançado globalmente nesta quarta-feira, 15 de junho. O relatório compila as informações mais precisas disponíveis sobre investimentos em energias renováveis em todos os países do mundo. Segundo o documento, a energia solar distribuída cresceu no Brasil impulsionada, principalmente, por um aumento geral dos preços da eletricidade em decorrência da crise hídrica que impactou a capacidade hidrelétrica do país.

O ano passado foi especial para as energias renováveis em seu conjunto, quando elas responderam por 84% das novas adições de energia na rede global, o maior percentual desde 2011, quando a medição começou a ser feita. Foram 315 GW de energia renovável nova no mundo, o suficiente para abastecer todos os consumidores domésticos do Brasil.

A China se tornou o primeiro país a ultrapassar 1TW de capacidade de energia renovável instalada, muito à frente de EUA (398GW), Brasil (160GW), Índia (158GW) e Alemanha (139GW). O país asiático lidera em quase todos os segmentos renováveis e também foi o que mais investiu como um todo no setor — 37% do total global, à frente da Europa (22%), Asia-Oceania (sem China e Índia; 16%) e os EUA (13%).

Fonte: ciclovivo













Em maio a energia solar fotovoltaica se tornou a segunda fonte de energia mais utilizada do mundo, atrás apenas da hidre...
04/06/2022

Em maio a energia solar fotovoltaica se tornou a segunda fonte de energia mais utilizada do mundo, atrás apenas da hidreletricidade.

O resultado é fruto de um crescimento acelerado: nos últimos três anos, a capacidade mundial dobrou, segundo dados do relatório “Global Market Outlook for Solar Power 2022-2026”, produzido pela SolarPower Europe, associação europeia do setor solar.

O ritmo deve se manter acelerado. A capacidade instalada chegou a um terawatt, e a projeção é de que esse número volte a dobrar nos próximos quatro anos. Esse novo patamar representaria mais que a soma de consumo de Alemanha e França, as duas maiores economias europeias. No Brasil, o cenário é diferente: embora siga em crescimento acelerado, a fonte solar é apenas a quinta da matriz energética e a terceira entre as renováveis, com 2,8% de participação, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Fonte: CNN Brasil













O Brasil aumentou a produção de energia limpa e reduziu a de usinas consideradas mais poluentes, nos primeiros quatro me...
02/06/2022

O Brasil aumentou a produção de energia limpa e reduziu a de usinas consideradas mais poluentes, nos primeiros quatro meses de 2022. O levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica mostra que a geração de energia limpa cresceu 6% no primeiro quadrimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2021.

No Sistema Interligado Nacional, a participação da energia hidráulica, que são das hidrelétricas, passou de 73% no ano passado para 77% este ano. A eólica, dos ventos, de 9% chegou a 10%. E a solar, dobrou: de 1% para 2%. No mesmo período, a energia térmica teve uma redução de 17% para 11%.

Apesar do crescimento de 100% da energia solar, essa é uma matriz energética ainda com pouca participação no sistema. No caso das hidrelétricas, os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que é o mais importante do país, já estão com quase 70% da capacidade. Em 2021, eles chegaram a ficar com 16%.

Fonte G1













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