17/03/2026
E se a tecnologia também puder ser território de sensibilidade?
No Códigos Negros 2025, Poliana Feulo mergulhou nas reflexões de Frantz Fanon para criar uma obra que cruza corpo, memória e experimentação digital. Transitando entre cinema, publicidade e videoclipes, Poliana parte da sensibilidade como linguagem.
Na exposição, ela compartilha como foi atravessar as ideias de Fanon e convertê-las em matéria visual, explorando ritmo, atmosfera e presença como formas de pensamento. Durante o processo criativo, a Inteligência Artificial se tornou aliada, e foi usada como ferramenta para tensionar imagens, deslocar narrativas e imaginar outras possibilidades de existência.
Poliana propõe pensar a IA não a partir da neutralidade técnica, mas como campo de disputa simbólica e criação de novos futuros.
Realizada pelo Olabi e , a sexta edição do Códigos Negros propôs uma intervenção digital sobre como as tecnologias podem ser usadas como ferramentas de libertação e reinvenção de imaginários. A exposição completa pode ser vista no site do Códigos: codigosnegros.olabi.org.br
Em breve, mais um relato de artista sobre o Códigos Negros 2025!