Exoplanetas Terrestres / Terrestrial Exoplanets

Exoplanetas Terrestres / Terrestrial Exoplanets Page About Terrestrial Exoplanets Página dedicada às novas descobertas sobre exoplanetas terrestres e análise de suas caraterísticas astrofísicas.

Uma das perguntas mais básicas que os cientistas podem fazer sobre os exoplanetas rochosos e potencialmente terrestres é: qual é sua composição química e a possibilidade do desenvolvimento de formas pré-bióticas? A recente e sólida detecção de exoplanetas, tornou-se uma realidade científica, com as últimas gerações de telescópios espaciais, da missão Kepler e Spitzer, e com as novas gerações de t

elescópios que estão sendo construídos no espaço e em solo, como o James Webb e o E-ELT. A caracterização empírica desses planetas mais intrigantes é extremamente desafiadora. As informações sobre velocidade de trânsito e velocidade radial, podem render a massa e o raio do planeta, e, portanto, a densidade do planeta, mas a composição da sua massa permanece uma incógnita, bem como as suas atmosferas. Traços de bio-assinaturas detectados na atmosfera desses exoplanetas, poderão desvendar um dos grandes enigmas da humanidade: será que estamos sozinhos no Universo? Portanto, essa página se dedicará ao estudo desses corpos, que representam um grande nicho atual de pesquisa da Astronomia Planetária, aberta às ideias e debates sobre esse importante tema. Abraços a todos,
Carlos Ayres, Presidente do CARJ. (Clube de Astronomia do Rio de Janeiro)

19/11/2025

CIENTISTAS CRIAM "CHAVE" PARA ENCONTRAR VIDA ALIENÍGENA NAS NUVENS

📷 Conceito artístico de um exoplaneta nublado semelhante à Terra com biota colorida nas nuvens. Crédito: Adam B. Langeveld/Instituto Carl Sagan. Adaptado da NASA/Ames/JPL-Caltech

♦ Um exoplaneta completamente ou densamente coberto por nuvens poderia ajudar os astrônomos em sua busca por sinais de vida além da Terra.

Céus nublados podem estragar um piquenique ou bloquear a visão das estrelas através de um telescópio, mas camadas espessas de nuvens em mundos distantes podem, na verdade, ajudar os cientistas a procurar vida além da Terra.

Uma equipe da Universidade Cornell produziu os primeiros espectros de refletância (um guia codificado por cores) para uma variedade de microrganismos de cores vívidas que habitam as nuvens atmosféricas da Terra. Não se sabe se micróbios semelhantes existem em outras partes do universo ou em concentrações suficientemente altas para que telescópios possam ser detectadas; na Terra, eles não estão presentes em números tão grandes.

No entanto, esse novo guia colorido agora oferece aos astrônomos uma ferramenta que podem usar ao escanear outros planetas, transformando a camada de nuvens de um exoplaneta, junto com sua superfície e atmosfera, em um local importante para buscar possíveis sinais de vida.

"Existe uma comunidade vibrante de microrganismos em nossa atmosfera que produzem biopigmentos coloridos, que fascinam biólogos há anos", disse a astrobióloga Ligia Coelho, pesquisadora do Instituto Carl Sagan.

🔹 VIDA COLORIDA NOS CÉUS

Coelho liderou o estudo "Cores da Vida nas Nuvens: Biopigmentos de Microrganismos Atmosféricos como uma Nova Assinatura para Detectar Vida em Planetas como a Terra", que foi recentemente publicado na revista Astrophysical Journal Letters.

"Encontrar vida colorida na atmosfera da Terra abriu uma possibilidade completamente nova para encontrar vida em outros planetas", disse Lisa Kaltenegger, professora de astronomia e diretora do Instituto Carl Sagan, que é a segunda autora do estudo. "Agora, temos a chance de descobrir vida mesmo que o céu esteja cheio de nuvens nos exoplanetas. Achávamos que as nuvens esconderiam vida de nós, mas, surpreendentemente, elas poderiam nos ajudar a encontrar vida."

Ela explicou que os espectros recém-criados permitirão que astrônomos busquem bioassinaturas em exoplanetas cobertos por nuvens espessas, incluindo aqueles com cobertura total de nuvens.

Os microrganismos usados para desenvolver esses espectros são incomuns na atmosfera terrestre e exigem métodos cuidadosos para serem obtidos. Coelho colaborou com pesquisadores da Universidade da Flórida, que lançaram um balão sonda de látex para coletar material biológico da estratosfera inferior em altitudes entre 21 e 29 quilômetros acima da superfície da Terra.

Coelho cultivou as culturas com equipamentos e expertise de Stephen Zinder, professor emérito de microbiologia na Faculdade de Agricultura e Ciências da Vida, bolsista do CSI. Ela então analisou seus espectros reflexivos no laboratório de outro bolsista da CSI, Bill Philpot, professor de engenharia civil e ambiental na Cornell Engineering.

🔹 O QUE OS PIGMENTOS REVELAM SOBRE A VIDA

Coelho observou que simplesmente ter esses espectros bacterianos oferece aos cientistas uma nova abordagem para identificar possíveis formas de vida em outros lugares. Os padrões de cores também contêm pistas adicionais. Eles revelam as condições ambientais que os microrganismos enfrentam, já que os pigmentos ajudam a proteger os organismos vivos de perigos como radiação, secura extrema ou temperaturas muito quentes e frias. Muitos organismos, incluindo bactérias, criam pigmentos para se proteger da luz ultravioleta, o que é essencial para a sobrevivência em grandes altitudes na atmosfera terrestre, disse Coelho.

Ao modelar possíveis extremos, os pesquisadores determinaram que um planeta nublado com bactérias coloridas espalhadas em suas nuvens pareceria significativamente diferente de um planeta sem elas, dando às bactérias coloridas o potencial de serem uma bioassinatura detectável.

Para prosperar em uma densidade alta o suficiente para que observadores pudessem encontrá-los, os micróbios precisariam viver em planetas com condições úmidas. E a tecnologia dos telescópios também terá que se atualizar. Saber que podemos procurar vida em mundos nublados está informando o design de futuros telescópios, incluindo o Observatório de Mundos Habitáveis da NASA, baseado no espaço, que está em desenvolvimento, e estratégias de observação para o Telescópio Extremamente Grande do Observatório Europeu do Sul, que está em construção no Chile e está programado para iniciar observações científicas na década de 2030.

"Biopigmentos têm um caráter universal em nosso planeta. Eles nos dão ferramentas para combater estresses como radiação, secura e falta de recursos. Nós os produzimos, assim como bactérias, arqueias, algas, plantas e outros animais", disse Coelho. "Eles são bioassinaturas poderosas e descobrimos uma nova forma de procurá-los – através das nuvens de mundos distantes. E se a vida é assim, finalmente temos as ferramentas para reconhecê-la."

🔹REFERÊNCIA: "Cores da Vida nas Nuvens: Biopigmentos de Microrganismos Atmosféricos como uma Nova Assinatura para Detectar Vida em Planetas como a Terra" por Lígia F. Coelho, Lisa Kaltenegger, William Philpot, Adam J. Ellington, Noelle Bryan, Stephen Zinder e Brent C. Christner, 11 de novembro de 2025, The Astrophysical Journal Letters.
DOI: 10.3847/2041-8213/ae129a

🌏 Créditos/fonte/Publicação: Por Cornell-University- Universidade Cornell , 16 de novembro de 2025






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30/08/2025

O JWST DETECTA V***R EM EXOPLANETAS DISTANTES. MUNDOS AQUÁTICOS EXÓTICOS PODERIAM REESCREVER A BUSCA PELA VIDA?

📷 Os sub-Netunos podem ser inóspitos para a vida como a conhecemos, mas seus estranhos interiores ricos em água guardam segredos sobre a formação planetária. Novos modelos estão ajudando os cientistas a decodificar esses "mundos a v***r", assim como os telescópios começam a testar suas previsões. Crédito: SciTechDaily

♦ Sub-Netunos ricos em água podem oferecer pistas importantes sobre onde a vida poderia existir além da Terra.
Para os astrobiólogos, a busca por vida fora do nosso sistema solar começa com a mesma pergunta que você faria em um deserto: onde está a água? Entre os planetas descobertos até agora, um tipo muito comum parece ter interiores ricos em água. Esses mundos são conhecidos como "sub-Netunos" porque seu tamanho e massa ficam entre a Terra e Netuno.

A maioria dos sub-Netunos circunda suas estrelas a distâncias muito menores do que a órbita da Terra ao redor do Sol, o que deixa suas superfícies muito quentes para a água líquida ou para a vida durar. Em vez disso, eles provavelmente hospedam atmosferas de v***r espessas acima de camadas de um estado incomum de água que não se comporta como um gás nem um líquido. A ideia desses "mundos a v***r" foi introduzida há 20 anos, e o interesse em sua composição detalhada e como eles mudam ao longo do tempo vem crescendo desde então.

Agora, astrobiólogos e astrônomos da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, desenvolveram uma maneira mais precisa de modelar esses mundos a v***r para ajudar a entender melhor sua composição e, finalmente, como eles se formaram em primeiro lugar. "Quando entendemos como os planetas mais comumente observados no universo se formam, podemos mudar nosso foco para exoplanetas menos comuns que poderiam realmente ser habitáveis", disse Artem Aguichine, pesquisador de pós-doutorado da UC Santa Cruz que liderou o desenvolvimento do novo modelo.

O trabalho é explicado em um artigo publicado em 24 de julho no The Astrophysical Journal e é coautoria da professora Natalie Batalha, chefe da iniciativa de astrobiologia da UC Santa Cruz, juntamente com o professor Jonathan Fortney, presidente do Departamento de Astronomia e Astrofísica da universidade.

🔹 MAIS DO QUE LUAS GELADAS

Pela primeira vez na história, o Telescópio Espacial James Webb (JWST) confirmou a presença de v***r em um punhado de sub-Netunos. Os astrônomos esperam que o JWST observe dezenas de outros, e é por isso que esses modelos são essenciais para conectar o que vemos da superfície do exoplaneta ao que está dentro deles.

Os modelos historicamente usados para caracterizar subNetunos foram desenvolvidos para estudar as luas geladas em nosso sistema solar, como a lua de Júpiter, Europa, e a lua de Saturno, Encélado. Aguichine diz que modelos sofisticados podem ajudar a interpretar o que telescópios espaciais como o JWST revelam sobre sub-Netunos.

As luas geladas são corpos pequenos e condensados com estruturas em camadas: crostas geladas sobre oceanos de água líquida. Sub-Netunos são muito diferentes. Eles são muito mais massivos - 10 a 100 vezes mais - e, novamente, orbitam muito mais perto de suas estrelas. Portanto, eles não têm crostas geladas e oceanos líquidos como Europa ou Encélado. Em vez disso, eles desenvolvem atmosferas espessas de v***r e camadas de "água supercrítica".

Essa fase exótica e supercrítica da água foi recriada e estudada em laboratórios na Terra, exibindo um comportamento muito mais complexo do que a simples água líquida ou gelo - dificultando a modelagem precisa. Alguns modelos até sugerem que, sob condições extremas de pressão e temperatura dentro de subNetunos, a água pode até se transformar em "gelo superiônico", uma fase na qual as moléculas de água se reorganizam para que os íons de hidrogênio se movam livremente através de uma rede de oxigênio.

Netuno e, potencialmente, sub-Netunos também. Assim, para modelar sub-Netunos, os pesquisadores precisam entender como a água se comporta como v***r puro, como fluido supercrítico e em estados extremos como gelo superiônico. O modelo desta equipe leva em conta os dados experimentais sobre a física da água sob condições extremas e avança a modelagem teórica necessária.

"Os interiores dos planetas são 'laboratórios' naturais para estudar condições difíceis de reproduzir em um laboratório universitário na Terra. O que aprendemos pode ter aplicações imprevistas que nem sequer consideramos. Os mundos aquáticos são especialmente exóticos nesse sentido", explicou Batalha. "No futuro, podemos descobrir que um subconjunto desses mundos aquáticos representa novos nichos para a vida na galáxia."

Ao modelar a distribuição de água nesses exoplanetas comuns, os cientistas podem rastrear como a água - uma das moléculas mais abundantes do universo - se move durante a formação de sistemas planetários. De fato, Aguichine disse que a água tem uma série de propriedades fascinantes:

🧶 É um ácido químico e uma base, participando do equilíbrio químico
🧶 É bom para dissolver sais, açúcares e aminoácidos
🧶 Ele cria ligações de hidrogênio – dando à água uma viscosidade mais alta, um ponto de ebulição mais alto, uma maior capacidade de armazenar calor e muito mais.
"A vida pode ser entendida como complexidade", disse Aguichine, "e a água tem uma ampla gama de propriedades que permitem essa complexidade".

🔹 OLHANDO PARA TRÁS E PARA FRENTE

Ele também enfatizou que sua modelagem não se concentra em instantâneos estáticos de subNetunos, mas explica sua evolução ao longo de milhões e bilhões de anos. Como as propriedades planetárias mudam significativamente ao longo do tempo, modelar essa evolução é essencial para previsões precisas, disse ele.

A modelagem será posta à prova em breve por observações contínuas com o JWST e também com missões futuras, como o próximo lançamento da Agência Espacial Europeia do telescópio PLAnetary Transit and Oscillation (PLATO) of stars, uma missão projetada para encontrar planetas semelhantes à Terra na zona habitável de sua estrela hospedeira.

"O PLATO será capaz de nos dizer quão precisos são nossos modelos e em que direção precisamos refiná-los", disse Aguichine. "Então, realmente, nossos modelos estão atualmente fazendo essas previsões para os telescópios, enquanto ajudam a moldar os próximos passos na busca por vida fora da Terra."

🔹 REFERÊNCIA: "Evolução dos Mundos a V***r: Aspectos Energéticos" por Artyom Aguichine, Natalie Batalha, Jonathan J. Fortney, Nadine Nettelmann, James E. Owen e Eliza M.-R. Kempton, 24 de julho de 2025, The Astrophysical Journal.
DOI: 10.3847/1538-4357/add935

🌏 Créditos/fonte/Publicação: por Por Universidade da Califórnia - Santa Cruz - 29 de agosto de 2025 scitechdaily



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11/08/2025
30/06/2025
30/06/2025
30/06/2025

Live do Planetário: 45 anos do CARJ - Clube de Astronomia do Rio de Janeiro + Dia Internacional do Asteroide! O Planetário do Rio vai participar da festa pelos 45 anos do Clube de Astronomia do Rio de Janeiro (CARJ), nossos parceiros de longa data! Na verdade, é uma comemoração dupla! Faremos uma live apresentada pelo presidente do CARJ, Carlos Ayres, com convidados especiais, às 19 da quarta-feira, 30 de junho, o Dia Internacional do Asteroide!

Aliás, tá vendo essa imagem linda do Cristo Redentor com a Lua? Vocês acham que é montagem? Acreditem, NÃO É! Esse registro original foi feito pelo Carlos Ayres, sigam ele no insta para conhecer o incrível trabalho de astrofotografia dele - .

O Dia do Asteroide é uma data internacional estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 30 de junho de cada ano, e destina-se a alertar a comunidade global sobre a ameaça de um impacto catastrófico por um asteroide (!!!!🙀🤯😶). A data lembra o episódio ocorrido na Sibéria no dia 30 de junho de 1908, conhecido como “Evento Tunguska”, quando um objeto celeste chocou-se contra a Terra e destruiu oitenta milhões de árvores em uma área de dois mil quilômetros quadrados. Vai ser pauta do nosso papo tb!

📌 Marca aí na agenda e não esquece: Quarta-feira, 30 de junho, às 19h, no YouTube do Planetário! Link direto para a live: https://youtu.be/_Wt3e6_iupA

Prefeitura do Rio de Janeiro

25/06/2025

Dia 30 de junho de 2025, o Clube de Astronomia do Rio de Janeiro (CARJ), celebra com orgulho seus 49 anos de existência, uma trajetória marcada por Paixão, Descoberta e Divulgação Científica!

Fundado em 30 de junho de 1976 por um grupo visionário, liderado pelo renomado astrônomo e físico Dr. Ronaldo Rogério de Freitas Mourão(Presidente de Honra ad aeternum do Clube), o CARJ começou suas atividades em 1976, tornando-se um marco na promoção da Astronomia Amadora do Brasil.

Ao longo de quase cinco décadas, o CARJ tem desempenhado um papel fundamental na popularização da Astronomia no Rio de Janeiro e além. Desde a construção de seu primeiro telescópio caseiro em 1979, sob a liderança do saudoso Mestre Mario Jaci Monteiro, até a captura de imagens icônicas como a do cometa C/2023 A3 (Tsuchinshan–ATLAS), sobre a Enseada de Botafogo em 2024, o clube tem inspirado gerações a olhar para o céu com curiosidade e fascínio.

Suas atividades, que incluem observações celestes, palestras, oficinas e eventos públicos, como os realizados com telescópios e dobraduras de foguetes, têm aproximado a ciência de pessoas de todas as idades, consolidando o CARJ como um espaço de aprendizado e troca de conhecimento.

A Importância Histórica do CARJ, transcende suas contribuições locais. Ele se insere no contexto mais amplo da Astronomia Brasileira, que remonta às navegações portuguesas do século XVI, quando a determinação astronômica da latitude, revolucionou a arte de navegar, trazendo Pedro Álvares Cabral às costas do Brasil. Hoje, o Clube é reconhecido internacionalmente!

No século XX, o clube se alinhou ao espírito de efervescência científica da década de 1920, quando instituições como a Academia Brasileira de Ciências (ABC), promoviam a divulgação do conhecimento, como na criação da Rádio Sociedade. O CARJ carrega esse legado, sendo um ponto de encontro para astrônomos amadores, professores e entusiastas, e contribuindo para a formação de uma comunidade científica engajada.

Além disso, o clube tem se destacado por seu compromisso com questões contemporâneas, como o apoio ao manifesto da Dark Sky Brasil, liderado pela Dr. Sílvia Carneiro, na luta contra à poluição luminosa, reforçando sua relevância na preservação do céu noturno para futuras gerações, e também, engajado também em questões ambientais, como plantio de árvores e na despoluição do mar.

CONTAGEM REGRESSIVA PARA OS 50 ANOS!

À medida que celebramos os 49 anos do CARJ, iniciamos a contagem regressiva para um marco ainda mais especial: o cinquentenário do clube em 2026! Este será um momento de reflexão sobre nossas conquistas e de renovação do compromisso de levar a astronomia a todos os cantos do Rio de Janeiro e do Brasil.

Convidamos a comunidade a se juntar a nós nessa jornada cósmica, participando de nossas atividades, compartilhando o amor pela Ciência e ajudando a construir um futuro onde o céu continue a inspirar.

Faltam apenas 365 dias para os 50 anos do CARJ! Vamos juntos, fazer dessa celebração um Evento Histórico, como as estrelas que observamos e os sonhos que nos guiam!

VIVA O CARJ!
VIVA A ASTRONOMIA BRASILEIRA!
🇧🇷🚀🌎🌘🌠🪐💥

23/05/2025

Kepler-452 é uma estrela anã amarela localizada na constelação de Cygnus.

Tem uma temperatura semelhante à do Sol, mas é 20 por cento mais brilhante, é 3,7 por cento maior e tem um diâmetro 11 por cento maior. A estrela também é 1,5 bilhão de anos mais velho do que o Sol, tendo uma idade de cerca de seis bilhões de anos.

Portanto, ele está em um estado mais avançado de sua evolução, mas ainda está na sequência principal. A estrela está a 1400 anos luz de distância do Sistema Solar.

Na velocidade da New Horizons levaria cerca de 25.800 mil anos para se chegar lá.

Endereço

Urca
Rio De Janeiro, RJ
14010-120

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