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ValleChemie Representações Óleos de corte, fluídos solúveis e integrais. Óleos para todos os processos industriais. Graxas.

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Óleo Hidráulico: conheça os dois tipos mais comunsAs máquinas hidráulicas necessitam de inúmeros cuidados para o seu cor...
12/04/2023

Óleo Hidráulico: conheça os dois tipos mais comuns

As máquinas hidráulicas necessitam de inúmeros cuidados para o seu correto funcionamento. Entre eles, a escolha do óleo hidráulico adequado é essencial para garantir a lubrificação, aumentar a vida útil das bombas, válvulas, cilindros e componentes da máquina e dessa forma evitar prejuízos financeiros.

O lubrificante industrial deve ser devidamente formulado e conter em sua formulação os aditivos necessários para cumprir sua função. No caso do óleo hidráulico, deve possuir registro na ANP (Agência Nacional de Petróleo) e ter seu nível de desempenho declarado.

Conheça a seguir os dois tipos mais comuns de óleos hidráulicos e saiba suas características, semelhanças e diferenças.

Óleo hidráulico: para que serve?
O óleo hidráulico serve principalmente para transmissão de força e para movimentar equipamentos. Também tem como função lubrificar e aumentar a vida útil dos componentes das máquinas hidráulicas. É importante que este lubrificante industrial não ataque as vedações do sistema.

Este produto é composto pelo óleo lubrificante base, que pode ser de origem mineral ou sintética e pacotes de aditivos, que são adicionados para conferir melhores propriedades, como por exemplo:

Abaixadores de ponto de fluidez;
Aditivo EP (extrema pressão);
Inibidores de corrosão;
Antiespumantes;
Antioxidantes;
Detergentes.

Óleo hidráulico de base mineral HLP
A maior parte dos óleos hidráulicos é de base mineral devido ao seu baixo custo. Geralmente é constituído de óleos minerais com alto grau de refinação, aditivos que conferem resistência a oxidação, ação anti-desgaste, lubrificação e inibidores de ferrugem.

Certifique-se se o produto possui nível de desempenho DIN 51524-2 (HLP) declarado e registrado na ANP. Alguns produtos, além dessa norma também atendem a bombas Vickers 35VQ-25 e Racine S.

Os óleos hidráulicos mais utilizados são referente as viscosidades: ISO VG 32, ISO VG 46 e ISO VG 68 e além dessas viscosidades é possível encontra-los como ISO VG 10, ISO VG 22, ISO VG 100 e ISO VG 150. Para saber a viscosidade correta, o manual da máquina hidráulica deve ser consultado.

Óleo hidráulico de base sintética biodegradável HEES
O óleo lubrificante hidráulico biodegradável ainda é pouco utilizado em relação aos outros tipos devido ao seu custo, que é mais elevado se comparado com os de base mineral, por exemplo. Porém o uso do óleo hidráulico biodegradável vem sendo cada vez mais disseminado principalmente nas indústrias que possuem um sistema de gestão ambiental como a ISO 14001 que tem como foco principal a prevenção da poluição e proteção do meio ambiente.

Além do óleo hidráulico biodegradável ser ecologicamente correto, ele atende a NR 15 referente a atividades e operações insalubres, por ser isento de óleo mineral, metais pesados, cloro e fenóis.

É importante verificar o nível de desempenho deste produto, que deve seguir a norma internacional DIN ISO 15380 – Tipo HEES.

Portanto, para garantir o melhor desempenho e durabilidade das máquinas hidráulicas, é necessário manutenção periódica, limpeza e uso de lubrificantes industriais que sejam devidamente aditivados e que atendam os níveis de desempenho exigidos. No caso do óleo lubrificante hidráulico mineral, deve atender a norma DIN 51524-2 e o óleo hidráulico biodegradável a norma DIN ISO 15380 – Tipo HEES.

Para decidir sobre qual a melhor opção, fatores como: preço, segurança, leis ambientais e normas trabalhistas devem ser considerados. Além disso, o manual dos equipamentos deve ser sempre consultado para saber qual o grau de viscosidade exigido, os mais comuns são ISO VG 32, ISO VG 46 e ISO VG 68.

Por Biolub

Nanotecnologia: a tecnologia molecular chegou ao mercado de lubrificantes.São José dos Campos (SP) – A nanotecnologia é ...
11/04/2023

Nanotecnologia: a tecnologia molecular chegou ao mercado de lubrificantes.

São José dos Campos (SP) – A nanotecnologia é uma forma de controle de moléculas em escala atômica e molecular. É usada para o desenvolvimento de materiais e componentes com o objetivo de tornar as estruturas mais estáveis e com um desempenho melhor. Assim, é possível que um elemento ganhe propriedades únicas,
sendo mais forte, fino, resistente ou durável e que pode ser usado em diversos setores da indústria.

No setor de lubrificação não é diferente. Percebendo uma necessidade do mercado que procura sempre alta performance no desempenho de maquinários, seja no agronegócio, indústria de alimentos, automotivo ou offshore, o setor de lubrificação inovou trazendo lubrificantes que utilizam a nanotecnologia em seus produtos.

A lubrificação é parte importante de um mecanismo complexo para garantir o funcionamento da cadeia de produção dos vários setores e produtos de qualidade que, além de aumentar a vida útil dos maquinários, garantem uma produção sem paralisações. “Os lubrificantes precisam entregar benefícios básicos para a produção, como maior intervalo de relubrificação, maior tempo de vida das peças e maior produtividade. Os produtos existentes no mercado já entregam essas qualidades, mas com a nanotecnologia, conseguimos potencializar as propriedades”, explica Luiz Maldonado, CEO da Lubvap Lubrificantes Especiais.

Os lubrificantes produzidos com nanotecnologia apresentam uma performance superior aos lubrificantes comuns, fornecendo vantagens que somente o controle molecular é capaz de oferecer, como redução de atrito das peças, alcançando áreas que os produtos comuns não alcançam, ou a formação de barreira mais eficiente. “Observamos também que os aditivos nano não apresentam rápida exaustão como os aditivos químicos, o que aumenta o intervalo de troca do produto no maquinário”, completa Maldonado.

O QUE É A VISCOSIDADE DO ÓLEOS??É a medida da resistência que ele oferece ao escoar numa determinada temperatura. No óle...
30/05/2022

O QUE É A VISCOSIDADE DO ÓLEOS??

É a medida da resistência que ele oferece ao escoar numa determinada temperatura. No óleo mineral ela varia inversamente com a temperatura, ou seja, a medida que a temperatura aumenta a viscosidade diminui. Por esse motivo um dos fatores que interfere na seleção do fluido é a faixa de temperatura de trabalho do sistema hidráulico.

O fluido hidráulico deve ter a menos viscosidade possível, a fim de reduzir ao máximo a perda de pressão na tubulação e penetrar nas folgas dos componentes para lubrificá-los, entretanto não deve ser tão baixa que cause vazamentos entre zonas de alta e baixa pressão.

A escolha da viscosidade é feita em função do tipo de bomba e da temperatura de operação do sistema. Viscosidade baixa reduz as perdas de energia e penetra nas folgas para lubrificação dos componentes, porém pode causar vazamentos. Viscosidade alta ocorre dificuldade de sucção na bomba e perda de energia.

Existem varias escalas de viscosidade e diversos tipos de viscosímetros, padronizados conforme cada escala. Os óleos industriais possuem a viscosidade expressa conforme a norma ISO ( International Stantards Organization). Esta norma adota para referência de viscosidade a Viscosidade Cinemática.

Classificação dos óleos

Classificação ISO (International Standards Organization)

- Viscosidade medida em centistokes (cSt) a 40° C , de 2 a 1500 cSt (Tol 10%)

- VG (Viscosity Grade) é o valor numérico em cSt. Utilizada para óleos industriais

Classificação SAE (Sociedade of Automotive Engineers)

- SAE 0W, 5W, 10W, 20W, 25W,20,30,40,50,60

-viscosidade medida em cSt a 100° C

-utilizada para óleos de motores

No ensaio mede-se o tempo que certo volume de óleo flua através de um tubo capilar, por gravidade em uma temperatura padrão. A viscosidade cinemática é expressa em stoke ou centistoke cst).

A degradação do óleo lubrificante é uma coisa inevitável, é a principal responsável por termos que realizar a troca do l...
30/05/2022

A degradação do óleo lubrificante é uma coisa inevitável, é a principal responsável por termos que realizar a troca do lubrificante pós-operação. Entre os fatores que levam à degradação, sem dúvida a oxidação é o principal deles. A oxidação nada mais é do que a reação do oxigênio com a molécula do óleo lubrificante, seja o oxigênio do próprio ar ou o oxigênio presente na própria água e na umidade. Essa oxidação do óleo pode ser identificada muitas vezes tanto visualmente pelo escurecimento do óleo lubrificante, como por fatores que levam à formação de borra e de vernizes no ambiente do equipamento, no entanto, sem dúvida nenhuma que a análise do óleo é primordial, pois com ela conseguimos verificar um fator muito importante que é a acidez do óleo. Quanto maior é a acidez do óleo maior é um indicativo de oxidação daquele lubrificante.

MAIS O QUE CAUSA À OXIDAÇÃO DO ÓLEO?

Existem alguns motivos que estão relacionados a isso:

Variação constante da temperatura, que leva ao chamado craqueamento é um desses fatores, por isso o controle da temperatura operacional durante a operação é fundamental para que o óleo lubrificante tenha uma ação duradoura e seu equipamento. Essa variação de temperatura, leva a um colapso térmico que fatalmente altera a estrutura química do óleo, muitas vezes incrementando a sua viscosidade e diminuindo assim a eficiência da lubrificação como um todo. Esse colapso térmico também pode ser induzido por variações de pressão, o que é um problema muitas vezes em sistemas hidráulicos.
O outro fator que leva a oxidação acelerada de um óleo lubrificante, sem dúvida nenhuma que é a contaminação por agentes externos, principalmente a água e demais agentes químicos. Essa contaminação externa leva à diminuição da quantidade de aditivos que estão presentes no óleo lubrificante, que estão ali para serem sacrificados no lugar da película lubrificante propriamente dita, ou seja, quanto menor a quantidade de aditivos restantes no óleo lubrificante, menor vai ser a sua vida útil e maior o comprometimento que pode trazer para a sua manutenção e para sua lubrificação de eficiência.
Para garantir uma lubrificação segura esteja sempre atento a estes temas abordados. Verifique tanto visualmente a coloração do seu óleo e a sua modificação com o passar do tempo. É imprescindível acompanhar pela análise do óleo e a presença de água.

Você sabe quais as maiores causas das falhas em sistemas hidráulicos ?1. ContaminaçãoEstudos mostram que 82% das falhas ...
01/04/2022

Você sabe quais as maiores causas das falhas em sistemas hidráulicos ?

1. Contaminação
Estudos mostram que 82% das falhas mecânicas em sistemas hidráulicos ocorrem por contaminação do óleo.

Os tipos de contaminação podem ser feitos através de partículas (sedimentos ou pequenas partículas), do ar e da água (livre e dissolvida).

A espécie de contaminação mais comum é a de partículas, sendo assim importante a realização de análises de óleo com contagem de partículas.

Temos de ter em mente que a bomba hidráulica é o componente mais caro de todo o sistema, porque ela possui sensibilidade a contaminação e capacidade de causar falhas de reação em cadeia.

Ou seja, a bomba quando falha inicia um processo de expulsão de detritos que vaza para o sistema de fluído.

Caso o sistema não esteja com um bom filtro, estes detritos invadem outros componentes, tais como as válvulas e atuadores e as danificam.

A contaminação por ar pode ser feita tanto em seu estado dissolvido quanto em seu estado livre.

O ar dissolvido pode não ser um grande problema, mas quando o líquido possui ar livre poderá haver alterações na pressão por causa da compressibilidade do ar.

Isso pode acabar aumentando a temperatura nas bolhas de ar e danificar aditivos como o fluído de base.

Entre os principais danos ao equipamento estão a perda de força transmitida, a redução na saída da bomba, a perda da lubrificação e o aumento da temperatura de operação.

E quando a contaminação é dada pela água, pode acarretar problemas como o enfraquecimento das propriedades de isolação de um fluído.

Isso se dá ao fato da falta de remoção das partículas sólidas dos fluídos de operação.

Pois, como os fluídos hidráulicos retém a água à medida que a temperatura aumenta, estão constantemente expostos a água e o seu v***r.

As formas mais comuns de contaminação desta água é a vedação do atuador desgastado, vazamento na abertura do reservatório, condensação da umidade do ar e o vazamento no trocador de calor.

2. Fluído hidráulico de má qualidade
Não adianta ter um sistema hidráulico de primeira e usar produtos de baixa qualidade só para baratear o orçamento.

Isso poderá causar consequências terríveis futuramente!

Então, não tenha medo de pagar um pouco mais por um bom fluído hidráulico, pois ele é um dos componentes mais importantes do sistema.

Outra coisa que devemos ressaltar é o modo como conservamos este produto: deve ser mantido limpo, frio e seco e isso pode ser feito com a filtragem de qualidade.

Para isso, selecione bem os filtros usando os de maiores qualidade em local com segurança.

Se necessário, periodicamente, atualize esses filtros.

Você também poderá usar filtros do tipo “off-line”, pois seu custo para remover sujeira é menor em vez de fazer uma linha de pressão em trabalho.

Como resolver este problema?
A dica principal é tomar muito cuidado com soluções rápidas demais ao mudar de sintéticos e sistemas de filtragem mais caras.

Procure sempre soluções sérias, empresas que realmente vão lhe ajudar e que já tem uma experiência de mercado e reputação fácil de confiar.

Pois, uma das coisas mais importantes nessa hora é estabelecer metas de limpeza e rigidez adequada.

Também é de bom grado desenvolver procedimentos e controle de contaminação que permitam sua indústria atingir o objetivo tão esperado.

Assim, é possível reduzir e até eliminar as falhas presentes em sua bomba e até as que poderiam acontecer futuramente devido a um péssimo trabalho.

Ficou com dúvidas entre em contato conosco. Fornecemos os óleo hidráulicos de qualidade e o serviço de análise e acompanhamento.

Aditivos de extrema pressão, são aditivos para lubrificantes cujo papel é diminuir o desgaste das peças das engrenagens ...
24/03/2022

Aditivos de extrema pressão, são aditivos para lubrificantes cujo papel é diminuir o desgaste das peças das engrenagens e outros componentes expostas a pressões muito elevadas. Eles são adicionados também a fluidos de corte de metais em usinagem.
Basicamente, os aditivos EP são a proteção contra o desgaste quando a própria viscosidade do lubrificante não pode mais separar as superfícies de trabalho.

Aditivos EP normalmente contêm enxofre, fósforo ou compostos de orgânicos clorados, incluindo compostos enxofre-fósforo e enxofre-fósforo-boro, que reagem quimicamente com a superfície de metal sob condições de alta pressão. Sob tais condições, as pequenas irregularidades nas superfícies de deslizamento causam momentos instantâneos localizados de alta temperatura (300-1000°C), flashes, sem um aumento significativo da temperatura média da superfície. A reação química entre os aditivos e a superfície é confinada a esta região.

As seguintes substâncias são utilizados como aditivos de extrema pressão:

Gorduras sulfuradas escuras inativas;

Gorduras sulfuradas escuras ativas;

Hidrocarbonetos escuro de enxofre ativos;

Alcanos de cadeia curtas e médias clorados (ver hidrocarbonetos clorados e parafinas cloradas);

Ésteres de ácido clorêndico;

Ésteres poliméricos;

Polissulfetos;

Compostos de molibdênio (incluindo dissulfeto e ditiocarbamatos);

Ditiofosfato de zinco (ZDDP).

Leia mais aqui: https://bit.ly/3wzuLTj

Endereço

São José Dos Campos, SP
12236-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:30
Terça-feira 08:00 - 17:30
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