HIGEX Onde a ciência e a segurança microbiológica se encontram. 24 anos de controle microbiológico para a indústria.

A Higex consolidou-se ao longo de 24 anos como referência em controle microbiológico industrial através de uma abordagem...
20/05/2026

A Higex consolidou-se ao longo de 24 anos como referência em controle microbiológico industrial através de uma abordagem que une o rigor científico e a compreensão profunda da realidade operacional de indústrias alimentícias brasileiras. A trajetória não foi construída sobre promessas comerciais, mas sobre a entrega consistente de soluções técnicas que resolvem os problemas reais enfrentados por equipes de qualidade, produção e engenharia.

O desenvolvimento do Smoke Tech como a primeira tecnologia fumígena aprovada pela ANVISA para desinfecção industrial exemplifica o compromisso com a inovação regulamentada. O processo de aprovação demandou anos de pesquisa, validações extensivas, documentação técnica rigorosa e demonstração inequívoca de eficácia e segurança. O resultado é uma solução com respaldo regulamentar completo que oferece segurança jurídica e técnica para as empresas que implementam, eliminando os riscos de não conformidade em auditorias e certificações.

A parceria com pesquisadores europeus para o desenvolvimento de soluções enzimáticas específicas demonstra a capacidade de transformar conhecimento técnico avançado em produtos aplicáveis aos desafios práticos de indústrias brasileiras. O portfólio que inclui Bioview para detecção de biofilme, Enztrat para remoção do biofilme, Hig Dry para higienização sem água, Hig Block para controle em drenagens e Oxxygex para sanitização, reflete a compreensão de que o controle microbiológico eficaz exige ferramentas específicas para cada tipo de desafio, não soluções genéricas.

→ Conheça nossa história e soluções completas:www.higex.com.br

Os sistemas de drenagem constituem pontos críticos frequentemente subestimados no controle microbiológico industrial. Os...
18/05/2026

Os sistemas de drenagem constituem pontos críticos frequentemente subestimados no controle microbiológico industrial. Os ralos e as tubulações acumulam resíduos orgânicos, mantêm umidade permanente e desenvolvem biofilme que protege os patógenos da ação de sanitizantes convencionais.

A formação de aerossóis durante a operação normal e o refluxo durante a limpeza transportam contaminação de drenagens para as áreas de produção, comprometendo a segurança microbiológica mesmo quando as superfícies de contato direto estão adequadamente sanitizadas.

Os métodos convencionais de tratamento de ralos oferecem ação pontual, mas os microrganismos recolonizam rapidamente os ambientes úmidos ricos em nutrientes. A aplicação diária de sanitizantes líquidos demanda tempo operacional significativo, apresenta eficácia limitada contra o biofilme maduro e não oferece proteção residual entre as aplicações. A persistência de odores e os resultados microbiológicos insatisfatórios em swabs de drenagem evidenciam a insuficiência de abordagens tradicionais.

O Hig Block foi desenvolvido especificamente para este desafio utilizando tecnologia de liberação controlada que mantém a ação antimicrobiana contínua em sistemas de drenagem.

A formulação em bloco sólido libera gradualmente os agentes desinfetantes e os controladores de odor ao longo de semanas, transformando o tratamento pontual em proteção permanente.

Aplicável em ralos de piso, bandejas de condensadores e evaporadores, o Hig Block transforma pontos vulneráveis em zonas controladas sem demandar intervenção operacional diária.

→ Conheça a tecnologia de liberação controlada:www.higex.com.br/hig-block

Protocolos CIP atendem especificações técnicas para a sanitização de superfícies de contato direto com produto, mas não ...
13/05/2026

Protocolos CIP atendem especificações técnicas para a sanitização de superfícies de contato direto com produto, mas não foram projetados para controlar fontes de contaminação ambientais externas ao sistema fechado. Esta distinção é crítica em áreas pós-pasteurização: enquanto tanques, tubulações e equipamentos integrados ao circuito CIP recebem tratamento validado, estruturas elevadas, vigas, tubulações aéreas e suportes suspensos acima das linhas de produção permanecem como reservatórios microbiológicos ativos que comprometem a eficácia do CIP através de recontaminação contínua.

O mecanismo de recontaminação opera através de dispersão gravitacional e aérea. As estruturas elevadas acumulam resíduos transportados pelo ar e mantêm umidade residual suficiente para estabelecimento de Listeria. A movimentação natural do ar durante as operações, a vibração de equipamentos e o tráfego de pessoas geram desprendimento de partículas contaminadas que se depositam sobre superfícies de contato direto recém-sanitizadas pelo CIP. Um único ponto positivo em viga ou tubulação suspensa recontamina repetidamente as áreas abaixo, explicando a persistência de resultados positivos em swabs mesmo após validação rigorosa dos protocolos de limpeza.

A quebra deste ciclo exige abordagem que neutralize as fontes ambientais externas ao circuito CIP, não apenas as superfícies que elas contaminam. As operações que resolveram reincidência crônica de Listeria implementaram desinfecção ambiental complementar especificamente desenvolvida para alcançar estruturas elevadas e áreas aéreas inacessíveis à sanitização manual. A estratégia não substitui o CIP, mas fecha o gap de controle microbiológico em pontos que o sistema fechado não foi projetado para tratar, reduzindo a pressão de contaminação que anula os esforços de sanitização de equipamentos.

→ Conheça como o Smoke Tech atua em nichos ambientais:www.higex.com.br/smoke-tech

A Listeria representa um desafio técnico fundamental em ambientes de laticínios. Sua capacidade de sobreviver e se multi...
11/05/2026

A Listeria representa um desafio técnico fundamental em ambientes de laticínios.

Sua capacidade de sobreviver e se multiplicar em temperaturas de refrigeração, combinada com a habilidade de se estabelecer em nichos ambientais de difícil acesso, exige estratégias de controle que vão além da sanitização convencional.

Sanitizantes que demonstram excelente ação bactericida em te**es laboratoriais podem apresentar eficácia reduzida quando aplicados em condições reais de operação. Áreas com geometrias complexas, frestas, junções e superfícies de difícil alcance criam microambientes onde métodos convencionais simplesmente não chegam. Os gradientes de concentração se estabelecem, com níveis bactericidas apenas nas áreas diretamente expostas enquanto regiões protegidas permanecem vulneráveis à recontaminação.

Os ralos em áreas pós-pasteurização representam pontos críticos devido à umidade constante, à temperatura favorável e à disponibilidade de nutrientes. Os evaporadores e as bandejas de condensado mantêm superfícies permanentemente úmidas onde microrganismos encontram condições ideais para se estabelecer. As junções, as frestas e as microáreas em equipamentos acumulam resíduos orgânicos que sustentam a presença microbiana.

As operações que reduziram a reincidência de Listeria em nichos ambientais implementaram protocolos que combinam higienização rigorosa com camadas complementares de controle microbiológico, alcançando áreas onde a sanitização convencional não chega.

06/05/2026

Sua operação ainda trata higienização como tarefa operacional ou já a entende como controle de processo?

A diferença não é semântica. Operações que tratam higienização como tarefa medem execução: o que foi limpo, em quanto tempo, por quem. Operações que tratam higienização como controle de processo medem resultado: nível de contaminação residente, eficácia microbiológica, redução de incidentes em produto acabado.

A Higex desenvolveu soluções para quem precisa de resultado real. Bioview, para revelar biofilmes invisíveis em superfícies que parecem limpas. Hig Dry 2 em 1, que limpa e desinfeta sem uso de água e sem deixar resíduo químico, por ser volátil. Smoke Tech, que oferece alta cobertura de desinfecção em ambientes com geometrias complexas. Hig Block, bloco saneante que atua diretamente no controle de contaminação em ralos, bandejas de evaporadores e outros pontos críticos.

Cada solução foi desenvolvida a partir de um desafio real da indústria.
Tecnologias que se complementam para construir uma estratégia de controle microbiológico que vai além da limpeza visível, e transforma higienização em resultado.

Vamos conversar sobre como elevar a higienização da sua operação a controle de processo?

As áreas de pós-pasteurização em laticínios exigem um controle microbiológico absoluto. Qualquer falha pode resultar em ...
04/05/2026

As áreas de pós-pasteurização em laticínios exigem um controle microbiológico absoluto. Qualquer falha pode resultar em recontaminação direta do produto termicamente tratado, comprometendo a segurança microbiológica que a pasteurização garantiu. A Listeria monocytogenes se estabelece em nichos ambientais específicos onde as condições permitem não apenas a sobrevivência, mas a multiplicação constante, transformando pontos específicos em fontes permanentes de contaminação.

Os ralos e os sistemas de drenagem acumulam matéria orgânica residual e desenvolvem biofilme, exigindo abordagens específicas de controle contínuo. As estruturas elevadas, os tetos, as vigas, os suportes de iluminação e as tubulações aéreas permanecem fora do alcance efetivo da sanitização manual, acumulam resíduos transportados pelo ar e recebem deposição de aerossóis contaminados durante as operações. Os equipamentos fixos apresentam áreas posteriores, bases, rodízios e junções onde a ação mecânica não atinge adequadamente.

Mesmo com os protocolos rigorosamente executados nas superfícies acessíveis, estes nichos permanecem microbiologicamente ativos, funcionando como reservatórios que recontaminam continuamente as áreas recém-sanitizadas através de aerossóis, gotejamento, respingos e tráfego.

A persistência de resultados positivos em monitoramento ambiental após sanitização validada frequentemente revela a existência de nichos onde os métodos convencionais simplesmente não conseguem atuar com eficácia suficiente.

29/04/2026

Você já se perguntou por que tantas operações enfrentam contaminações recorrentes mesmo com seus indicadores dentro do padrão?

A resposta está no fato de que microrganismos estão presentes em todas as etapas do processo produtivo. No ar, nas superfícies, nos equipamentos, em pontos que muitas vezes não são contemplados pelos protocolos convencionais. E nem sempre uma análise pontual reflete a realidade microbiológica completa de uma planta.

O monitoramento ambiental estruturado permite identificar contaminações residentes que escapam às verificações pontuais, mapear nichos críticos onde microrganismos encontram condições para se estabelecer e atuar preventivamente antes que um problema se manifeste no produto acabado. É a diferença entre acompanhar resultados e construir controle.

Para auditorias e atendimento a normas regulamentares, o monitoramento ambiental documentado é a evidência objetiva de que o controle microbiológico está sendo executado de forma sistemática. Mais do que cumprir requisitos, é construir uma base técnica que sustenta decisões e protege a operação.

A limpeza é fundamental, mas isolada não é suficiente. Precisa estar integrada a um programa de controle microbiológico que combina desinfecção e monitoramento contínuo. Todo bom resultado começa em um bom monitoramento ambiental.

Como sua operação estrutura o monitoramento microbiológico hoje?

A HIGEX estará na FISPAL TECNOLOGIA 2026 e queremos receber você no nosso stand.A maior plataforma de tecnologia para a ...
28/04/2026

A HIGEX estará na FISPAL TECNOLOGIA 2026 e queremos receber você no nosso stand.

A maior plataforma de tecnologia para a indústria de alimentos e bebidas da América Latina reúne, em São Paulo, profissionais que tomam decisões sobre processo, automação, embalagem e qualidade. É onde inovações são apresentadas, parcerias são construídas e o futuro do setor é discutido.

São 24 anos desenvolvendo soluções em controle microbiológico para a indústria de alimentos. Desinfecção por fumaça, controle ambiental complementar, soluções para drenagem e câmaras frias, higienização sem água para áreas críticas. Tecnologia validada e conhecimento técnico que ajudam empresas a proteger e melhorar seus processos.

Nossa equipe técnica estará disponível para conversar sobre os desafios específicos da sua operação e apresentar como podemos contribuir para a segurança dos alimentos na sua planta.

📅 16 a 19 de junho de 2026
🕐 Dias 16, 17 e 18: 13h às 20h | Dia 19: 13h às 18h
📍 São Paulo Expo — São Paulo/SP
🏢 Stand: L106

🎟️ Garanta credenciamento gratuito com nosso código exclusivo:HIGEX100

Anota na agenda. A gente espera você lá.

Os frigoríficos que reduziram a reincidência de Salmonella em câmaras frias não substituíram os protocolos de sanitizaçã...
27/04/2026

Os frigoríficos que reduziram a reincidência de Salmonella em câmaras frias não substituíram os protocolos de sanitização convencionais, mas adicionaram uma camada complementar de controle microbiológico desenvolvida para áreas onde a aplicação manual não alcança eficácia adequada.

O Smoke Tech é um fumígeno bactericida aprovado pela ANVISA como a primeira tecnologia deste tipo autorizada para desinfecção industrial no Brasil. O princípio de ação difere fundamentalmente dos métodos convencionais, pois a fumaça densa composta por bilhões de partículas dispersa-se uniformemente pelo ambiente através do movimento natural do ar, alcançando as estruturas elevadas, as frestas, as junções e as áreas posteriores de equipamentos fixos.

A aplicação atua sobre superfícies secas ou com umidade residual, não introduzindo água adicional ao ambiente. Não requer enxágue posterior, eliminando etapas operacionais que demandam parada prolongada de produção. O processo é aplicado após a sanitização convencional como camada complementar, fortalecendo o controle microbiológico em áreas que os métodos tradicionais não alcançam adequadamente.

As operações que implementaram esta abordagem reportam uma redução mensurável de resultados positivos em análises ambientais de estruturas elevadas, diminuição de reincidência em pontos historicamente problemáticos e maior previsibilidade em auditorias.

A diferença entre o controle reativo e o preventivo está na capacidade de atuar onde a contaminação se estabelece, não apenas onde os protocolos conseguem alcançar.

No último dia 16 de abril, a Higex esteve presente no III Fórum de Segurança de Alimentos de Curitiba, um dos principais...
24/04/2026

No último dia 16 de abril, a Higex esteve presente no III Fórum de Segurança de Alimentos de Curitiba, um dos principais pontos de encontro da indústria alimentícia e do setor de Food Service na região Sul do Brasil.

O evento reuniu palestrantes, consultores, especialistas técnicos e representantes de organismos de certificação em torno de um tema que está no centro da operação de qualquer indústria que processa alimentos: o que define, de fato, uma operação segura?

A resposta que o fórum reafirmou, e que orienta o trabalho da HIGEX há 24 anos, é que certificações, auditorias aprovadas e protocolos bem executados são condições necessárias, mas não suficientes. A segurança dos alimentos começa onde a sanitização convencional termina: no ar da sala de processamento, no ralo por onde a água escoa no final de cada turno, nas superfícies que parecem limpas mas escondem biofilmes que nenhum swab de superfície visível vai revelar.

O custo de ignorar essas lacunas é concreto.

Uma pesquisa da NielsenIQ de 2022 mostrou que 68% dos consumidores abandona uma marca após um incidente de segurança dos alimentos. Reconstruir essa confiança pode levar entre 1 e 4 anos, quando acontece.

A HIGEX participou desta edição como patrocinadora porque acredita que o debate técnico qualificado é o primeiro passo para fechar as lacunas que os programas convencionais deixam abertas.

Para gestores que identificam pontos de risco não cobertos pelo protocolo atual, a equipe técnica da Higex realiza avaliação consultiva para compreender o contexto específico de cada instalação e determinar quais soluções se aplicam.

Para obter mais informações, entre em contato com nossa equipe técnica em higex.com.br

15/04/2026

O Inova+ Summit Sampa foi, antes de tudo, um momento de agradecimento.

Um agradecimento aos nossos clientes, que confiaram e caminharam ao nosso lado, tornando possível chegarmos até aqui. Nada disso seria possível sem essa parceria construída todos os dias.

A Higex tem 24 anos de história e uma trajetória consolidada no Sul do Brasil.
Em São Paulo, estamos há pouco menos de 5 anos, construindo relações, fortalecendo a nossa presença e deixando a nossa marca.

Esse evento consolida a forma como a HIGEX quer se posicionar: cada vez mais próxima dos seus clientes, como um parceiro presente e comprometido.

O encontro também teve um objetivo importante: apresentar a JAX ao mercado de São Paulo e trazê-la como um parceiro sólido para somar e gerar ainda mais valor aos nossos clientes.

Seguimos juntos, enfrentando os desafios que surgem no dia a dia e construindo soluções lado a lado.

Até o próximo evento.

Endereço

Rua Domingos André Zanini, 277
São José, SC
88.117-200

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