Tsen do Brasil S.A

Tsen do Brasil S.A Empresa especializada em energia solar, atendendo a clientes corporativos e residenciais, em 4 estados Brasileiros.

O Ministério da Fazenda quer antecipar o fim dos benefícios concedidos à micro e minigeração distribuída de energia, mod...
30/10/2025

O Ministério da Fazenda quer antecipar o fim dos benefícios concedidos à micro e minigeração distribuída de energia, modalidade que inclui painéis solares em casas, prédios e fazendas solares.
A proposta faz parte de um pacote de medidas para reduzir distorções no setor e promover o que a equipe econômica chama de “justiça tarifária”.
As mudanças foram apresentadas em emendas à medida provisória que trata da reforma do setor elétrico, em tramitação no Congresso Nacional. O texto deve ser relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM)
O secretário de Políticas Econômicas, Marcos Pinto, afirmou que a proposta tem o mesmo espírito da reforma tributária. Segundo ele, os incentivos atuais geram desigualdade entre consumidores e pressionam os custos dos sistemas.
“Temos uma série de subsídios que deixaram de fazer sentido. É como se o morador da cobertura deixasse de pagar o condomínio e os outros tivessem que cobrir a conta”, disse.
A Fazenda quer mudar essa regra a partir de 2026, fazendo com que todos os consumidores, independentemente da data de instalação, passem gradualmente a pagar pelo uso da rede até 2029.
A proposta prevê que a GD passe a participar do rateio das compensações financeiras pagas aos geradores impactados. O governo também quer permitir que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) controle fisicamente a injeção de carga desses sistemas.

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Nissan mostra carro elétrico que usa energia solar para se recarregar sozinho.A Nissan apresentou no Japão uma inovação ...
27/10/2025

Nissan mostra carro elétrico que usa energia solar para se recarregar sozinho.
A Nissan apresentou no Japão uma inovação que promete mudar a forma de recarga dos carros elétricos. Chamado de Ao-Solar Extender, o novo sistema utiliza painéis solares instalados no teto do veículo para gerar energia limpa e gratuita, reduzindo drasticamente — e, em alguns casos, eliminando — a necessidade de carregamento externo.
De acordo com a marca japonesa, o conjunto é composto por dois painéis solares - um fixo de 300 W e outro retrátil de 200 W - que pode ser estendido quando o veículo está estacionado, por exemplo, no trabalho ou em locais abertos. Juntos, os módulos podem gerar até 500 W de energia, o suficiente para acrescentar cerca de 3.000 quilômetros de autonomia por ano em condições ideais de incidência solar.
Além de fornecer energia adicional para o sistema de propulsão, o painel retrátil também atua como sombreiro, ajudando a manter o interior do carro mais fresco e reduzindo o consumo de energia do ar-condicionado — um dos vilões da autonomia em veículos elétricos. Em emergências, o sistema ainda pode servir como fonte de energia auxiliar, recarregando dispositivos eletrônicos ou alimentando equipamentos externos.
A Nissan destaca que, para motoristas que percorrem curtas distâncias diárias, como trajetos urbanos, o Ao-Solar Extender pode praticamente eliminar a necessidade de conectar o veículo a um carregador. A tecnologia foi desenvolvida com foco em sustentabilidade e eficiência, aproveitando uma das fontes de energia mais abundantes do planeta: a luz solar.

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Bandeira vermelha e alta na conta de luz impulsionam corrida por energia solar.Com a bandeira vermelha em vigor desde ju...
21/10/2025

Bandeira vermelha e alta na conta de luz impulsionam corrida por energia solar.
Com a bandeira vermelha em vigor desde junho, o aumento nas tarifas de energia elétrica vem pressionando o bolso dos brasileiros — e acelerando o interesse por alternativas mais baratas e sustentáveis. Segundo levantamento da Descarbonize Soluções, empresa especializada em energia solar e sustentabilidade, as buscas na internet por “placas solares” cresceram 22% nos últimos três meses, enquanto as pesquisas por “valor da placa solar” subiram 21% no mesmo período.

A tendência reflete um movimento de adaptação dos consumidores à nova realidade energética. Dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE) apontam que o preço de exportação dos painéis solares caiu 60% entre 2023 e 2024, tornando o investimento mais acessível.
Entre os estados, o Rio Grande do Sul lidera o ranking de buscas por “placas solares”, seguido por Rondônia e Mato Grosso. Tocantins e Santa Catarina completam o top cinco. A presença da região Sul entre os primeiros colocados evidencia o protagonismo regional na adoção de fontes renováveis, enquanto o Norte aparece cada vez mais engajado, com três estados — Rondônia, Tocantins e Acre — figurando no levantamento.

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China construiu 420 km² de painéis solares no planalto mais alto do mundo.No planalto tibetano, a quase 3.000 metros de ...
16/10/2025

China construiu 420 km² de painéis solares no planalto mais alto do mundo.
No planalto tibetano, a quase 3.000 metros de altitude, painéis solares se estendem até o horizonte e cobrem uma área sete vezes maior que Manhattan. Eles captam uma luz solar muito mais intensa do que ao nível do mar, devido ao ar rarefeito.

Turbinas eólicas pontuam as cristas próximas e se alinham em longas fileiras sobre planícies áridas e desertas, acima de ocasionais pastores com seus rebanhos. Elas aproveitam as brisas noturnas, equilibrando a energia gerada pelos painéis solares durante o dia. Barragens hidrelétricas se localizam onde rios despencam por longos desfiladeiros nas bordas do planalto. Linhas de transmissão de alta tensão levam toda essa eletricidade para empresas e residências a mais de 1.600 quilômetros de distância.

A China está construindo uma enorme rede de indústrias de energia limpa no planalto tibetano, o mais alto do mundo. A intenção é aproveitar o sol intenso, as baixas temperaturas e a altitude elevada para fornecer energia renovável de baixo custo. O resultado é suficiente para abastecer quase toda a demanda elétrica do planalto, incluindo centros de dados usados no desenvolvimento de inteligência artificial no país.
Embora ainda queime tanto carvão quanto o restante do mundo combinado, no mês passado o presidente Xi Jinping fez uma promessa surpreendente. Em discurso na ONU, afirmou pela primeira vez que o país reduzirá suas emissões de gases de efeito estufa em toda a economia e ampliará em seis vezes a capacidade de energia renovável nos próximos anos. Foi um momento de relevância global para a nação que é o maior poluidor do planeta.

Os esforços chineses contrastam com a política dos Estados Unidos sob a administração Trump, que utiliza influência diplomática e econômica para pressionar outros países a comprarem mais gás, petróleo e carvão americanos. A China, por sua vez, investe em tecnologia solar e eólica mais barata, além de baterias e veículos elétricos, com o objetivo de se tornar fornecedora mundial de energia renovável e dos produtos que dependem dela.

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Apagão afeta todas as regiões do país.Uma interferência no Sistema Interligado Nacional (SIN) causou interrupção no forn...
15/10/2025

Apagão afeta todas as regiões do país.
Uma interferência no Sistema Interligado Nacional (SIN) causou interrupção no fornecimento de energia elétrica em diferentes estados do Brasil na madrugada desta terça-feira. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a interrupção foi provocada por um incêndio em uma subestação de energia no Paraná. Praticamente todo os país foi afetado. O governo federal não informou até agora o número certo de estados afetados, mas assegurou que o fornecimento foi reestabelecido.
Em nota, o Ministério de Minas e Energia afirmou que a interrupção no fornecimento de luz começou às 00h32m. Naquele momento, ocorreu o desligamento de 10.000 MW de cargas, após início de incêndio em um reator na Subestação de Bateias (Paraná).
Concessionárias responsáveis pela distribuição de energia em regiões dos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins confirmaram que seus serviços foram afetados pelo apagão.

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Indústria brasileira usa em energia renovável mais de 64% e fortalece transição energética.A indústria brasileira usa em...
13/10/2025

Indústria brasileira usa em energia renovável mais de 64% e fortalece transição energética.
A indústria brasileira usa em energia renovável mais de 64% do seu consumo total, consolidando assim um papel de destaque na transição energética mundial.
Este número, registrado em 2024 pelo Balanço Energético Nacional (BEN) 2025, elaborado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Demonstra que o país vem avançando de forma consistente no uso de fontes limpas e sustentáveis em processos produtivos.

Historicamente, a matriz energética da indústria brasileira passou por diversas transformações. Durante grande parte do século XX, a dependência de combustíveis fósseis, como carvão mineral, óleo combustível e gás natural, predominava na produção industrial.
No entanto, o Brasil sempre se destacou por ter uma forte base agrícola, o que, consequentemente, facilitou a incorporação de fontes renováveis. Como o bagaço de cana-de-açúcar, na produção de energia.

Assim, o aproveitamento dos resíduos da agroindústria permitiu que o país construísse uma matriz industrial mais limpa e eficiente.
Além disso, o crescimento do uso de energia renovável na indústria não surgiu de forma repentina. Mas resulta de décadas de investimento em pesquisa, políticas públicas e incentivos à sustentabilidade.

O Balanço Energético Nacional indica que, em 2024, a eletricidade representou 22% do consumo industrial. Sendo que 88,2% dessa eletricidade veio de fontes limpas, como hidrelétricas, energia solar e eólica.

Da mesma forma, o bagaço da cana-de-açúcar forneceu 21,3% do uso energético da indústria, reforçando assim a relevância das fontes renováveis de origem agrícola.

Portanto, estes dados indicam que a indústria brasileira usa em energia renovável de forma estratégica e consistente, mostrando claramente uma prioridade para a sustentabilidade.

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Solar e eólica já suprem o crescimento da demanda global por eletricidade.O setor de energia global atingiu um marco imp...
09/10/2025

Solar e eólica já suprem o crescimento da demanda global por eletricidade.
O setor de energia global atingiu um marco importante: no primeiro semestre de 2025, as fontes solar e eólica cresceram o suficiente para suprir todo o aumento da demanda por eletricidade. De acordo com o relatório Global Electricity Review – Mid-Year Insights 2025, do think tank Ember, esse avanço resultou em uma leve queda no uso de carvão e gás, marcando uma mudança importante na matriz energética global. O documento foi lançado na última terça-feira (7).
As energias renováveis ultrapassaram o carvão pela primeira vez na história. A geração renovável alcançou 5.072 TWh, superando os 4.896 TWh gerados pelo carvão, que recuou 31 TWh em relação ao ano anterior. A energia solar sozinha respondeu por 83% do crescimento da demanda, com um avanço recorde de 306 TWh (+31%).
Para Małgorzata Wiatros-Motyka, Analista Sênior da Ember, o cenário indica que estamos diante de uma mudança significativa no sistema energético mundial. Ela destaca: “A energia solar e eólica estão crescendo rápido o suficiente para atender ao crescente apetite mundial por eletricidade. Isso marca o início de uma mudança em que a energia limpa está acompanhando o crescimento da demanda.”
As projeções são ambiciosas: até 2030, a capacidade global de renováveis pode crescer em 4.600 GW, o equivalente à soma das capacidades de geração da China, da União Europeia e do Japão. Isso evidencia o papel crescente das fontes limpas na segurança energética e no crescimento econômico mundial.

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Energia solar declarada a fonte de energia mais barata do mundo.A energia solar tem sido considerada a “principal impuls...
08/10/2025

Energia solar declarada a fonte de energia mais barata do mundo.
A energia solar tem sido considerada a “principal impulsionadora” da transição mundial para energia limpa e renovável devido ao seu custo extremamente baixo.

Um novo estudo da Universidade de Surrey identificou a energia solar como a fonte de energia mais barata, superando outras renováveis como a eólica, assim como o carvão e o gás.

Os investigadores descobriram que, nos países mais ensolarados, o custo da energia solar é de apenas €0,023 por unidade de energia produzida.

Mesmo no Reino Unido, que se encontra a 50 graus a norte do equador e é famoso pelo seu clima sombrio, a energia solar surgiu como a opção mais barata para a “geração de energia em grande escala”.
Devido à queda de 89 por cento no preço das baterias de iões de lítio desde 2010, o estudo também concluiu que a criação de sistemas solares com armazenamento é agora igualmente económica em comparação com as centrais a gás.
“Estas configurações híbridas, que combinam painéis solares com baterias, são agora padrão em muitas regiões e permitem que a energia solar seja armazenada e libertada conforme necessário, tornando-se numa fonte de energia mais fiável que ajuda a equilibrar a procura na rede,” explica o estudo.

Os "maiores desafios" da energia solar
Apesar da relação custo-benefício da energia solar, Ehsan Rezaee, coautor do estudo da Universidade de Surrey, afirma que ligar níveis crescentes de energia solar às redes elétricas continua a ser um dos “maiores desafios” que a indústria enfrenta.

“Redes inteligentes, previsão através de inteligência artificial e ligações mais fortes entre regiões serão vitais para manter os sistemas de energia estáveis à medida que o uso de energias renováveis aumenta,” acrescenta o especialista.

Inovações em materiais como células solares de perovskita podem aumentar a produção de energia em até 50 por cento sem aumentar o uso de solo.

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Como a energia solar vai ser debatida na próxima COP30 em Belém.A energia solar terá um papel central na COP30, pois o B...
06/10/2025

Como a energia solar vai ser debatida na próxima COP30 em Belém.
A energia solar terá um papel central na COP30, pois o Brasil, anfitrião do evento, pode usar a oportunidade para fortalecer políticas públicas, atrair investimentos em energia limpa e apresentar seu potencial e liderança na transição energética. A COP30 é vista como uma chance para o país acelerar a expansão da energia solar, que é uma solução concreta e acessível para a redução das emissões de carbono e o desenvolvimento econômico.
Papel da Energia Solar na COP30:
- Foco na Transição Energética: A energia solar é vista como um pilar para a descarbonização e a transição energética, fundamental para atingir as metas do Acordo de Paris e combater as mudanças climáticas.
- Protagonismo do Brasil: O Brasil, com seu grande potencial solar, pode reforçar sua posição de liderança global ao investir em políticas públicas que impulsionem a energia solar e a geração distribuída.
- Oportunidade para Políticas: O evento em Belém é uma oportunidade para o Brasil estabelecer metas ambiciosas, como a de atingir uma matriz energética 100% limpa, e fortalecer incentivos para a adoção da energia solar.
- Desenvolvimento Econômico e Social: A expansão da energia solar não é apenas um compromisso ambiental, mas também um vetor de transformação econômica e social, com o potencial de criar empregos e garantir a segurança energética.
- Cenário de Inovação: A COP30 também será um espaço para discutir tecnologias limpas, inovações em políticas públicas e a necessidade de acelerar investimentos para tornar a energia solar ainda mais acessível e eficiente.

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Cenário da energia solar no Brasil.O setor de energia solar no Brasil vive um momento de forte expansão, impulsionado pe...
03/10/2025

Cenário da energia solar no Brasil.
O setor de energia solar no Brasil vive um momento de forte expansão, impulsionado pelos altos índices de radiação solar, a redução dos custos dos equipamentos e a maior conscientização sobre os benefícios ambientais e econômicos da energia limpa. O país se consolida como um dos líderes globais na área, com centenas de gigawatts de capacidade instalada e um crescimento acelerado que atrai investimentos e gera empregos. Apesar do sucesso, desafios como a carga tributária e a dependência de componentes importados persistem.
Crescimento e Destaque:
- Recorde de Capacidade: O Brasil atingiu mais de 55 GW de capacidade instalada em 2025, o que o coloca na 6ª posição no ranking mundial.
- Matriz Elétrica: A energia solar já representa uma parte significativa da matriz elétrica brasileira, com mais de 21% da capacidade instalada, tornando-se a segunda maior fonte de geração do país, segundo dados da Absolar.
Investimento: O setor atraiu bilhões em investimentos, impulsionando a economia e gerando milhões de empregos verdes.
Fatores do Avanço:
- Recursos Naturais: O Brasil possui altos índices de radiação solar, o que garante um desempenho satisfatório dos sistemas fotovoltaicos.
- Inovações Tecnológicas: A evolução dos equipamentos, como os rastreadores solares, otimizou a produtividade e o uso da terra nas usinas, barateando a energia.
- Financiamento e Acessibilidade: A maior disponibilidade de linhas de financiamento com prazos e juros atraentes e a popularização de modelos como a geração distribuída e a geração compartilhada facilitaram o acesso para residências, empresas e consumidores.

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