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Fascinado pelo mundo dos materiais quânticos? O Centro de Pós-Graduação em Materiais Quânticos Max Planck (MPGC-QM) conv...
25/10/2026

Fascinado pelo mundo dos materiais quânticos? O Centro de Pós-Graduação em Materiais Quânticos Max Planck (MPGC-QM) convida candidatos a se inscreverem para vagas de doutorado com financiamento integral. Colabore com cientistas renomados em cinco institutos Max Planck de prestígio e contribua para pesquisas na vanguarda deste campo dinâmico. Inscreva-se até 8 de dezembro!

Fully funded PhD projects in quantum materials; English structured program with top facilities in Germany, plus optional joint PhD with Oxford. MSc (physics/...

„Ja, so muß man seine Zeit zwischen der Politik und unseren Eqs. [Gleichungen] teilen. Aber unsere Gleichungen sind mir ...
25/10/2026

„Ja, so muß man seine Zeit zwischen der Politik und unseren Eqs. [Gleichungen] teilen. Aber unsere Gleichungen sind mir doch viel wichtiger; denn die Politik ist für die Gegenwart da, aber solch eine Gleichung ist etwas für die Ewigkeit.“
Albert Einstein

“Sim, é assim que se tem que dividir o tempo entre a política e as nossas equações. Mas as nossas equações são muito mais importantes para mim; porque a política é para o presente, mas uma equação dessas é algo para a eternidade.”

A citação aparece registrada no livro biográfico e histórico "Brighter than a Thousand Suns: A Personal History of the Atomic Scientists" (1958), escrito pelo jornalista e historiador austríaco Robert Jungk.

​A frase reflete a dualidade vivida por Einstein na fase mais tardia de sua vida, quando, embora estivesse profundamente engajado em causas políticas e humanitárias (como o pacifismo e o controle de armas nucleares), ele ainda considerava a investigação científica e a física teórica como sua verdadeira essência e legado atemporal.

Uma sonda indiana capturou os vestígios históricos da missão Apollo 11 a partir da órbita lunar. A imagem não foi feita ...
21/10/2026

Uma sonda indiana capturou os vestígios históricos da missão Apollo 11 a partir da órbita lunar. A imagem não foi feita por um satélite americano, mas sim por instrumentos a bordo da sonda Chandrayaan-2, da ISRO (Organização Indiana de Pesquisa Espacial).

A foto mostra claramente a base do LEM (Módulo Águia) repousando sobre o regolito e a longa sombra escura projetada sobre o terreno craterado ao redor. Mais de cinquenta anos após o primeiro pouso humano, o módulo lunar permanece intacto na superfície do Mar da Tranquilidade como um monumento permanente ao primeiro passo na história da humanidade.

09/10/2026

"Se um ser humano tivesse feito isso, ganharia imediatamente uma Medalha Fields." Foi assim que Alex Kontorovich, chefe do Departamento de Matemática da Universidade Rutgers (EUA), reagiu a uma demonstração gerada por inteligência artificial que a OpenAI divulgou na última terça (6). Essa única demonstração foi apenas uma entre mais de 350 descobertas que a empresa divulgou naquele dia. Se ainda restava alguma dúvida de que os saltos alcançados pela inteligência artificial neste ano transformariam a matemática, as dezenas de milhares de páginas divulgadas acabaram de vez com essa incerteza.

📲Leia mais na : https://mla.bs/3a61f03c67

📷 Ian Bates - 14.jun.23/NYT
📝 Siobhan Roberts/NYT

: Pessoa usando laptop com código de programação visível na tela, sentada em cadeira de madeira. Abaixo, há a chamada: "Matemáticos veem anúncio da OpenAI como devastador e de tirar o fôlego".

ÚLTIMAS NOTÍCIASO Comitê Norueguês do Nobel decidiu conceder o Prêmio Nobel da Paz de 2026 a Navanethem “Navi” Pillay po...
09/10/2026

ÚLTIMAS NOTÍCIAS
O Comitê Norueguês do Nobel decidiu conceder o Prêmio Nobel da Paz de 2026 a Navanethem “Navi” Pillay por seus esforços na promoção da paz e do direito internacional.

O Prêmio Nobel da Paz de 2026 é concedido a uma pessoa que, com coragem e integridade excepcionais, liderou o caminho rumo a uma ordem jurídica global mais abrangente. A laureada deste ano foi fundamental para garantir que crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio sejam processados.

O compromisso de Navi Pillay com os princípios jurídicos universais e sua firme bússola moral são constantes em sua longa carreira. Nascida em uma família de origem tâmil indiana sob o apartheid em Durban, África do Sul, Pillay tornou-se advogada e pioneira no direito, confrontando a profunda discriminação estrutural, segregação e exclusão. Um fio condutor percorre desde seu trabalho inicial em defesa de Nelson Mandela e outros que se levantaram contra o apartheid até sua atuação como juíza em alguns dos principais casos de tribunais internacionais de nossa época.

A laureada deste ano ampliou significativamente o alcance e o impacto do direito internacional. Ela atuou como juíza no Tribunal Superior da África do Sul, no Tribunal Penal Internacional para o Ruanda e no Tribunal Penal Internacional. Foi Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e, até recentemente, presidiu a Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado. Atualmente, Navi Pillay é juíza da Corte Internacional de Justiça no caso em que Mianmar é acusado de genocídio.

Em casos históricos em tribunais internacionais, ela demonstrou que medidas legais podem ajudar a prevenir atos de guerra e violência. Navi Pillay também contribuiu para o fortalecimento das instituições do direito internacional. Sua independência, experiência e firmeza a tornaram uma das juristas internacionais mais respeitadas de nossa época.

Ao conceder o Prêmio Nobel da Paz deste ano, o Comitê Norueguês do Nobel deseja lembrar ao mundo que o Estado de Direito – nacional e internacional – sustenta o sistema que estabelecemos para garantir a paz e resolver conflitos de forma não violenta. A paz exige justiça.

A história demonstra que um mundo que opera sem o Estado de Direito é injusto, imprudente e desumano. Os juízes – aqueles que zelam pela tênue linha vermelha entre a ordem e o caos – são, portanto, extremamente merecedores de nossos elogios. Mas hoje, enquanto esses mesmos juízes são sancionados e suas instituições são atacadas, precisamos de pessoas corajosas, visionárias e determinadas – qualidades que Navi Pillay demonstra em seu trabalho no judiciário.

Navi Pillay responsabilizou Estados e líderes nacionais e trouxe esperança às vítimas da violência e dos conflitos. Em todos os cargos que ocupou, ela enfatizou a responsabilidade dos indivíduos e dos Estados em cumprir o Estado de Direito. Ela também ajudou a definir as normas e os princípios jurídicos relevantes. Quando o Tribunal Penal Internacional para Ruanda estabeleceu que estupro e violência sexual poderiam constituir um crime contra a humanidade – assim como genocídio – sua influência foi um fator significativo. No mesmo caso, a Sra. Pillay foi fundamental em outra conquista jurídica: pela primeira vez, um réu enfrentou acusações de incitação ao genocídio unicamente com base na disseminação de propaganda.

Navi Pillay é uma das grandes defensoras dos princípios do direito internacional em nossa época. Sua distinta carreira nos lembra da necessidade de apoiar, fortalecer e expandir o Estado de Direito global. O compromisso de Navi Pillay com a justiça e a dignidade humana é uma fonte de esperança e inspiração para todos que buscam um mundo mais pacífico.

Saiba mais: https://bit.ly/4xPtmor

BREAKING NEWS
The Norwegian Nobel Committee has decided to award the 2026 Nobel Peace Prize to Navanethem “Navi” Pillay for her efforts to promote peace and international law.

The Nobel Peace Prize for 2026 goes to a person who with exceptional courage and integrity has led the way towards a more comprehensive global legal order. This year’s laureate has been instrumental in ensuring that war crimes, crimes against humanity and genocide are prosecuted.

Navi Pillay’s commitment to universal legal principles and her firm moral compass are constants in a long career. Born into a family of Indian Tamil origin under apartheid in Durban, South Africa, Pillay became a lawyer and legal pioneer, confronting deep structural discrimination, segregation and exclusion. A common thread runs from her early work defending Nelson Mandela and others who stood up against apartheid to her service as a judge in some of the key international court cases of our time.

This year’s laureate has significantly enlarged the scope and impact of international law. She has served as a judge on the High Court in South Africa, the International Criminal Tribunal for Rwanda and the International Criminal Court. She was the United Nations High Commissioner for Human Rights and, until recently, she chaired the UN Independent International Commission of Inquiry on the Occupied Palestinian Territory. Today Navi Pillay is a judge on the International Court of Justice in the case where Myanmar stands accused of genocide.

In historic international court cases, she has shown that legal measures can help prevent acts of war and violence. Navi Pillay has also contributed to strengthen the institutions of international law. Her independence, expertise and steadfastness have made her one of the most respected international jurists of our time.

In awarding this year’s Nobel Peace Prize, the Norwegian Nobel Committee wants to remind the world that the rule of law – national and international – underpins the system we have set up to ensure peace and resolve conflicts non-violently. Peace requires justice.

History has shown that a world operating without the rule of law is unjust, unwise and inhumane. The judges – those who guard the thin red line between order and chaos – are therefore highly deserving of our praise. But today, as these same judges are sanctioned, and their institutions are attacked, we need people of courage, vision and determination – qualities that Navi Pillay demonstrates in her work on the bench.

Navi Pillay has held states and national leaders accountable and brought hope to victims of violence and conflict. In all the positions she has held, she has stressed the responsibility of individuals and states to comply with the rule of law. She has also helped define the relevant norms and legal principles. When the International Criminal Tribunal for Rwanda established that r**e and sexual violence could constitute a crime against humanity – as well as genocide – her influence was a significant factor. In the same case, Ms Pillay was instrumental in a separate legal breakthrough: for the first time, a defendant faced charges of incitement to commit genocide purely on the basis of spreading propaganda.

Navi Pillay is one of the great defenders of international legal principles in our time. Her distinguished career reminds us of the need to support, fortify and expand the global rule of law. Navi Pillay’s commitment to justice and human dignity is a source of hope and inspiration to all who seek to bring about a more peaceful world.

Learn more: https://bit.ly/4xPtmor

ÚLTIMAS NOTÍCIASA Real Academia Sueca de Ciências decidiu conceder o Prêmio Nobel de Química de 2026 a Henri B. Kagan e ...
07/10/2026

ÚLTIMAS NOTÍCIAS
A Real Academia Sueca de Ciências decidiu conceder o Prêmio Nobel de Química de 2026 a Henri B. Kagan e Kenso Soai “pela descoberta de efeitos não lineares e autocatálise na síntese orgânica assimétrica”.

Algumas moléculas, como os aminoácidos, existem em duas variantes que são imagens especulares uma da outra. No entanto, os organismos vivos contêm apenas uma dessas imagens especulares. Como essa assimetria química poderia ter surgido foi um mistério para os químicos por muito tempo. Henri B. Kagan e Kenso Soai foram agraciados com o Prêmio Nobel de Química de 2026 por descobrirem uma solução para esse enigma.

A química da vida é o que os químicos chamam de homoquiralidade, palavra derivada do grego para “igual” e “mão”. Assim como as mãos, todos os aminoácidos existem em duas variantes espelhadas, mas apenas uma delas é encontrada nas proteínas das células. A outra é raramente encontrada na natureza.

Por muito tempo, os químicos se perguntaram como a homoquiralidade pode surgir. Quando começaram a experimentar reações químicas que podem formar duas moléculas com imagens especulares, sempre obtinham proporções iguais de ambas nos tubos de ensaio. No entanto, os químicos se esforçavam para produzir apenas uma dessas imagens especulares, pois no desenvolvimento de moléculas que interagem com seres vivos – como em produtos farmacêuticos – apenas uma imagem especular terá o efeito desejado.

O Prêmio Nobel de Química de 2026 reconhece descobertas que permitiram aos químicos conduzir reações químicas que levam à homoquiralidade.

Henri Kagan deu o primeiro passo decisivo em 1986, quando descobriu uma nova maneira de manipular reações químicas. Isso permitiu que ele criasse um excesso maior de uma das imagens especulares do que se pensava ser possível anteriormente.

Kenso Soai deu o passo seguinte. Em 1995, uma publicação fundamental descreveu como ele projetou a primeira reação química com potencial para ser homoquiral. Em 2003, ele finalmente obteve sucesso. Apresentou uma reação na qual apenas uma das duas imagens especulares possíveis era formada. Além da própria vida, ninguém havia alcançado esse feito anteriormente. Graças a Henri Kagan e Kenso Soai, agora sabemos como a homoquiralidade pode surgir. Suas descobertas foram decisivas para químicos que projetam reações para a fabricação de produtos farmacêuticos.

Saiba mais
Comunicado de imprensa: https://bit.ly/4gWk4Qh
Informações gerais: https://bit.ly/4iYIScY
Informações avançadas: https://bit.ly/4xQTcs8

BREAKING NEWS
The Royal Swedish Academy of Sciences has decided to award the 2026 in Chemistry to Henri B. Kagan and Kenso Soai “for the discovery of non-linear effects and autocatalysis in asymmetric organic synthesis.”

Some molecules, such as amino acids, exist as two variants that are each other’s mirror image. However, living organisms only contain one of these mirror images. How chemical asymmetry such as this could have emerged was long a mystery to chemists. Henri B. Kagan and Kenso Soai have been awarded the Nobel Prize in Chemistry 2026 for discovering a solution to this puzzle.

Life’s chemistry is what chemists call homochiral, after the Greek words for “same” and “hand”. Like hands, all amino acids exist as two mirrored variants, but only one of them is found in the proteins in your cells. The other is rarely found in nature.

For a long time, chemists wondered how homochirality can emerge. When they began to experiment with chemical reactions that can form two mirrored molecules, they always obtained equal proportions of both in their test tubes. However, chemists strived to produce only one of these mirror images, because in the development of molecules that will interact with living beings – such as in pharmaceuticals – only one mirror image will have the desired effect.

The Nobel Prize in Chemistry 2026 recognises discoveries that have enabled chemists to drive chemical reactions that lead to homochirality.

Henri Kagan took the first decisive step in 1986, when he discovered a new way of manipulating chemical reactions. This allowed him to create a greater excess of one of the mirror images than had previously been thought possible.

Kenso Soai took the next step. In 1995, a key publication describes how he designed the first ever chemical reaction that had the potential to be homochiral. In 2003, he finally succeeded. He presented a reaction in which only one of the two possible mirror images was formed. Other than life itself, no one had previously achieved this feat.

Thanks to Henri Kagan and Kenso Soai, we now know how homochirality can emerge. Their discoveries have been decisive for chemists who design reactions for the manufacture of pharmaceuticals.

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Press release: https://bit.ly/4gWk4Qh
Popular information: https://bit.ly/4iYIScY
Advanced information: https://bit.ly/4xQTcs8

O físico belga-americano Francis Halzen, professor da University of Wisconsin–Madison, recebeu o Prêmio Nobel de Física ...
06/10/2026

O físico belga-americano Francis Halzen, professor da University of Wisconsin–Madison, recebeu o Prêmio Nobel de Física de 2026 por suas contribuições decisivas ao Observatório de Neutrinos IceCube e pela descoberta de neutrinos de alta energia de origem astrofísica. Sua trajetória transformou um quilômetro cúbico de gelo antártico em um gigantesco telescópio capaz de investigar alguns dos ambientes mais extremos do Universo.

Porque a realidade machuca, mas a mentira destrói.

ÚLTIMAS NOTÍCIASA Real Academia Sueca de Ciências decidiu conceder o Prêmio Nobel de Física de 2026 a Francis Halzen “po...
06/10/2026

ÚLTIMAS NOTÍCIAS
A Real Academia Sueca de Ciências decidiu conceder o Prêmio Nobel de Física de 2026 a Francis Halzen “por suas contribuições decisivas ao Observatório de Neutrinos IceCube e pela descoberta de neutrinos de alta energia de origem astrofísica”.

Francis Halzen percebeu que o gelo no Polo Sul poderia ser usado para rastrear partículas conhecidas como neutrinos. Sua visão e liderança científica foram fundamentais para o Observatório de Neutrinos IceCube – um quilômetro cúbico de gelo equipado com sensores de luz. Usando o IceCube, os pesquisadores podem capturar neutrinos de processos extremamente ricos em energia no universo distante.

Os neutrinos estão por toda parte, mas não se revelam. Eles atravessam a Terra e nossos corpos sem que percebamos. Muito raramente, um único neutrino interage com um núcleo atômico, o que torna possível que alguém com o equipamento adequado os descubra.

Os cientistas sabem há muito tempo que o cosmos contém aceleradores de partículas naturais, que emitem partículas com energias até um milhão de vezes maiores do que as que podem ser alcançadas em laboratórios na Terra. Muito sobre essas fontes permanece um mistério: o que são, onde estão e quais são os principais processos que ocorrem em seu interior?

Neutrinos com energias extremamente altas são criados nos mesmos ambientes que outros tipos de partículas. No entanto, ao contrário de outras partículas, os neutrinos chegam até nós sem mudar de direção ou perder energia. Isso significa que eles podem fornecer informações que não estão disponíveis de nenhuma outra forma.

Francis Halzen apresentou pela primeira vez sua visão para a captura de neutrinos no Polo Sul em 1988. Quando um neutrino colide com um núcleo atômico, produz um clarão de luz que pode ser rastreado por sensores no gelo glacial transparente. O gelo do Polo Sul tem muitas vantagens, pois está livre de vários tipos de interferência e a área é geologicamente estável, sem terremotos. Halzen e sua ideia logo ganharam o apoio de outros pesquisadores e, poucos anos depois, te**es preliminares foram realizados com sensores no gelo.

Neutrinos cósmicos com energias extremamente altas são muito raros, por isso é necessário um volume enorme de gelo para observar um número adequado de colisões. O IceCube cobre um quilômetro cúbico inteiro e foi concluído em 2011. Os pesquisadores logo descobriram os primeiros neutrinos de alta energia e, alguns anos depois, puderam publicar a descoberta de neutrinos que devem se originar muito além do nosso sistema solar. A busca pelas fontes de neutrinos do universo pôde começar de fato.

As interações de neutrinos coletadas continuamente pelo IceCube fornecerão aos pesquisadores novos conhecimentos sobre os ambientes violentos nos quais neutrinos de alta energia podem ser criados – e podem até revelar fenômenos cósmicos até então desconhecidos.

Saiba mais
Comunicado de imprensa: https://bit.ly/4xYId01
Informações gerais: https://bit.ly/3T69GgT
Informações avançadas: https://bit.ly/46V5owe

BREAKING NEWS
The Royal Swedish Academy of Sciences has decided to award the 2026 Nobel Prize in Physics to Francis Halzen “for decisive contributions to the IceCube Neutrino Observatory and the discovery of high-energy neutrinos of astrophysical origin.”

Francis Halzen realised that ice at the South Pole could be used to track particles known as neutrinos. His vision and scientific leadership have been fundamental for the IceCube Neutrino Observatory – a cubic kilometre of ice that is equipped with light sensors. Using IceCube, researchers can capture neutrinos from extremely energy-rich processes in the distant universe.

Neutrinos are everywhere, but they do not make themselves known. They pass all the way through the Earth and through our bodies without us noticing. Very rarely, a single neutrino will interact with an atomic nucleus, which makes it possible for someone with the right equipment to discover them.

Scientists have long known that the cosmos contains natural particle accelerators, which fire out particles with energies up to a million times more than can be achieved in laboratories on Earth. Much about these sources is mysterious: what are they, where are they, and what are the main processes inside them?

Neutrinos with extremely high energies are created in the same environments as other types of particles. However, unlike other particles, neutrinos reach us without changing direction or losing energy. This means they can provide information that is not available in any other way.

Francis Halzen first presented his vision for capturing neutrinos at the South Pole in 1988. When a neutrino collides with an atomic nucleus, it produces a flash of light that can be tracked by sensors in the clear glacial ice. The South Pole’s ice has many advantages, as it is free from various types of interference and the area is geologically stable, with no earthquakes. Halzen and his idea soon gained the support of other researchers and, just a few years later, preliminary testing was conducted on sensors in ice.

Cosmic neutrinos with extremely high energies are very rare, so an enormous volume of ice is needed to observe an adequate number of collisions. IceCube covers an entire cubic kilometre and was finished in 2011. Researchers soon discovered the first high-energy neutrinos and, a few years later, could publish their discovery of neutrinos that must originate far outside our solar system. The search for the universe’s neutrino sources could begin in earnest.

The neutrino interactions that are continuously collected by IceCube will provide researchers with novel knowledge about the violent settings in which high-energy neutrinos can be created – and could even reveal previously unknown cosmic phenomena.

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Press release: https://bit.ly/4xYId01
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