O desenvolvimento da tecnologia como um todo, principalmente após o advento da energia elétrica, permitiu avanços incríveis em diversas áreas, mas também aumentou drasticamente nossa exposição a um mal invisível: as ondas eletromagnéticas. Estar conectado nos dias de hoje se tornou essencial para nós, tanto que nosso celular transformou-se praticamente numa extensão de nossos corpos. Usamos para (
quase) tudo, desde despertar até ouvir música, assistir TV, fazer pesquisas, pedir comida, navegar nas redes sociais, agendar reuniões ou até conversar com outras pessoas. Entretanto, você sabia que quanto maior a proximidade de nosso corpo com emissores/receptores de ondas eletromagnéticas, maior a interferência em nosso organismo?! Há quem defenda que a radiação do celular não é prejudicial à nossa saúde. Nós somos do outro grupo, que acredita que há interferência severa da radiação do celular em nosso organismo – mais precisamente em nosso campo eletromagnético permanente; e provamos pra você por a + b + c, em 5 minutos, através de um teste de equilíbrio, que a magnitude dessa interferência é da ordem de, pelo menos, 100%. Há estudos, inclusive, que relacionam essa radiação com doenças como o câncer. Mas não vamos falar disso aqui. Nossa intenção não é fazer você largar o celular, deixar de usá-lo ou algo parecido. Mas sim ouvi-lo pra que possamos desenvolver sempre produtos e tecnologias novas para usarmos no dia a dia, que atenuem os efeitos dessa interferência, melhorem nosso equilíbrio, nos ajudem na prática de esportes e nos permitam desbravar as possibilidade tecnológicas caminho à evolução sem nos esquecermos de nossas raízes. Dedicamos nossa vida para desenvolver a Nanotecnologia Z: íons negativos em abundância a qualquer hora e em qualquer lugar, basta tocar. Afinal, não conseguimos entrar no mar, andar descalços ou abraçar uma árvore com a mesma frequência que usamos nosso celular.