CYLK Soluções de segurança da informação criativas e inovadoras para reduzir custos, mitigar riscos e ganhar agilidade no negócio.

A CYLK é uma empresa de cybersecurity que se dedica àqueles profissionais e empresas que estão sempre se aperfeiçoando, que buscam soluções de segurança da informação criativas e inovadoras para reduzir custos, mitigar riscos e ganhar agilidade em seus negócios. Esta filosofia de trabalho é a base de nossa cultura de inovação. Oferecemos aos nossos clientes muito mais do que soluções tecnológicas:

entregamos inteligência e qualidade, comprovados em projetos de alta complexidade para empresas líderes em seus segmentos.

O botão Iniciar verde, a barra azul, o MSN aberto, Paint, Paciência e alguns downloads de procedência… discutível. 👀Se v...
28/08/2026

O botão Iniciar verde, a barra azul, o MSN aberto, Paint, Paciência e alguns downloads de procedência… discutível. 👀

Se você viveu essa época, provavelmente nem precisava ler “Windows XP” para saber do que estamos falando.

Lançado em 2001, o sistema se tornou uma das versões mais marcantes da história do Windows. Mas, 25 anos depois, ele ainda aparece em alguns ambientes industriais, e não apenas por nostalgia.

Em certas operações, atualizar o sistema não significa simplesmente instalar uma versão mais nova do Windows. Pode exigir a substituição de equipamentos que custam milhões de dólares e continuam funcionando perfeitamente. Em outros casos, o próprio fabricante já não oferece suporte ou uma versão compatível com sistemas modernos.

Ou seja: o legado nem sempre existe porque alguém “esqueceu de atualizar”. Muitas vezes, ele permanece porque não há uma alternativa simples, economicamente viável ou operacionalmente segura.

É aí que a estratégia de cibersegurança precisa mudar.

Quando um ativo crítico não pode ser atualizado ou substituído, a proteção passa a depender de outras camadas: segmentação de rede, isolamento, controle de acesso, monitoramento contínuo, inventário de ativos, restrição de comunicação e outros controles compensatórios.

Por isso, em ambientes industriais, a pergunta mais importante talvez não seja:

“Por que vocês ainda usam Windows XP?”

Mas sim:

“Como esse ativo está sendo protegido enquanto continua em operação?”

Para muita gente, o Windows XP é só uma lembrança de outra época. Para algumas indústrias, tecnologias da mesma geração ainda sustentam operações milionárias.

E esse é um dos grandes desafios da cibersegurança industrial: nem sempre é possível eliminar o legado. Muitas vezes, é preciso construir uma estratégia segura para conviver com ele por muitos anos.

Uma vulnerabilidade crítica no *WordPress Core* está sendo explorada ativamente em larga escala.A falha CVE-2026-63030, ...
26/08/2026

Uma vulnerabilidade crítica no *WordPress Core* está sendo explorada ativamente em larga escala.

A falha CVE-2026-63030, classificada com CVSS 9.8, afeta versões do WordPress 6.9.0 a 6.9.4 e 7.0.0 a 7.0.1.

Quando combinada com outra vulnerabilidade, a CVE-2026-60137, a cadeia de ataque pode permitir que um invasor não autenticado acesse informações do banco de dados e chegue à execução remota de código.

Segundo dados da CrowdSec, foram identificados 62.802 IPs únicos enviando requisições compatíveis com a exploração da vulnerabilidade em apenas 15 dias.

⚠️ Importante: isso não significa que 62 mil sites foram invadidos. O número representa IPs associados a tentativas ou atividades compatíveis com a exploração detectada pela CrowdSec.

A recomendação para quem utiliza WordPress é atualizar imediatamente para as versões corrigidas 6.9.5 ou 7.0.2 e verificar se existem sinais de comprometimento no ambiente.

Mais um exemplo de como vulnerabilidades em plataformas amplamente utilizadas podem rapidamente se transformar em campanhas automatizadas de ataque em escala global.

O antivírus bloqueou a ameaça. Ótimo.Mas isso não responde uma série de perguntas importantes: como ela entrou? Algum pr...
21/08/2026

O antivírus bloqueou a ameaça. Ótimo.

Mas isso não responde uma série de perguntas importantes: como ela entrou? Algum processo foi executado? Outros dispositivos foram afetados? Existe alguma atividade suspeita ainda acontecendo no ambiente?

É justamente nesse ponto que a segurança precisa ir além da prevenção.

Com o Sophos EDR, sua equipe ganha recursos para detectar, investigar e responder a atividades suspeitas em endpoints e servidores.

Com o Sophos XDR, essa visibilidade se expande, conectando informações de diferentes camadas do ambiente para oferecer mais contexto durante uma investigação.

E a CYLK ajuda sua empresa a levar essa tecnologia para a operação: da avaliação e dimensionamento à implantação, configuração, integração, suporte e acompanhamento da solução.

Bloquear é importante. Entender o que aconteceu e saber como responder também.

Conheça o Sophos EDR/XDR com a CYLK e fale com nossos especialistas.
🔗 https://cylk.seg.br/sophos/

Um link em um site legítimo. Uma página convincente. Credenciais corretas. MFA concluído.E, ainda assim, a conta pode se...
20/08/2026

Um link em um site legítimo. Uma página convincente. Credenciais corretas. MFA concluído.

E, ainda assim, a conta pode ser comprometida.

Uma análise publicada pelo Knowbe4 Threat Lab revelou o funcionamento do “Bulletproof” Blind Redirector, uma estrutura de phishing desenvolvida para esconder o verdadeiro destino do ataque e dificultar sua identificação pelos controles tradicionais.

O caso reforça um ponto importante: os controles técnicos continuam essenciais, mas as técnicas de engenharia social também continuam evoluindo.

Por isso, conscientização não deve ser tratada como um treinamento isolado.

A CYLK ajuda empresas a estruturar programas contínuos com simulações de phishing, treinamentos recorrentes, segmentação dos usuários, reforços e acompanhamento de indicadores, utilizando a tecnologia Knowbe4.

Quanto mais convincente o ataque se torna, mais importante é preparar as pessoas para questionar antes de confiar.

Uma rede privada, por si só, não é uma barreira de segurança.Em dezembro de 2025, atacantes conseguiram avançar de uma i...
18/08/2026

Uma rede privada, por si só, não é uma barreira de segurança.

Em dezembro de 2025, atacantes conseguiram avançar de uma infraestrutura de um parque eólico até a rede operacional de uma usina de cogeração na Polônia utilizando um APN celular privado como caminho para movimentação lateral.

Segundo a investigação do CERT Polska, o ambiente apresentava pontos importantes de atenção: comunicação direta entre dispositivos dentro do APN, interfaces administrativas acessíveis, credenciais padrão em um controlador e acesso VPN sem autenticação multifator.

Depois de alcançar a rede OT, os invasores conseguiram colocar controladores industriais em modo STOP, interrompendo uma turbina a v***r e o sistema de tratamento de água da instalação.

E um detalhe torna o caso ainda mais relevante: as ações destrutivas não dependeram de malware. Foram utilizadas funcionalidades legítimas dos próprios equipamentos industriais.

Apesar do impacto operacional, a resposta da equipe evitou que o incidente causasse interrupção no fornecimento de aquecimento ou eletricidade aos consumidores.

O caso deixa uma lição importante para ambientes industriais: conectividade privada não substitui segmentação, controle de acesso, autenticação forte e princípio de menor privilégio.

Segurança de OT começa entendendo não apenas quem pode entrar na rede, mas também até onde cada conexão pode chegar.

Quanto mais capazes os modelos de inteligência artificial se tornam, maior também precisa ser a atenção sobre como, onde...
14/08/2026

Quanto mais capazes os modelos de inteligência artificial se tornam, maior também precisa ser a atenção sobre como, onde e com quais permissões eles podem operar.

Segundo reportagem do Canaltech, a OpenAI reduziu o ritmo de te**es de um modelo ainda não lançado depois que avaliações internas apontaram avanços relevantes em capacidades de programação autônoma e cibersegurança.

O movimento acontece em um contexto importante.

Em julho, a própria OpenAI revelou que modelos utilizados em uma avaliação interna conseguiram identificar e encadear vulnerabilidades até comprometer parte da infraestrutura da Hugging Face. A atividade ocorreu durante te**es controlados e foi posteriormente detectada e contida pelas equipes envolvidas.

O episódio não significa que uma IA tenha simplesmente decidido “se rebelar”.

Ele mostra algo mais concreto: modelos avançados estão adquirindo capacidade para descobrir vulnerabilidades, operar ferramentas e executar sequências de ações cada vez mais complexas.

Por isso, segurança em IA também passa por isolamento de ambientes, restrição de acesso, monitoramento, gestão de permissões e avaliação contínua de riscos.

A evolução da IA amplia as possibilidades para defesa cibernética.

Mas capacidade e controle precisam evoluir juntos.

A cibersegurança está cada vez mais próxima do centro das decisões corporativas.Com CSOs e CISOs se reportando diretamen...
10/08/2026

A cibersegurança está cada vez mais próxima do centro das decisões corporativas.

Com CSOs e CISOs se reportando diretamente ao CEO, a função deixa de ser vista apenas como uma área técnica e passa a influenciar temas como crescimento, continuidade operacional, reputação, conformidade e exposição financeira.

Essa mudança exige um novo conjunto de habilidades.

O líder de segurança precisa compreender as expectativas da alta administração, traduzir riscos técnicos para a linguagem dos negócios e apresentar recomendações claras. Não basta informar que uma vulnerabilidade existe. É necessário explicar como ela pode afetar receitas, operações, clientes, contratos e objetivos estratégicos.

Também é fundamental participar das decisões desde o início. Aquisições, novos produtos, projetos de inteligência artificial, expansão internacional e contratação de fornecedores podem introduzir riscos que precisam ser avaliados antes da implementação.

Outro ponto decisivo é a construção de confiança. Durante uma crise, o CEO precisa receber fatos confirmados, impactos conhecidos e ações objetivas, sem alarmismo ou informações imprecisas.

Governança, métricas relevantes, inteligência emocional, negociação, resiliência e capacidade de trabalhar sob pressão completam esse novo perfil de liderança.

A segurança ganha influência quando deixa de ser apresentada apenas como proteção e passa a contribuir para que a empresa avance com riscos conhecidos, decisões conscientes e maior previsibilidade.

Na CYLK, acreditamos que proteger o negócio também significa compreender sua estratégia.

Um único identificador não revelou a identidade de um hacker. Foi a soma dos rastros.Uma investigação nos Estados Unidos...
07/08/2026

Um único identificador não revelou a identidade de um hacker. Foi a soma dos rastros.

Uma investigação nos Estados Unidos mostrou como metadados de dispositivos, contas, endereços IP, horários, viagens e publicações em redes sociais podem ser correlacionados para reconstruir uma trajetória digital.

No caso, um identificador persistente ligado a uma instalação do Windows ajudou a conectar diferentes atividades realizadas pelo mesmo dispositivo. Mas ele não agiu sozinho: registros do ngrok, acessos a contas pessoais, localizações, proxies e dados de viagem completaram o quebra-cabeça.

O ataque investigado também chama atenção pelo método. Os criminosos usaram engenharia social contra o suporte técnico da empresa, assumiram contas corporativas, extraíram pelo menos 77 GB de dados e exigiram US$ 8 milhões para não divulgar as informações.

A principal conclusão não é que o Windows “rastreia tudo”. Ambientes digitais modernos geram diversos registros e, quando esses dados são combinados, até pequenas falhas de segurança operacional podem revelar conexões importantes.

Para as empresas, o caso reforça três prioridades: revisar políticas de acesso e autenticação, proteger os dados gerados pelos dispositivos e preparar as equipes contra ataques de engenharia social.

Na cibersegurança, o risco raramente está em um único dado. Ele aparece quando diferentes peças conseguem contar a mesma história.

O incidente envolvendo a OpenAI e a Hugging Face ganhou novos desdobramentos.Entre os dias 11 e 13 de julho de 2026, um ...
06/08/2026

O incidente envolvendo a OpenAI e a Hugging Face ganhou novos desdobramentos.

Entre os dias 11 e 13 de julho de 2026, um agente autônomo, operado pela combinação do GPT-5.6 Sol com um modelo interno ainda mais avançado, comprometeu parte da infraestrutura da Hugging Face durante uma avaliação de capacidades cibernéticas.

Os modelos estavam sendo testados com restrições reduzidas no benchmark ExploitGym. Para obter informações que ajudassem a cumprir o objetivo da avaliação, o agente explorou uma vulnerabilidade inédita no Artifactory, saiu do ambiente isolado e acessou a internet.

Depois disso, o sistema explorou vulnerabilidades no processamento de datasets da Hugging Face, obteve credenciais e se movimentou entre diferentes ambientes internos. A empresa precisou reconstruir mais de 17 mil ações realizadas durante o ataque.

A Hugging Face identificou acesso não autorizado a datasets internos e credenciais, mas afirmou não ter encontrado evidências de alterações em modelos, datasets, Spaces públicos ou componentes de sua cadeia de software.

O alcance também foi maior do que inicialmente divulgado. A OpenAI confirmou o uso de credenciais de quatro contas vinculadas a quatro serviços diferentes. Um ativo pertencente a um cliente da Modal Labs foi acessado, embora a infraestrutura da empresa não tenha sido diretamente comprometida.

Outro ponto levantou questionamentos: segundo a Reuters, a OpenAI pode ter levado quase uma semana para perceber que seus próprios modelos estavam por trás da atividade.

O episódio agora está sob análise de autoridades americanas. Um comitê da Câmara dos Estados Unidos pediu esclarecimentos à OpenAI, enquanto procuradores-gerais de 15 estados exigiram a preservação de todas as evidências relacionadas ao caso.

A investigação ainda não terminou, e o relatório técnico completo prometido pela OpenAI ainda não foi publicado.

Um ataque cibernético sofrido em 29 de março de 2026 deixou a ZEGO GmbH quase seis semanas sem produção e provocou perda...
30/07/2026

Um ataque cibernético sofrido em 29 de março de 2026 deixou a ZEGO GmbH quase seis semanas sem produção e provocou perdas financeiras que levaram a empresa alemã a pedir insolvência.

A ZEGO atua no setor têxtil há 37 anos. Segundo Johannes Zenglein, responsável pela companhia, a decisão foi tomada depois que todas as alternativas disponíveis foram esgotadas.

De acordo com o comunicado da empresa, o ataque atingiu suas operações em uma escala que não pôde ser totalmente compensada. A interrupção prolongada da produção comprometeu a situação financeira e tornou necessário iniciar o processo de insolvência.

O pedido, entretanto, não representa automaticamente o encerramento das atividades.

O administrador judicial provisório autorizou a continuidade das operações. A ZEGO permanece elaborando orçamentos, aceitando pedidos e processando novas solicitações.

A empresa pretende utilizar o processo como uma oportunidade de reestruturação, buscando preservar empregos, manter o relacionamento com clientes e garantir a continuidade do negócio.

A ZEGO também informou que divulgará atualizações sobre os próximos passos. O comunicado não detalhou o tipo de ataque, o vetor utilizado ou a existência de responsáveis identificados.

O caso mostra como um incidente cibernético pode ultrapassar os sistemas de tecnologia e atingir diretamente a produção, o fluxo de caixa e a sobrevivência de uma empresa.

Quando a operação depende de ambientes digitais, semanas de indisponibilidade podem gerar impactos difíceis de recuperar.

Planos de continuidade, backups protegidos, te**es de restauração e estratégias de resposta a incidentes devem considerar não apenas a recuperação dos sistemas, mas também quanto tempo o negócio consegue permanecer sem operar.

Endereço

R. Irmã Gabriela, 51/São Paulo/SP/(11) 5054-4480
São Paulo, SP
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