11/11/2024
Após finalizar nosso 1º relatório de inspeção e controle de tinta com um cliente, chegamos num resultado muito satisfatório, onde foi possível identificar qual foi a perda de produção com a evaporação do solvente (5,6%) no ambiente de produção com temperatura 30°C - 78%URA. Isso certamente nos permitiu fazer um apontamento de indicador, o que para alguns convertedores chamam de irrelevância ou que não se aplicam por não terem “expertise” com o controle de consumo ou talvez preferem colocar um percentual de desperdícios gerando prejuízos $$$. Seja numa prospecção para viabilidade com o tema de “sustentabilidade”, com objetivo de um projeto para recuperação de solvente (Máquina/Impressora) por trabalho consumido em relação horas máquina/impressora, isso a longo prazo é ponderante.
Em outras análises: custo por m², custo de consumo por g/m², custo por área impressa, custo por cada impresso/unidade, custo para execução de trabalho na produção com material/substrato, custo de projeção na produção com volume de tinta bruto ou líquido (rendimentos), custo com solvente, retardador, acelerador ou verniz B/C em máquina/produção SKU, apontamento de rendimento de tinta base X produção (teor de sólido/teor solvente), qualidade da tinta no aspecto físico granulometria para melhor performance de pigmentação e rendimentos, norma ISO para CMYK ou Pantone Spot, coordenadas de LAB com ranger de correção e prevenção, check-up de viscosidades, performance de transferência de tinta com anilox/bcm X g/m², nível de concentração, normalização de densidade, delta E