28/03/2025
Vibe coding: programar virou estado de espírito (pra quem quiser assim)
Teve um tempo em que falar de uma nova linguagem, framework ou app revolucionário causava um frenesi geral. A empolgação era tanta que dava até pra sentir o calor da comunidade fervilhando. Cada novidade era uma desculpa pra virar noite testando coisas, subindo POC, escrevendo artigo, hackeando o impossível.
Hoje, o cenário mudou um pouco.
Com a chegada da IA no processo criativo e técnico, muita gente passou a usar isso pra colocar ideias no mundo com muito menos esforço. Aquelas ideias que pareciam grandes demais pra um dev solo agora são possíveis com poucas linhas e algumas boas instruções.
E isso abriu espaço pra outra coisa: curtir mais o processo, relaxar, fazer “vibe coding”. Programar com fone no ouvido, sem correria, deixando a IA fazer o que ela sabe — e só entrar com o toque humano onde realmente importa.
Mas olha... isso não quer dizer que um jeito é melhor que o outro. Tem quem goste de pegar do zero, entender cada byte, digitar cada linha. E tá tudo certo. Cada um tem seu próprio jeito de se realizar com código (ou sem ele).
A vibe aqui é só refletir: estamos num momento onde criar ficou mais acessível. Se você quer aproveitar isso pra trabalhar melhor e viver mais, ótimo. Se quer continuar mergulhado no código raiz, também vale. O que importa é que agora temos mais opções — e isso, por si só, já é uma revolução.