26/02/2026
No alto da Pedra da Onça, em Itarana, a paisagem não é apenas vista — é vivida.
A serra capixaba ensina algo que a cidade esquece: subir é um ato físico, mas também é um ato de consciência. Cada passo exige presença. Cada metro pede respeito ao próprio limite.
E lá em cima, entre o vento que atravessa o silêncio e o horizonte que parece não ter fim, surge um gesto simples: dividir banana chips da Bem Mais Aipim.
Não como lanche.
Como continuidade da terra.
O grupo praticam montanhismo sabem que o corpo é instrumento. E instrumento precisa de energia limpa, prática, funcional.
A banana oferece carboidratos que sustentam a resistência.
O potássio apoia a contração muscular e ajuda a prevenir cãibras.
É combustível direto, sem excessos.
Mas ali, no cume, o alimento ultrapassa o valor nutricional.
Ele se insere em um movimento maior: o de reconectar origem e experiência.
Escolher o natural.
Valorizar o regional.
Levar na mochila aquilo que carrega identidade.
O chips de banana da Bem Mais Aipim não aparece como produto.
Aparece como símbolo de uma cultura que respeita o ritmo da terra enquanto desafia os próprios limites.
A montanha não aceita superficialidade.
Ela revela o que é essencial.
E talvez seja isso que f**a depois da descida:
a certeza de que o simples sustenta o extraordinário..