Doces Ralston

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Doces Ralston Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida. Plantamos e fazemos doces de frutas ❤️🌿🧡 Cada árvore com sua determinada história. Assim vejo a história da Ralston.

Aos curiosos sobre nossa história,

Caminho naquela terra que meu tataravô caminhava. Cada pedaço de terra com seu determinado lugar. Muito além de uma fábrica de doces, a Ralston são dias que vieram e que deixamos nela, todos, meu tataravô e bisavô na terra, meu avô criando a fábrica, meus pais reabrindo e agora, eles juntos comigo e com meus irmãos. Nossa história da fábrica começa no dia primeiro de maio de 1917 quando meu tataravô Fábio de Mendonça Uchôa comprou a Santa Alice (em Terra Roxa- SP) e deixou para sua filha Alice Leite de Barros Uchôa que havia se casado com Eduardo da Fonseca Pultney Ralston. Meu bisavô Eduardo plantou café e criou cavalos de raça: esse foi o começo da fazenda. Vovô, Jorge Uchôa Ralston, nasceu em 1918 em São Paulo e cresceu na Fazenda Santa Alice, em Terra Roxa. Estudou direito e foi um dos primeiros aviadores do Brasil. Foi para aviação para poder lutar na Segunda Guerra Mundial contra os valores nazistas. Quando o Brasil resolveu também lutar, meu avô tinha já estudado aviação nos EUA e ajudou a defender nossa costa brasileira. Um homem aventureiro e idealista. Mas com o passar dos anos, seu pai lhe pediu ajuda para cuidar da fazenda. Ao se ver na Fazenda Santa Alice, resolveu mudar o rumo que a fazenda ia. Tirou o cafezal e plantou cereais e frutas, entre elas mangueiras. Pensava em vender mangas para mercados. Logo mudou de ideia ao se deparar com uma compota de manga num jantar na casa de grandes amigos. Assim, surgiu a ideia da Ralston: plantar frutas para fazer doces. E vovô foi além, resolveu que faria um doce de primeira qualidade, que não se distinguisse do caseiro, mas que fosse acessível. Para ele, sobremesas não deveriam ser caras. Agora precisava estudar o negócio, aventureiro sim, mas nunca sem ponderação. Foi ao Instituto Agronômico de Campinas para informar-se sobre comercialização de mangas. Lá disseram-lhe para ir no Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Ao chegar, por sorte, foi recebido por um professor americano, Mr. Leonard Sherman, quem mostrou a vovô a viabilidade da ideia da Ralston. Sherman, então, foi à fazenda e fez todo o projeto industrial da fábrica para que combinasse com sua produção agrícola. Assim, em 1966 nasceu a Indústria Alimentícia Ralston. Para chegar em cada receita de doces, experimentos foram feitos meticulosamente. Assim, foi o caso também de nossa goiabada. Vovô decidiu fazer a goiabada Ralston, que acabou virando nosso doce principal, quando um fazendeiro vizinho e amigo da família, José Bento de Carvalho Dias, forneceu-lhe sementes de goiaba “Guanabara”. Na época, os produtores de goiabada colhiam a fruta nativa no pasto de gramão. A ideia de se ter uma plantação de goiaba, era algo totalmente inovador no qual a Ralston foi uma das pioneiras. Vovô também teve a ideia de fazer o manejo de poda, para assim, termos goiabas mais vezes ao ano. A fábrica foi crescendo e doces foram testados no mercado. Nisso, por uma questão de manter o ideal de termos doces acessíveis e de primeira qualidade, nem todos os doces conseguimos manter. Um deles foi o doce de manga que tinha um preço muito alto de produção que inviabilizava a venda. Os nossos doces com leite também foram retirados à medida que precisávamos produzir nosso leite para manter a qualidade. Durante a década de 90, a saúde de vovô não era mais a mesma e papai, Eduardo Ribeiro Ralston, começou a ajudá-lo. A vinda do filho, inovou a fábrica em alguns aspectos; em 1997, refizeram uma nova plantação de goiabeiras, dessa vez, com a goiaba “Paluma”, desenvolvida pelo professor Fernando Mendes Pereira da UNESP-Jaboticabal. Essa variedade é mais produtiva e permitiu a Ralston que utilizasse frutas frescas durante o ano todo, sem precisar mais de fazer polpas para as épocas de não colheita. Mesmo com papai ajudando, aquele ainda era o projeto pessoal de meu avô, então em 1999, a saúde de vovô piorou muito e as atividades da fábrica foram encerradas. Em 2003 vovô nos deixou e a fazenda Santa Alice pareceu vazia, sem vida. Faltava vovô, faltava a presença de vida dele. A inexistência da Ralston aumentava essa sensação. Com isso em mente, em 2004, mamãe, Renata Stein Carvalho Dias Ralston, conversou com sua sogra, Therezinha Ribeiro Ralston. Vovó apoiou a ideia. Assim, com a permissão das minhas queridas tias, da vovó e de meu pai, minha mãe reabriu a fábrica. Esse novo momento da Ralston foi possível graças a parceria com o engenheiro de alimentos Gustavo Montemor e meu irmão, Fábio Carvalho Dias Ralston, que entrou junto no negócio. Minha família materna, que é mineira, sempre fez doces, são gerações de receitas e doceiras. Isso ajudou muito mamãe a continuar as receitas da Ralston e a pensar novos doces junto com o conhecimento do Gustavo. Hoje eu e meus dois outros irmãos, Luis e Jorge Carvalho Dias Ralston, entramos também para Ralston. Os ideais de vovô Jorge permanecem e sentimos que, com a Ralston, temos uma trajetória de um laço da nossa família junto a um sentido de vida. Esperamos na Ralston um senso de honestidade e de busca pelo respeito aos outros, aos que estão juntos a nós nessa jornada, tanto no fazer os doces como aos que os consomem. Acredito piamente na felicidade pela continuação de uma bela ideia do meu avô. Digo isso e lembro do slogan que ele criou e continua sendo o nosso:

“Ralston, o lado doce da vida”. Espero que tenha lhes contado bem nossa história,
Com carinho,

Tânia Carvalho Dias Ralston

11/09/2026

Na Ralston, temos uma regra: quando qualidade é fazer algo manualmente, fazemos manualmente. Quando qualidade é tempo, respeitamos o tempo. Quando qualidade é tecnologia, investimos em tecnologia. ♥️

08/09/2026

30 gramas. Cabe na bolsa, na mochila, no bolso. Um pequeno doce para acompanhar o café, a viagem, o esporte ou simplesmente aquele momento do dia em que dá vontade de adoçar a vida.

As barrinhas Ralston levam para um formato individual alguns dos sabores mais tradicionais da nossa história — e também combinações que fomos criando ao longo dela.

São seis sabores:

• Goiabada
• Goiabada Cascão
• Bananada
• Bananada com Cacau 100%
• Doce de Abóbora com Coco Queimado
• Doce de Abóbora com Coco Queimado e Cacau 100%

Fruta como principal ingrediente, em barrinhas de 30 g feitas para estarem sempre por perto.

Neste vídeo de treinamento, mostramos as características de cada sabor e as diferenças entre as nossas barrinhas.

✔ 30 g por unidade
✔ Alto percentual de fruta
✔ 6 sabores
✔ Sem conservantes
✔ Sem alergênicos

Mais um episódio da nossa série de treinamentos sobre os doces Ralston.

Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida. 🌿❤️

Vídeo: Camila Othon

Quando se trabalha com frutas, com o plantar, pensa-se muito no tempo. No tempo de cada cultura, de cada safra, de cada ...
07/09/2026

Quando se trabalha com frutas, com o plantar, pensa-se muito no tempo. No tempo de cada cultura, de cada safra, de cada florescer.

Na quarta-feira, este ipê-branco estava assim: coberto de flores e com um perfume que se sentia de longe. Na sexta, as flores já estavam quase todas no chão.

Como duram pouco as flores do ipê-branco. No auge, talvez dois dias. Mas, quando a gente tem a sorte de estar por perto, a sensação f**a muito mais tempo.

Talvez parte da beleza esteja justamente aí: na pequenez de sua duração.

E talvez seja assim com um doce também.

Um pequeno momento do dia. Um sabor, um perfume, uma textura. Algo que dura poucos minutos, mas é capaz de mudar o instante — trazer um agrado, um mimo, um pequeno brilho para o dia.

Há coisas que não precisam durar muito para permanecer.

Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida.

Com um vermelho profundo, cremosa e carregada de memórias no paladar.Essa é a nossa Bananada Cremosa Zero.Feita para pes...
04/09/2026

Com um vermelho profundo, cremosa e carregada de memórias no paladar.

Essa é a nossa Bananada Cremosa Zero.

Feita para pessoas com diabetes ou para quem busca reduzir o consumo de açúcar, sem abrir mão do sabor de um bom doce — aquele gosto de comida de vó.

A cor vermelho-escura, característica da banana depois de um cozimento cuidadoso, acompanha uma textura densa e cremosa e o sabor marcante da fruta.

Um doce de baixa caloria, pensado para dietas com restrição de açúcar, mas feito para trazer aquilo que importa quando escolhemos um doce: ser gostoso e melhorar o dia.

Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida.

Foto: Camila Othon

03/09/2026

O que vai em 300 g do nosso Doce de Abóbora?

Abóbora. Açúcar cristal. Vitamina C.

Nesse pote está a quantidade exata de ingredientes que usamos para chegar a 300 g de doce pronto.

Cerca de 70% da receita é abóbora, já descascada e sem sementes. Durante o cozimento, feito em temperatura mais baixa, por volta de 70 a 74 °C, parte da água naturalmente presente na fruta evapora. O volume diminui, os ingredientes se concentram e, aos poucos, viram doce.

É uma receita simples. E talvez seja justamente por isso que cada ingrediente — e a forma de cozinhar — importe tanto.

Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida.

Vídeo por Camila Othon

Tem novidade por aqui. E todas elas começam no mesmo lugar: na fruta.Nossos lançamentos são novas formas de fazer aquilo...
31/08/2026

Tem novidade por aqui. E todas elas começam no mesmo lugar: na fruta.

Nossos lançamentos são novas formas de fazer aquilo que fazemos há 60 anos: doces inspirados no doce caseiro, com muita fruta na receita e um cozimento cuidadoso, em temperaturas mais baixas.

Agora, a família cresce com a Goiabada Cremosa com Pimenta, que leva a doçura da goiaba e a picância delicada da pimenta dedo-de-moça.

As barrinhas de 30 g ganham dois novos sabores: Doce de Abóbora com Coco Queimado e Doce de Abóbora com Coco e Cacau 100%. Pequenas no tamanho, feitas para levar por aí.

E a linha Zero chega também às bisnagas de 500 g: Goiabada Cremosa Zero, Goiabada Cascão Cremosa Zero e Doce de Morango Zero.

Nos doces tradicionais, cerca de 70% de fruta na receita. Nos Zero, cerca de 80%.

Porque gostamos de criar coisas novas, mas existe algo que não queremos mudar: nossa maneira de entender um bom doce. Mais fruta, cuidado no preparo e sabor.

É assim que uma marca que começou fazendo goiabada em 1966 continua encontrando novos jeitos de adoçar a vida.

Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida.

Foto: Camila Othon

Tem novidade por aqui. E todas elas começam no mesmo lugar: na fruta.Nossos lançamentos são novas formas de fazer aquilo...
31/08/2026

Tem novidade por aqui. E todas elas começam no mesmo lugar: na fruta.

Nossos lançamentos são novas formas de fazer aquilo que fazemos há 60 anos: doces inspirados no doce caseiro, com muita fruta na receita e um cozimento cuidadoso, em temperaturas mais baixas.

Agora, a família cresce com a Goiabada Cremosa com Pimenta, que leva a doçura da goiaba e a picância delicada da pimenta dedo-de-moça.

As barrinhas de 30 g ganham dois novos sabores: Doce de Abóbora com Coco Queimado e Doce de Abóbora com Coco e Cacau 100%. Pequenas no tamanho, feitas para levar por aí.

E a linha Zero chega também às bisnagas de 500 g: Goiabada Cremosa Zero, Goiabada Cascão Cremosa Zero e Doce de Morango Zero.

Nos doces tradicionais, cerca de 70% de fruta na receita. Nos Zero, cerca de 80%.

Porque gostamos de criar coisas novas, mas existe algo que não queremos mudar: nossa maneira de entender um bom doce. Mais fruta, cuidado no preparo e sabor.

É assim que uma marca que começou fazendo goiabada em 1966 continua encontrando novos jeitos de adoçar a vida.

Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida.

Foto: Camila Othon

29/08/2026

O que adoça o seu dia?

Na casa da minha avó Augusta, há uma bolacha de nata que todo mundo ama. Um dia, pedi para a Selma e para a saudosa Mari...
28/08/2026

Na casa da minha avó Augusta, há uma bolacha de nata que todo mundo ama. Um dia, pedi para a Selma e para a saudosa Maria José me ensinarem o segredo da receita, que veio da minha bisavó. Foi um dia muito especial — além de delicioso. Rimos, tiramos fotos, cozinhamos e, claro, comemos.

Foi dessa massa que nasceram também estes beliscões: finos, delicados e recheados com pedaços da nossa goiabada tradicional em barra.

Penso que cozinhar tem muito desse lugar do afeto e da memória. Para sempre, quando provar um beliscão, vou buscar o sabor deste. Não apenas porque é muito gostoso, mas porque me traz a lembrança daquele dia.

Ah, e observem na foto como a nossa goiabada não derreteu. A Goiabada em Barra Ralston tem grau de forneabilidade 4, mantendo sua estrutura mesmo depois de ir ao forno.

27/08/2026

Da colher para a receita. Da cobertura para o recheio. Da confeitaria para a pizza. Do quente para o sorvete.

Os doces cremosos Ralston foram desenvolvidos para serem deliciosos quando consumidos diretamente, mas também para funcionar como ingredientes nas mais diferentes aplicações.

Textura, espalhabilidade, sabor da fruta e estabilidade fazem parte desse equilíbrio. O grau de forneabilidade 1 permite cremosidade e facilidade de aplicação, sem perder a estrutura que cada receita pede.

Neste vídeo de treinamento, mostramos as características dos nossos doces cremosos, suas diferenças e possibilidades de utilização.

✔ Alto percentual de fruta
✔ Grau 1 de forneabilidade
✔ Cremosos e fáceis de aplicar
✔ Sem conservantes
✔ Sem alergênicos

Goiabada, goiabada cascão, bananada, bananada com cacau 100%, doce de abóbora, doce de abóbora com especiarias, doce de abóbora com coco queimado, doce de morango e doce de frutas vermelhas.

Sabores diferentes, com uma característica em comum: a versatilidade para ir da colher às mais diversas receitas.

Mais um episódio da nossa série de treinamentos sobre os doces Ralston.

Desde 1966, Ralston, o lado doce da vida. 🌿❤️

Vídeo por Camila Othon

Endereço

Fazenda Santa Alice
Terra Roxa, SP
14.745-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5517997432685

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