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Aqui vai uma versão mais leve e envolvente:Extubar não é aposta — é leitura de cenário 🧠🎯O paciente parece pronto… mas o...
25/05/2026

Aqui vai uma versão mais leve e envolvente:

Extubar não é aposta — é leitura de cenário 🧠🎯

O paciente parece pronto… mas o corpo conta outra história.
É aí que o ultrassom entra como “bastidor” da decisão.

Com o ABCDE-ultrasound, cada órgão ganha voz:

🫁 Pulmão “fala” sobre aeração
❤️ Coração mostra se está acompanhando a demanda
🫀 Diafragma entrega a real capacidade de sustentar o esforço
💪 Músculos acessórios revelam o custo respiratório
🩺 Abdômen pode ser o detalhe que trava tudo

Sai o “acho que vai dar certo”
Entra o “entendi exatamente o que está acontecendo”

Menos tentativa e erro. Mais precisão na decisão.

O que faz uma extubação ser consistente na prática?
Resposta curta: dado + método.

E quando isso vira rotina, o desfecho muda.

Para aprofundar esse raciocínio e aplicar no dia a dia, acesse o Blog do Anestesiador 📲

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Ultrassom à beira do leito não é mais acessório — é estratégia 🎯No desmame da ventilação mecânica, a abordagem ABCDE-ult...
25/05/2026

Ultrassom à beira do leito não é mais acessório — é estratégia 🎯

No desmame da ventilação mecânica, a abordagem ABCDE-ultrasound organiza o raciocínio e reduz incerteza clínica:

🫁 Pulmão: aeração adequada ou ainda há colapso/edema?
❤️ Coração: disfunção oculta sabotando a extubação?
🫀 Diafragma: força suficiente para sustentar ventilação espontânea?
💪 Músculos acessórios: quanto de esforço está sendo recrutado?
🩺 Abdômen: algum fator limitando mecânica respiratória?

Trocar impressão clínica isolada por dado objetivo muda o jogo. Identif**ar a causa da falha no desmame permite intervenção direcionada — e não tentativa e erro.

Como seria conduzir extubação com menos surpresa e mais previsibilidade?

O futuro aponta para monitorização contínua e integração de dados em tempo real. O caminho já começou.

Para aprofundar esse tema e aplicar na prática, acesse o Blog do Anestesiador 📲

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A SDRA parece um diagnóstico único… mas na prática é um verdadeiro mosaico fisiológico.Essa revisão traz um ponto centra...
21/05/2026

A SDRA parece um diagnóstico único… mas na prática é um verdadeiro mosaico fisiológico.

Essa revisão traz um ponto central: tratar todos iguais não funciona. Quanto mais você entende o fenótipo — biológico e radiológico — mais preciso f**a o manejo.

Na beira do leito, isso ganha forma assim:
🫁 Volume corrente baixo, protegendo o pulmão
🫁 PEEP ajustada com intenção, não por hábito
🫁 Pronação como ferramenta ativa nos casos graves
🫁 Olhar atento para o ventrículo direito, que muitas vezes dita o rumo

E não para por aí. Suporte não invasivo, corticosteroides, bloqueadores neuromusculares… tudo entra, mas nada de forma automática.

SDRA não pede protocolo rígido. Pede leitura fina de fisiologia.

No fim, quem individualiza mais, erra menos — e impacta desfecho de verdade.

Aprofunde essa visão no Blog do Anestesiador. 🧠

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SDRA não é uma entidade única — é um espectro que exige precisão clínica.Essa revisão reforça uma mudança importante: sa...
21/05/2026

SDRA não é uma entidade única — é um espectro que exige precisão clínica.

Essa revisão reforça uma mudança importante: sair de protocolos genéricos e avançar para uma abordagem personalizada, baseada em fenótipos biológicos e radiológicos.

Na prática, isso se traduz em decisões mais refinadas:
🫁 Ventilação protetora com baixos volumes correntes
🫁 PEEP ajustada de forma individual
🫁 Pronação nos casos graves
🫁 Atenção ao ventrículo direito como peça-chave no desfecho

Além disso, o papel do suporte não invasivo e das terapias adjuntas, como corticosteroides e bloqueadores neuromusculares, ganha espaço — sempre guiado por metas fisiológicas claras.

No fim, a mensagem é direta: entender a heterogeneidade da SDRA muda conduta… e muda desfecho.

Aprofunde essa discussão no Blog do Anestesiador.

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Transfusão no perioperatório oncológico: menos é mais? 🩸Dados observacionais apontam melhor evolução sem transfusão: ↓ m...
19/05/2026

Transfusão no perioperatório oncológico: menos é mais? 🩸

Dados observacionais apontam melhor evolução sem transfusão: ↓ mortalidade, sepse, LRA e pneumonia. 📉
Já os RCTs não mostram diferença entre estratégia liberal e restritiva. ⚖️

Evidência ainda é baixa — decisão segue individualizada, equilibrando anemia e riscos da transfusão. 🧠

📚 Leitura completa no Blog do Anestesiador.

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Transfundir ou não transfundir no perioperatório oncológico de alto risco? 🩸Essa metanálise traz um ponto que muda a for...
19/05/2026

Transfundir ou não transfundir no perioperatório oncológico de alto risco? 🩸

Essa metanálise traz um ponto que muda a forma de enxergar a prática: nos estudos observacionais, pacientes não transfundidos evoluem melhor — menor mortalidade, menos sepse, menos lesão renal e menos pneumonia. 📉

Quando o foco muda para ensaios clínicos randomizados, o cenário f**a mais neutro. Estratégias liberal (Hb 9–10 g/dl) e restritiva (Hb 7–8 g/dl) não mostram diferença clara em desfechos duros. ⚖️

O detalhe crítico está na qualidade da evidência: baixa. Isso exige leitura técnica, sem extrapolar conclusões além do que os dados realmente sustentam. 📊

No fim, permanece o dilema clássico da prática anestésica:
equilibrar anemia perioperatória com os riscos da transfusão — incluindo imunomodulação e impacto em desfechos.

Como será o ponto ideal de hemoglobina para cada perfil de paciente oncológico crítico? Essa resposta ainda está em construção. 🧠

📚 Aprofunde a análise completa no Blog do Anestesiador.

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Na CEC, a anestesia não segue roteiro — ela improvisa. 🎭  O que você infunde nem sempre é o que chega no cérebro. Hemodi...
16/05/2026

Na CEC, a anestesia não segue roteiro — ela improvisa. 🎭

O que você infunde nem sempre é o que chega no cérebro. Hemodiluição, hipotermia e o próprio circuito bagunçam a farmacocinética.

Propofol, remifentanil, fentanil… tudo passa a se comportar de um jeito menos previsível. E é aí que mora o risco: tanto de despertar quanto de prolongar demais a sedação.

Os modelos de infusão tentam acompanhar, mas f**am para trás. Quem assume o controle de verdade é a monitorização objetiva, especialmente o EEG.

E ainda tem peça faltando nesse quebra-cabeça: s**o e composição corporal seguem subestimados na resposta às dr**as.

No fim, a CEC cobra uma postura diferente — menos protocolo rígido, mais ajuste fino em tempo real.

A análise completa está no Blog do Anestesiador. 🧠💉

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Na circulação extracorpórea, a farmacocinética deixa de ser previsível — e isso muda completamente o jogo.Hemodiluição, ...
16/05/2026

Na circulação extracorpórea, a farmacocinética deixa de ser previsível — e isso muda completamente o jogo.

Hemodiluição, hipotermia e interação com o circuito alteram a concentração de anestésicos e analgésicos de forma relevante. Propofol, remifentanil e fentanil passam a exigir ajuste fino, sob risco de despertar intraoperatório ou sedação prolongada.

Modelos clássicos de infusão não conseguem acompanhar essa dinâmica. Na prática, a monitorização objetiva, especialmente com EEG, ganha protagonismo para guiar decisão em tempo real.

Outro ponto crítico: ainda existe lacuna importante sobre o impacto de s**o e composição corporal na resposta às dr**as durante a CEC.

O recado é direto — manejo padronizado não se sustenta aqui. Individualização deixa de ser diferencial e passa a ser requisito.

Conteúdo completo e análise aprofundada no Blog do Anestesiador. 🧠💉

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Punção difícil? Encare com método, não com sorte. 🎯3 passos simples:🧠 Planejar🩺 Executar com US em tempo real🔍 Revisar e...
14/05/2026

Punção difícil? Encare com método, não com sorte. 🎯

3 passos simples:
🧠 Planejar
🩺 Executar com US em tempo real
🔍 Revisar e ajustar

O segredo está na ponta da agulha — controle dinâmico muda tudo.

Mais acerto, menos tentativa. Mais segurança, menos central desnecessário.

Como seria seu plantão com mais precisão na punção?

Leia mais no Blog do Anestesiador. 🚀

Punção difícil não é exceção. É rotina — e exige método. 🧠🩺Esse artigo apresenta uma estratégia prática para acesso veno...
14/05/2026

Punção difícil não é exceção. É rotina — e exige método. 🧠🩺

Esse artigo apresenta uma estratégia prática para acesso venoso periférico guiado por ultrassom em cenários desafiadores, estruturada em 3 etapas:

1️⃣ Alinhamento mental com simulação
2️⃣ Execução com orientação em tempo real
3️⃣ Análise reflexiva logo após o procedimento

O foco técnico está no controle dinâmico da ponta da agulha em eixo curto e na progressão profunda antes de avançar o cateter — um detalhe que muda o jogo.

Resultado esperado:
✔️ Mais segurança
✔️ Menos acessos centrais desnecessários
✔️ Aprendizado mais eficiente à beira-leito

Além disso, o guia enfrenta pontos críticos do dia a dia: visualização da agulha e estabilidade da sonda.

Como seria sua prática com menos tentativas e mais precisão? 🎯

Aprofunde esse tema no Blog do Anestesiador.


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O contraste deixou de ser o vilão.Com meios modernos, o risco de LRA é mínimo — até em quem já tem doença renal.O verdad...
13/05/2026

O contraste deixou de ser o vilão.

Com meios modernos, o risco de LRA é mínimo — até em quem já tem doença renal.
O verdadeiro problema passa a ser o “renalismo”: evitar exame necessário por medo desatualizado.

Hoje, a lógica é clara: avaliar risco, hidratar e usar contraste com critério.

Menos medo. Mais evidência.

📌 Leia, assista e ouça no Blog do Anestesiador.

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