11/09/2025
OS VERDADEIROS CULPADOS
Ontem, qualquer pessoa com um pingo de decência, que não seja um psicopata ou um fanático cego, ficou revoltada com as imagens brutais de Charlie Kirk sendo baleado no pescoço em público. Não é preciso concordar com ele para sentir nojo do que aconteceu. Quem tem um mínimo de princípios sabe que isso é inaceitável.
Há dois tipos de culpados aqui. Primeiro, o covarde que puxou o gatilho. Segundo, e não menos responsáveis, os políticos, os jornalistas e os pseudointelectuais que, há anos, vomitam rótulos venenosos como “extrema-direita”, “direita radical” e “fascista” para demonizar quem ousa pensar diferente. Esses hipócritas, com suas canetas e microfones, pavimentaram o caminho para essa violência com uma campanha de ódio disfarçada de moralidade.
Mal o sangue de Charlie Kirk tocou o chão, a máquina dos Media já cuspiu, sem pudor, o mesmo chavão de “extrema-direita”. Um homem conhecido por enfrentar debates abertos em universidades, por confrontar ideias opostas com argumentos, é reduzido a um rótulo vil. Chamar Charlie Kirk de “extremista” ou “radical” não é jornalismo — é manipulação descarada, desenhada para que leitores engulam a repulsa sem questionar.
Essa tática suja não é nova. Nos últimos anos, grande parte dos Media americanos e praticamente toda a Europa transformaram o ódio em profissão. Tudo que foge da narrativa oficial é rotulado, deturpado, demonizado. Vimos isso recentemente com a morte de Iryna Zarutska, convenientemente abafada vários dias porque não servia aos interesses da imprensa. Em outros casos, teriam explorado a tragédia até a exaustão. A hipocrisia é gritante.
Concordem, discordem parcialmente ou totalmente do Charlie Kirk, o que está em jogo é maior. O debate livre, sem violência, sem censura, sem rótulos covardes, é o alicerce de uma sociedade que respira. Quem cala ideias com balas ou manchetes manipuladoras não quer liberdade — quer controlo.
Texto: Rui Lima