Algumas ideias soltas.

Algumas ideias soltas. Espaço de opinião, inovação e criatividade.

11/05/2026
21/04/2026
20/12/2025
27/09/2025
21/09/2025

𝐋𝐮í𝐬 𝐑𝐨𝐬𝐚, 𝟑𝟓 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐂𝐚𝐛𝐞ç𝐚 𝐝𝐞 𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐚 𝐀𝐬𝐬𝐞𝐦𝐛𝐥𝐞𝐢𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐁𝐚𝐫𝐜𝐞𝐥𝐨𝐬

Natural de Cossourado, Barcelos, o Luís é licenciado, mestre e doutorado em Informática, na área de Smart Cities e Inteligência Artificial, pela Universidade do Minho. Com uma carreira sólida em empresas nacionais e internacionais, atualmente exerce funções como consultor numa multinacional americana.

A sua energia sempre foi muito além do percurso profissional: dedicou 25 anos ao Corpo Nacional de Escutas, liderando equipas e projetos de grande dimensão, e esteve envolvido em diversas causas solidárias, como o movimento "Barcelos em Casa" ou “Um Dia Pela Vida” da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Na política, entrou na Iniciativa Liberal em 2022 e, desde 2023, coordena a equipa local em Barcelos. Agora, apresenta-se como candidato à Assembleia Municipal, com a determinação de colocar toda a sua experiência e energia ao serviço da comunidade.

𝐁𝐚𝐫𝐜𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐢𝐧𝐢𝐜𝐢𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐞ç𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐋𝐮í𝐬!


18/09/2025

Hoje foi mais um capítulo triste na história de Barcelos: uma decisão incompreensível que mostra que é necessário repensar as prioridades que queremos para a nossa cidade.

Ter uma Arena grandiosa para concertos e perder serviços de uma estação de comboios depois de ter vindo a perder de forma sustentada ligações de comboios é como ter quadros e não ter paredes.

Não podemos continuar a assistir à lenta deterioração da nossa infraestrutura, do nosso património, da nossa identidade. Decisões destas não são “meros papeis”: afetam vidas, deslocações, oportunidades, orgulho local.

🔍 Alguns pontos que não podem ser ignorados:

Quando muda a mobilidade, perde-se conforto, perde-se tempo, perde-se qualidade de vida.

Ao permitir que estruturas como esta sejam abandonadas, sacrifica-se o futuro de quem cá vive — e de quem poderia cá vir.

Temos que olhar para Barcelos como algo vivo, com ambição, com dignidade — não como se fosse descartável.

✊ Apelo ao espírito ativo:

Que nos expliquem quais os motivos concretos para esta decisão.

Que revejam urgentemente o que está a ser feito — ou deixado de fazer — e apresentem planos que defendam os interesses da comunidade.

Que todos os Barcelenses deem voz: não podemos permitir que decisões tão graves sejam tomadas sem participação, sem transparência, sem debate.

Barcelos merece mais. Nós merecemos mais. Se calhar já é hora de dizer basta — e agir.

Barcelos precisa de iniciativa!

OS VERDADEIROS CULPADOSOntem, qualquer pessoa com um pingo de decência, que não seja um psicopata ou um fanático cego, f...
11/09/2025

OS VERDADEIROS CULPADOS

Ontem, qualquer pessoa com um pingo de decência, que não seja um psicopata ou um fanático cego, ficou revoltada com as imagens brutais de Charlie Kirk sendo baleado no pescoço em público. Não é preciso concordar com ele para sentir nojo do que aconteceu. Quem tem um mínimo de princípios sabe que isso é inaceitável.

Há dois tipos de culpados aqui. Primeiro, o covarde que puxou o gatilho. Segundo, e não menos responsáveis, os políticos, os jornalistas e os pseudointelectuais que, há anos, vomitam rótulos venenosos como “extrema-direita”, “direita radical” e “fascista” para demonizar quem ousa pensar diferente. Esses hipócritas, com suas canetas e microfones, pavimentaram o caminho para essa violência com uma campanha de ódio disfarçada de moralidade.

Mal o sangue de Charlie Kirk tocou o chão, a máquina dos Media já cuspiu, sem pudor, o mesmo chavão de “extrema-direita”. Um homem conhecido por enfrentar debates abertos em universidades, por confrontar ideias opostas com argumentos, é reduzido a um rótulo vil. Chamar Charlie Kirk de “extremista” ou “radical” não é jornalismo — é manipulação descarada, desenhada para que leitores engulam a repulsa sem questionar.

Essa tática suja não é nova. Nos últimos anos, grande parte dos Media americanos e praticamente toda a Europa transformaram o ódio em profissão. Tudo que foge da narrativa oficial é rotulado, deturpado, demonizado. Vimos isso recentemente com a morte de Iryna Zarutska, convenientemente abafada vários dias porque não servia aos interesses da imprensa. Em outros casos, teriam explorado a tragédia até a exaustão. A hipocrisia é gritante.

Concordem, discordem parcialmente ou totalmente do Charlie Kirk, o que está em jogo é maior. O debate livre, sem violência, sem censura, sem rótulos covardes, é o alicerce de uma sociedade que respira. Quem cala ideias com balas ou manchetes manipuladoras não quer liberdade — quer controlo.

Texto: Rui Lima

03/09/2025

Endereço

Barcelos
4750-255

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