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Congresso da Associação Portuguesa de Urbanistas (APU) 2025Como residente e profissional há duas décadas em território d...
31/10/2025

Congresso da Associação Portuguesa de Urbanistas (APU) 2025
Como residente e profissional há duas décadas em território denominado como “de baixa densidade”, procurando que esta denominação não fosse uma fatalidade mas sim uma classificação a inverter, a participação em congressos onde se partilham perspetivas, visões e pensamentos sobre o planeamento territorial é para mim obrigatório.
De regresso ao “nosso” território do “interior”, onde os rios alimentam o mar, muitas foram as viagens em que o meu pensamento sobre o futuro destes territórios foi de otimista a resiliente e de resiliente a conformada.
O interesse em pensar o território parecia ter estacionado o seu foco na lógica urbana. Depois de muitos congressos onde os temas, note-se oportunos e necessários, deambulavam entre índices urbanísticos, edificabilidade e claro a reconversão de solo rústico em solo urbano. A aplicabilidade e execução dos instrumentos urbanísticos disponível, sempre foram apresentados e operacionalizados em solo urbano e em contextos (desculpem a adequação da minha terminologia mas, por contraponto) em territórios “de alta densidade”.
O desígnio de um futuro parecia ser circunscrito à parte e não ao todo e a única resposta para o solo rústico era deixar de sê-lo.
Apesar do Programa Nacional da Politica de Ordenamento do Território traçar outros objetivos para estes territórios “de baixa densidade, em nome da coesão territorial, que vão para além da reconversão de solo rústico, a verdade é que as respostas do planeamento e o tempo dedicado a estes territórios é escasso.
As metodologias de caracterização destes territórios continuam no meu ponto de vista erráticas, desvirtuam a correta caracterização, evitando retratar o que todos conhecem mas poucos querem olhar. Nem todo o solo agrícola é agrícultura, nem todo o solo florestal é floresta, mas sim, solo abandonado.
Acredito que só caracterizando a realidade se consegue planear, programar e operacionalizar uma estratégia para o futuro, de outra forma é trabalhar sobre cenários e perspetivar cenários.
Ontem de regresso, em modo de formigueiro e contido otimismo, trouxe comigo vozes de urbanistas, arquitetos, engenheiros, paisagistas, investidores e presidentes de câmara de territórios “de baixa densidade”, com exemplos de programas estratégicos e execução através de instrumentos urbanísticos com aplicabilidade e operacionalização em solo rústico. Os temas deambularam entre transformação da paisagem, Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), Certificação de Florestas (FSC), Emparcelamentos de solo rústico para instalação de Agroparques.
Com a devida adaptação de escala, o Mundo não muda quando os factos mudam. Muda quando nós mudamos a forma de os olhar.

03/06/2025

novo propósito...

16/03/2025

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21/02/2025
18/03/2024

5 min • Editado •

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A Ordem dos Arquitetos reforça o seu compromisso com o programa Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11.3.2 (https://ods.pt/objectivos/11-cidades-e-comunidades-sustentaveis/), vital na avaliação do envolvimento cívico nos processos de planeamento urbano, um aspeto essencial na criação de cidades e comunidades sustentáveis.

Atualmente, menos de 30% dos países estão a recolher dados para este indicador, apesar do progresso louvável de alguns países e cidades na promoção do envolvimento cívico por meio de medidas legislativas e práticas.

Para enfrentar este desafio, partilhamos um breve questionário, disponível em https://ourcityplans.org/sdg-11-indicator/survey, para o qual pedimos a sua colaboração.

Este questionário apresenta um mapa global que ilustra os resultados imediatos e facilita comparações com países e cidades em todo o mundo.

Acreditamos que os intervenientes e parceiros da UN-Habitat (https://unhabitat.org/) têm um papel fundamental no aceleramento da recolha de dados no indicador SDG 11.3.2 (https://unstats.un.org/sdgs/files/meetings/webex-6sep2018/2.%20UN-Habitat%2011.3.2%20Presentation.pdf) completando pessoalmente o questionário e incentivando membros das suas organizações e redes a fazerem o mesmo, dado que muitos residem em cidades ou outros tipos de aglomerados urbanos.

A participação de toda a sociedade civil é crucial para garantir a permanência do indicador do ODS n.º 11.3.2 até junho de 2024, prazo estabelecido pelo Grupo de Especialistas Interagências sobre os ODS.

Até essa data, espera-se que 50% dos países estejam a reunir dados sobre o envolvimento da sociedade civil no planeamento da gestão urbana.

Agradecemos e contamos com a participação de todos.

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Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
https://ods.pt/objectivos/11-cidades-e-comunidades-sustentaveis/
DG11.3.2
https://unstats.un.org/sdgs/files/meetings/webex-6sep2018/2.%20UN-Habitat%2011.3.2%20Presentation.pdf
UN-Habitat
https://unhabitat.org/

11/02/2024

Com a “morte” anunciada do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU), datado de 1952, o futuro Código da Construção tem que estar pronto até 2026. IMPIC, LNEC e demais envolvidos continuam a trabalhar, “apesar da incerteza política”. Há 11 ministérios e mais de 50 entidades e...

10/01/2024

A Ordem dos Arquitectos disponibilizou neste linkhttps://ordemdosarquitectos.org/backend/uploads/20240108_DL_10_2024_RJUE_consolidado_1fffc4c07f.pdf - um documento de trabalho com incorporação das alterações resultantes do Decreto-Lei N.º 10/2024, de 8 de janeiro.

Com este documento a OA pretende facilitar a identificação das alterações promovidas pelo novo diploma, o que não dispensa a sua leitura em Diário da República de 8 de janeiro, também disponível para consulta em www.ordemdosarquitectos.org

08/01/2024

Decreto-Lei n.º 10/2024, que procede à reforma e simplificação dos licenciamentos no âmbito do Urbanismo, Ordenamento do Território e Indústria.

Foi publicado hoje, dia 8 de janeiro, o Decreto-Lei n.º 10/2024 que procede à reforma e simplificação dos licenciamentos no âmbito do urbanismo, ordenamento do território e indústria, no quadro do SIMPLEX urbanístico.

No fundo, este documento legislativo altera, entre outros, o RJUE, o Código Civil, o RGEU e o RJIGT.

Alertamos, desde já, que este diploma tem impacto nos procedimentos urbanísticos quer futuros, quer nos que estão em curso, em muitos casos com aplicabilidade à data de 01 de janeiro do corrente ano.

A Ordem dos Arquitectos, em articulação com outras associações profissionais, procurou desde outubro conhecer o projeto de diploma, mas tal não nos foi facultado. Ou seja, este Decreto-Lei não contou com a colaboração ou a consulta prévia da Ordem dos Arquitectos (apesar das múltiplas tentativas para que assim fosse).
Estamos conscientes, através de uma primeira e rápida leitura, que há alterações que terão efeitos positivos na prática profissional, no entanto, também antecipamos igualmente situações potencialmente críticas, quer para projetistas, quer para promotores e até entidades licenciadoras.

Informamos que estamos a diligenciar todos os esforços para fazer uma leitura minuciosa do documento, articulando com outras instituições, e que logo que possível daremos nota da análise feita a este diploma.

Entretanto, e face ao pouco aprofundamento da matéria em questão, sugerimos a todos os profissionais inscritos na Ordem dos Arquitectos uma utilização ponderada e cautelosa dos procedimentos urbanísticos que foram alterados por este Decreto-Lei, e que possuem aplicação anterior à data da sua publicação.

Assim, deixamos disponível para conhecimento o novo decreto-lei neste link:
https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/10-2024-836222484

Avelino Oliveira
Presidente do Conselho Diretivo Nacional

23/12/2023
24/10/2023

PRÉMIO FERNANDO TÁVORA 17ª edição
Conferência do vencedor e abertura da Exposição "Aldeias Modernistas"
31 outubro, 18h00, sede OASRN

Na próxima terça-feira, pelas 18h00, realiza-se na sede da OASRN a Conferência e abertura da Exposição do Vencedor da 17ª edição do Prémio Fernando Távora.

“Aldeias Modernistas” apresenta a viagem do arquiteto João David Valério, percorrendo um conjunto de protótipos de habitação coletiva em alta densidade / baixa altura construídos na Suíça durante as décadas de 1950 a 1980.

Entrada gratuita com inscrição prévia.

+INFO e INSCRIÇÕES: https://ordemdosarquitectos.org/sr_norte/agenda/conferencia-exposicao-aldeias-modernistas-premio-fernando-tavora-17a-ed

Parceiros: Câmara Municipal de Matosinhos, Casa da Arquitectura, Fundação Marques da Silva
Apoio: Ageas Seguros

21/10/2023
10/10/2023

CONFERÊNCIA · OnLine · 17h30
Contratação Púbica e Direito do Urbanismo
Organização: Delegação de Braga da Ordem dos Advogados.
Com a participação do Doutor Pedro Costa Gonçalves, Doutora Fernanda Paula Oliveira e Doutor Lícinio Lopes Martins, Professor Catedrático e Professores Associados da FDUC, respectivamente.

Link de Acesso https://us02web.zoom.us/j/89803445378

Endereço

Alameda Drive Mário Soares Nº57
Cabeceiras De Basto
4860

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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